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0001341-13.2018.9.13.0001
Acao Penal Militar Procedimento OrdinarioCrimes de TorturaCrimes Previstos na Legislação ExtravaganteDIREITO PENAL
TJMMG1° GrauEm andamento
Data de Distribuicao
22/04/2024
Valor da Causa
R$ 0,00
Orgao julgador
Juiz Substituto da 5ª Auditoria - Criminal
Partes do Processo
Nenhuma parte cadastrada
Advogados / Representantes
Nenhum advogado cadastrado
Movimentacoes
1051 - Decorrido prazo de - Refer. aos Eventos: 547 e 549
16/05/2026, 01:35PETIÇÃO PROTOCOLADA JUNTADA - Refer. ao Evento: 548
15/05/2026, 22:33Publicado no DJEN - no dia 08/05/2026 - Refer. aos Eventos: 555, 556, 557
08/05/2026, 02:45Publicado no DJEN - no dia 07/05/2026 - Refer. aos Eventos: 547, 548, 549
07/05/2026, 02:45Disponibilizado no DJEN - no dia 07/05/2026 - Refer. aos Eventos: 555, 556, 557
07/05/2026, 02:40Publicacao/Comunicacao Intimação - Despacho DESPACHO <html> <head> <meta> <style></style> </head> <body> <article> <header> <div></div> </header> <section><b>Ação Penal Militar - Procedimento Ordinário Nº 0001341-13.2018.9.13.0001/MG</b></section> <section><b><table><tr><td>RÉU</td><td>: CARLOS RAMON SILVA CHAGAS</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: CARLA SILENE CARDOSO LISBOA BERNARDO GOMES (OAB MG075469)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: EDUARDO BRUNO AVELLAR MILHOMENS (OAB MG100603)</td></tr><tr><td>RÉU</td><td>: GUILHERME SOARES MOTA</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: MATHEUS GOMES DA COSTA (OAB MG184705)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: JORGE VIEIRA DA ROCHA (OAB MG145316)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: CARLA SILENE CARDOSO LISBOA BERNARDO GOMES (OAB MG075469)</td></tr><tr><td>RÉU</td><td>: TIAGO MATEUS LACERDA FREITAS</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: BRUNO GUIMARÃES PEDROSA (OAB MG230504)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: CARLA SILENE CARDOSO LISBOA BERNARDO GOMES (OAB MG075469)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: EDUARDO BRUNO AVELLAR MILHOMENS (OAB MG100603)</td></tr></table></b></section> <section> <p align="center">DESPACHO</p> </section> <section> <p><em>Vistos etc.</em></p> <p>Em razão da juntada das mídias constantes da fl. 63 dos autos físicos nº 0000010-64.2016.9.13.0001, determino a reabertura do prazo de 8 (oito) dias para as defesas tomarem ciência do conteúdo audiovisual e apresentarem alegações finais escritas, nos termos do art. 428 do CPPM.</p> <p> </p> <p>Cumpra-se.</p> <p> </p> <p>Belo Horizonte/MG, data da assinatura eletrônica.</p> <p> </p> <p><strong>BRUNO CORTEZ TORRES CASTELO BRANCO</strong></p> <p>Juiz de Direito Substituto da 5ª AJME</p></section> <section> </section> <section> <p> </p> <hr> <p> </p></section> <footer> </footer></article></body></html>
07/05/2026, 00:0012265 - Expedida/certificada a intimação eletrônica
06/05/2026, 17:3112265 - Expedida/certificada a intimação eletrônica
06/05/2026, 17:3112265 - Expedida/certificada a intimação eletrônica
06/05/2026, 17:3111010 - Proferido despacho de mero expediente
06/05/2026, 17:28581 - Juntada de /116 - Documento
06/05/2026, 17:16PETIÇÃO PROTOCOLADA JUNTADA
06/05/2026, 15:26PETIÇÃO PROTOCOLADA JUNTADA
06/05/2026, 11:48Disponibilizado no DJEN - no dia 06/05/2026 - Refer. aos Eventos: 547, 548, 549
