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2000015-06.2026.9.13.0000

Revisao CriminalPeculatoPeculatoCrimes contra a Administração MilitarDIREITO PENAL MILITAR
TJMMG2° GrauEm andamento
Data de Distribuicao
05/02/2026
Valor da Causa
R$ 0,00
Orgao julgador
Gab. Desembargador Socrates Edgard dos Anjos
Partes do Processo
Nenhuma parte cadastrada
Advogados / Representantes
Nenhum advogado cadastrado
Movimentacoes

Publicado no DJEN - no dia 30/04/2026 - Refer. aos Eventos: 28, 29, 30

30/04/2026, 00:00

12266 - Confirmada a intimação eletrônica - Refer. ao Evento: 31

29/04/2026, 17:33

PETIÇÃO PROTOCOLADA JUNTADA - Refer. ao Evento: 31

29/04/2026, 17:33

Disponibilizado no DJEN - no dia 29/04/2026 - Refer. aos Eventos: 28, 29, 30

29/04/2026, 02:10

Publicacao/Comunicacao Intimação Acórdão - <html> <head> <meta> <style></style> </head> <body> <article> <header> <div></div> <div></div> </header> <section><b>Revis&atilde;o Criminal (Pleno) N&ordm; 2000015-06.2026.9.13.0000/</b></section> <section><b><table><tr><td>RELATOR</td><td>: Desembargador SOCRATES EDGARD DOS ANJOS</td></tr><tr><td>REQUERENTE</td><td>: JULIAN ADEMIR LEANDRO</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: HEVERTON VIANA DE BARCELOS (OAB MG165138)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: LEOPOLDO DE VASCONCELOS MARIA (OAB MG184702)</td></tr><tr><td>REQUERENTE</td><td>: CLEIZON ANTONIO SANTOS DE JESUS</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: HEVERTON VIANA DE BARCELOS (OAB MG165138)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: LEOPOLDO DE VASCONCELOS MARIA (OAB MG184702)</td></tr><tr><td>REQUERENTE</td><td>: GABRIEL RODRIGUES MONTENEGRO DE ALMEIDA</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: HEVERTON VIANA DE BARCELOS (OAB MG165138)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: LEOPOLDO DE VASCONCELOS MARIA (OAB MG184702)</td></tr></table></b></section> <section> <p align="center">EMENTA</p> </section> <section> <p><strong><em>Ementa</em></strong>: DIREITO PROCESSUAL PENAL MILITAR. REVIS&Atilde;O CRIMINAL. PECULATO CULPOSO. PRELIMINAR DE OF&Iacute;CIO. AUS&Ecirc;NCIA DE CERTID&Atilde;O DO TR&Acirc;NSITO EM JULGADO. N&Atilde;O CONHECIMENTO.</p> <p><strong>I. CASO EM EXAME</strong></p> <p>1. Revis&atilde;o criminal proposta com a finalidade de desconstituir acord&atilde;o de apela&ccedil;&atilde;o, sob a alega&ccedil;&atilde;o de surgimento de novas provas da inoc&ecirc;ncia dos condenados, bem como de ter sido a condena&ccedil;&atilde;o manifestamente contr&aacute;ria &agrave; evid&ecirc;ncia dos autos.</p> <p><strong>II. QUEST&Atilde;O EM DISCUSS&Atilde;O</strong></p> <p>2. A discuss&atilde;o consiste em saber se est&atilde;o presentes os pressupostos necess&aacute;rios para a admissibilidade da a&ccedil;&atilde;o revisional e, caso positivo, se s&atilde;o procedentes os argumentos de que a prova nova apresentada se mostra apta a comprovar a inoc&ecirc;ncia dos condenados e/ou de que a condena&ccedil;&atilde;o imposta foi manifestamente contr&aacute;ria &agrave; evid&ecirc;ncia dos autos.</p> <p><strong>III. RAZ&Otilde;ES DE DECIDIR</strong></p> <p>3. Ausente pressuposto indispens&aacute;vel para a propositura da a&ccedil;&atilde;o revisional, consubstanciado na certid&atilde;o de tr&acirc;nsito em julgado da decis&atilde;o que se pretende desconstituir, n&atilde;o se deve conhecer do pedido revisional, nos termos do art. 555, &sect;1&ordm;, do C&oacute;digo de Processo Penal Militar.