06/05/2026, 02:40Publicacao/Comunicacao Intimação - Decisão DECISÃO <html> <head> <meta> <style></style> </head> <body> <article> <header> <div></div> </header> <section><b></b></section> <section><b><table><tr><td>RÉU</td><td>: CARLOS RAMON SILVA CHAGAS</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: CARLA SILENE CARDOSO LISBOA BERNARDO GOMES (OAB MG075469)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: EDUARDO BRUNO AVELLAR MILHOMENS (OAB MG100603)</td></tr><tr><td>RÉU</td><td>: GUILHERME SOARES MOTA</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: MATHEUS GOMES DA COSTA (OAB MG184705)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: JORGE VIEIRA DA ROCHA (OAB MG145316)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: CARLA SILENE CARDOSO LISBOA BERNARDO GOMES (OAB MG075469)</td></tr><tr><td>RÉU</td><td>: TIAGO MATEUS LACERDA FREITAS</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: BRUNO GUIMARÃES PEDROSA (OAB MG230504)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: CARLA SILENE CARDOSO LISBOA BERNARDO GOMES (OAB MG075469)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: EDUARDO BRUNO AVELLAR MILHOMENS (OAB MG100603)</td></tr></table></b></section> <section> <p align="center">DECISÃO</p> </section> <section> <p><em>Vistos etc.</em></p> <p><strong>Saneamento do feito.</strong></p> <p>Conforme certidão expedida pela zelosa Secretaria deste Juízo (<span>evento 545, PROM1</span>), observa-se que os advogados Dr. Eduardo Bruno Avellar Milhomens e Dra. Carla Silene Cardoso Lisboa Bernardo Gomes patrocinaram, conjuntamente, a defesa do réu <span>Guilherme Soares Mota</span> nos autos do <strong><u>Habeas Corpus n. 50000029720199130000</u></strong>, perante o E. TJMMG, e nos autos do <strong><u>Recurso em Habeas Corpus n. 112296 - MG</u></strong>, perante o c. STJ. Ambas as ações constitucionais versaram precisamente sobre a <strong><u>ação penal n. 00000010-64.2016.9.13.000</u></strong>, estando instruída com cópia de peças dos respectivos autos físicos. Os <strong><u>autos do citado HC já se encontram vinculados a estes autos e acessíveis às Defesas</u></strong>.</p> <p>Pois bem.</p> <p>O Ministério Público, quando apresentou suas primeiras alegações finais (<em>Evento 443</em>), em 26/01/2026, apenas fez menção à sentença e acórdão relativos aos autos 00010-64.2016.9.13.0001, <strong><u>documentos que já estão acostados aos autos da presente ação penal</u></strong> (<em><em><span>evento 118, SENT1</span></em> e <em><span>evento 118, ACOR2</span></em>). </em>Ou seja, <strong><u>não houve referência, pelo <em>Parquet</em>, a qualquer documento novo</u></strong>.</p> <p>Posteriormente, em saneamento do feito, este Juízo reabriu a instrução para fins de novo interrogatório dos denunciados, em homenagem ao contraditório e à ampla defesa (<em>Evento 451</em>).</p> <p>Concluída a instrução, foi reaberta a fase de diligências (art. 427 do CPPM). Na oportunidade, o Ministério Público informou não possuir requerimentos (<em>Evento 512</em>). A <strong><u>Defesa dos acusados <span>Tiago Mateus Lacerda Freitas</span> e <span>Carlos Ramon Silva Chagas</span> deixaram transcorrer <em>in albis</em> o prazo concedido</u></strong> (<em>Eventos 508 e 510</em>). Já a <strong><u>Defesa do réu <span>Guilherme Soares Mota</span> reiterou, exclusivamente, o requerimento de oitiva em juízo da vítima <span>Rafael Bento Lopes</span>, bem como o sobrestamento do feito até o julgamento do AREsp 2817403/MG</u></strong>.</p> <p>Na decisão de <em>Evento 521</em>, este Juízo indeferiu a reiteração de diligência postulada pela defesa do réu <span>Guilherme Soares Mota</span> e, ato contínuo, declarou encerrada a fase de diligências e determinou a intimação sucessiva das partes para apresentarem suas alegações finais escritas (art. 428 do CPPM). Não houve interposição de recurso pelas partes.</p> <p>Após minuciosa análise dos autos, constata-se que o próprio Dr. Jorge Vieira da Rocha, na petição de <em>Evento 90 (Exceção de coisa julgada)</em>, instruiu o seu pedido com <strong><u>cópia dos autos físicos da ação penal n. 00000010-64.2016.9.13.000</u></strong>, bem como da <strong><u>Representação para a declaração de indiginidade/incompatibilidade com o oficialato n. 0800083-35.2018.9.13.0000</u></strong> (<span>evento 90, COP2</span> e <span>evento 90, COP3</span>).</p> <p>Contraditoriamente, na petição de <span>evento 448, REQ1</span> o aludido causídico afirmou que o então juiz natural do feito não atendeu à defesa quanto ao pleito da juntada aos autos do acórdão do processo de indignidade e incompatibilidade com oficialato do réu <span>Guilherme Soares Mota</span>. Ocorre que tais documentos já constavam do auto, levando este juízo, que passou a atuar na causa posteriormente, a deferir diligência <strong><u>absolutamente desnecessária e protelatória</u></strong> (<span>evento 451, DEC1</span>), em violação ao princípio da boa-fé processual.</p> <p>Sequencialmente, nas petições de <em>Eventos 539 e 541, </em>na fase de alegações finais escritas, as Defesas novamente pugnaram pela juntada de documentos referidos pelo Ministério Público que também já constavam dos autos, tratando-se de reiteração de <strong><u>providência meramente protelatória e contrária ao dever de razoável duração do processo</u></strong>. </p> <p><span>Ademais, </span>a Dra. Carla Silene Cardoso Lisboa Bernardo Gomes é <strong><u>advogada comum dos três réus</u> </strong>nestes autos <strong><u>(</u></strong><span>Guilherme Soares Mota</span>, <span>Carlos Ramon Silva Chagas</span> e <span>Tiago Mateus Lacerda Freitas</span>), ao passo que o Dr. Eduardo Bruno Avellar Milhomens está constituído para defesa de dois deles (<span>Carlos Ramon Silva Chagas</span>e <span>Tiago Mateus Lacerda Freitas</span>). Consoante descrito na certidão de <span></span><span>evento 545, PROM1</span>, os dois mencionados causídicos também patrocinaram, conjuntamente, a defesa do réu <span></span><span>Guilherme Soares Mota</span><span> nos</span> autos do Habeas Corpus n. 50000029720199130000 e o do Recurso em Habeas Corpus n. 112296 - MG, <strong><u>ambos relacionados à<span> </span>ação penal n. 00000010-64.2016.9.13.000</u></strong>, de modo que já detinham <strong><u>prévia e inequívoca ciência do seu teor</u></strong>.</p> <p>Ora, se a Defesa dos réus, mesmo possuindo prévio conhecimento dos autos da ação penal n. 00000010-64.2016.9.13.000, nos quais atuaram inclusive em fase recursal, entendesse que ainda haveria outros elementos probatórios (mídias, documentos anexos, etc) que poderiam contribuir para o deslinde do presente caso penal, deveriam tê-lo requerido, tempestivamente, na <strong><u>fase de diligências</u></strong> (art. 427 do CPPM), a qual, ressalte-se, foi <strong><u>reaberta por duas vezes</u></strong> por este Juízo, em homenagem ao contraditório e à ampla defesa.</p> <p>Embora o objeto da presente ação se circunscreva ao <strong><u>crime de tortura</u></strong>, os eminentes Advogados, indubitavelmente, podem se valer livremente de todos os <strong><u>documentos que já constam destes autos</u></strong>, inclusive aqueles relativos à ação penal n. 00000010-64.2016.9.13.000 e seus recursos (HC n. 50000029720199130000 já vinculados a estes autos), para deduzir as teses que entenderem pertinentes para a efetivação da ampla defesa de seus constituintes.