</p> <p><strong>IV. DISPOSITIVO</strong></p> <p>5. Pedido revisional do qual n&atilde;o se conhece.</p> <p><em>______________</em></p> <p><em>Dispositivo relevante citado</em>: CPPM, art. 551, &sect;1&ordm; do CPPM.</p> <p><em>Jurisprud&ecirc;ncia relevante citada</em>: STJ, HC n. 203.422/PI, Rel. Ministra Laurita Vaz, Quinta Turma, DJe de 26/3/2013; REsp 1107723/MS, Rel. Ministra Laurita Vaz, Quinta Turma, DJe 25/04/2011.</p> <p>TJMG, Revis&atilde;o Criminal 1.0000.25.323079-1/000, Relatora: Des. Valeria Rodrigues, 1&ordm; GRUPO DE C&Acirc;MARAS CRIMINAIS, publica&ccedil;&atilde;o da s&uacute;mula em 10/02/2026; Revis&atilde;o Criminal 1.0000.25.242960-0/000, Relator(a): Des. Octavio Augusto De Nigris Boccalini, 1&ordm; GRUPO DE C&Acirc;MARAS CRIMINAIS, publica&ccedil;&atilde;o da s&uacute;mula em 15/10/2025.</p></section> <section> <p align="center">AC&Oacute;RD&Atilde;O</p> </section> <section> <p>Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, acordam os desembargadores do Tribunal Pleno por unanimidade, em n&atilde;o conhecer da presente revis&atilde;o criminal.</p> <p>Fez sustenta&ccedil;&atilde;o oral o advogado Heverton Viana de Barcelos.</p> <p><strong>RELAT&Oacute;RIO</strong></p> <p>Trata-se de revis&atilde;o criminal proposta por Cleizon Ant&ocirc;nio Santos de Jesus, <span>Julian Ademir Leandro</span> e Gabriel Rodrigues Monteiro de Almeida, com fulcro no art. 550 e art. 551, ambos do C&oacute;digo de Processo Penal Militar (CPPM), com o objetivo de desconstituir o decreto penal condenat&oacute;rio estabelecido nos autos do Processo de n. 0000639-82.2009.9.13.0001.</p> <p> Inicialmente, a defesa dos requerentes mencionou que a revis&atilde;o criminal constitui instrumento excepcional de tutela da justi&ccedil;a material, destinado a corrigir erro judici&aacute;rio quando a coisa julgada penal se revela incompat&iacute;vel com a verdade real e com as garantias fundamentais do acusado.</p> <p> Alegou, com amparo no &ldquo;art. 551, inciso I&rdquo;, do CPPM, <strong>que a revis&atilde;o &eacute; cab&iacute;vel quando, ap&oacute;s a condena&ccedil;&atilde;o, surgirem novas provas da inoc&ecirc;ncia do condenado ou circunst&acirc;ncia que autorize absolvi&ccedil;&atilde;o ou modifica&ccedil;&atilde;o substancial do julgado.</strong> Aduziu que o fato novo no caso em tela consistiu na retrata&ccedil;&atilde;o formal e espont&acirc;nea e qualificada das supostas v&iacute;timas, as quais reconheceram que os depoimentos foram prestados sob coa&ccedil;&atilde;o moral irresist&iacute;vel.</p> <p> Nesse sentido, sustentou que a desconstitui&ccedil;&atilde;o do julgado &eacute; medida que se imp&otilde;e, devendo ser alterado o fundamento que amparou a absolvi&ccedil;&atilde;o dos requerentes, da al&iacute;nea &ldquo;e&rdquo; para a &ldquo;a&rdquo; ou &ldquo;b&rdquo;, por revelar que a prova nuclear da condena&ccedil;&atilde;o era falsa em sua origem.</p> <p> Salientou que o decreto condenat&oacute;rio foi mantido apesar do reconhecimento, pelo pr&oacute;prio Tribunal, de d&uacute;vida quanto a materialidade, a autoria e a credibilidade da prova oral e, ademais, a superveni&ecirc;ncia do fato novo, e que tal d&uacute;vida se transforma em certeza negativa, evidenciando erro judici&aacute;rio manifesto.