</p> <p>O que não se pode admitir, porém, é a <strong><u>indefinida reabertura de fases processuais</u></strong> já preclusas, mediante requerimentos protelatórios e repetitivos, <strong><u>tampouco a rediscussão de coisa julgada material de feito diverso</u></strong>, cabendo sua postulação na via processual adequada.</p> <p>Nesse sentido, ao julgar a Correição Parcial n. 2000252-25.2026.9.13.0005 interposta pela Defesa do 2º Ten PM <span>Guilherme Soares Mota</span>, o E. TJMMG assentou que:</p> <p>"<strong><u>Quanto ao indeferimento de outras diligências requeridas pela defesa, como a requisição de detalhada documentação funcional, a decisão também se mostra acertada, pois o magistrado, como destinatário final da prova, possui a prerrogativa de indeferir, de forma fundamentada, aquelas que se mostrem irrelevantes ou meramente protelatórias, o que foi feito com acerto</u></strong>, ao ser realizada ponderação de que o Extrato de Registros Funcionais (ERF) já seria suficiente para a análise da conduta do militar.</p> <p>De igual modo, contrariamente ao que pleiteia a defesa, a simples substituição de patronos pelos acusados não tem o condão de invalidar atos processuais já realizados.</p> <p>A defesa sustenta que o defensor dativo nomeado pelo Juízo da Comarca de Montalvânia não formulou perguntas na audiência realizada em 23/04/2018, todavia verifica-se que o defensor dativo acompanhou a oitiva e exerceu o encargo para o qual fora nomeado, ainda que tenha optado por não formular questionamentos.</p> <p>Cumpre destacar que a eventual opção estratégica do defensor dativo de não formular perguntas não configura ausência ou deficiência de defesa técnica. A atuação do advogado é pautada por autonomia profissional, sendo inviável presumir-se prejuízo pelo simples fato de não ter havido adoção de linha de questionamento específica.</p> <p>Diante dos fatos, não existe nulidade, nem cerceamento de defesa ou prejuízo demonstrado, devendo ser preservada a validade dos atos processuais regularmente praticados, uma vez que o pedido formulado revela mero inconformismo com a estratégia da defesa anteriormente praticada.</p> <p><strong><u>Acertada foi a decisão de indeferimento de diligências requeridas pela defesa, consideradas impertinentes, desnecessárias ou protelatórias ao deslinde da ação penal, o que encontra respaldo no poder de direção do processo atribuído ao magistrado, que, na condição de destinatário da prova, pode indeferir requerimentos que não contribuam para o esclarecimento da verdade dos fatos</u></strong>." (<span>processo 2000252-25.2026.9.13.0005/TJM, evento 23, ACOR1</span>)</p> <p>Ante o exposto, <u><strong>RECONSIDERO</strong></u> a decisão de <em>Evento 542</em> e determino a intimação das Defesas para apresentarem suas <strong><u>alegações finais escritas</u></strong> no prazo legal de 08 (oito) dias.</p> <p>Após, retornem os autos conclusos para sentença.</p> <p> </p> <p>Cumpra-se.</p> <p> </p> <p>Belo Horizonte/MG, data da assinatura eletrônica.</p> <p> </p> <p><strong>BRUNO CORTEZ TORRES CASTELO BRANCO</strong></p> <p>Juiz de Direito Substituto da 5ª AJME</p></section> <section> </section> <section> <p> </p> <hr> <p> </p></section> <footer> </footer></article></body></html>
06/05/2026, 00:00Documentos
DESPACHO
•06/05/2026, 17:28
DECISÃO
•05/05/2026, 12:13
DECISÃO
•28/04/2026, 21:33
DESPACHO
•17/04/2026, 16:16
DECISÃO
•13/04/2026, 19:06
ATA DE AUDIÊNCIA
•27/03/2026, 17:29
ATA DE AUDIÊNCIA
•09/03/2026, 12:34
DECISÃO
•06/03/2026, 11:25
DESPACHO
•03/03/2026, 18:34
DESPACHO
•20/02/2026, 18:19
DECISÃO
•04/02/2026, 19:01
ATO ORDINATÓRIO
•26/01/2026, 16:21
ATO ORDINATÓRIO
•26/01/2026, 16:21
DECISÃO
•20/01/2026, 16:38
DESPACHO
•26/06/2024, 18:16