</p> <p> Em seguida, relatou a defesa que, na data de 27 de dezembro de 2008, os requerentes, policiais militares lotados no 16&ordm; BPM, encontravam-se no exerc&iacute;cio regular de suas fun&ccedil;&otilde;es institucionais, realizando dilig&ecirc;ncia de rotina no bairro Aar&atilde;o Reis. Alegou que, somente ap&oacute;s a atua&ccedil;&atilde;o policial, os requerentes passaram a ser acusados por Jo&atilde;o Flor&ecirc;ncio dos Reis da suposta pr&aacute;tica dos crimes de peculato (art. 303, &sect;2&ordm;, do CPM) e prevarica&ccedil;&atilde;o (art. 319 do CPM), imputa&ccedil;&otilde;es que serviram de fundamento tanto para a instaura&ccedil;&atilde;o de procedimentos administrativos quanto para a posterior a&ccedil;&atilde;o penal militar.</p> <p> Informou ainda que, em decorr&ecirc;ncia dessas acusa&ccedil;&otilde;es, os requerentes foram exclu&iacute;dos da corpora&ccedil;&atilde;o no ano de 2011, ap&oacute;s procedimento administrativo.</p> <p> Argumentou que a atua&ccedil;&atilde;o profissional e incisiva dos requerentes gerou retalia&ccedil;&otilde;es de traficantes locais que passaram a coagir moradores da regi&atilde;o, especialmente as testemunhas que figurariam como v&iacute;timas, com o objetivo deliberado de forjar acusa&ccedil;&otilde;es capazes de afastar os policiais da &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o.</p> <p> Alegou que o n&uacute;cleo dessa coa&ccedil;&atilde;o foi exercido por Leandro da Costa Dias, conhecido como &ldquo;Cachorrinho&rdquo;, traficante de alta periculosidade e, &agrave; &eacute;poca, l&iacute;der do crime local, o qual amea&ccedil;ou as testemunhas, caso elas n&atilde;o imputassem falsamente condutas il&iacute;citas aos requerentes.</p> <p> Segundo a defesa, nesse cen&aacute;rio de coa&ccedil;&atilde;o moral irresist&iacute;vel, as testemunhas foram constrangidas a construir uma narrativa fantasiosa, imputando aos requerentes crimes que n&atilde;o ocorreram.</p> <p> Afirmou que, na fase judicial, as testemunhas n&atilde;o conseguiram sustentar coer&ecirc;ncia narrativa, surgindo contradi&ccedil;&otilde;es e imprecis&otilde;es relevantes, inclusive manifesta&ccedil;&otilde;es indiretas de temor, a exemplo dos depoimentos de Cl&eacute;sio e Watilla, que chegaram a indicar que prestaram declara&ccedil;&otilde;es anteriores por medo.</p> <p> Dessa forma, alegou que tais v&iacute;cios probat&oacute;rios n&atilde;o foram devidamente enfrentados pelos julgadores, prevalecendo uma condena&ccedil;&atilde;o formalmente v&aacute;lida, mas materialmente injusta.</p> <p> Asseverou que a verdade somente emergiu ap&oacute;s o falecimento do coator Leandro da Costa Dias, pois, cessado o perigo iminente, as supostas v&iacute;timas formalizaram declara&ccedil;&otilde;es escritas, com reconhecimento de firma em cart&oacute;rio, retratando-se integralmente e afirmando, de maneira inequ&iacute;voca, que jamais houve abordagem ilegal, abusiva ou criminosa, reconhecendo, assim, que os requerentes atuaram no estrito exerc&iacute;cio da fun&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica.</p> <p> Alegou que o fato novo esvaziou, por completo, a condena&ccedil;&atilde;o, porquanto a prova oral que sustentou o decreto condenat&oacute;rio se revelou falsa em sua origem, j&aacute; que produzida mediante amea&ccedil;a criminosa.</p> <p> Reiterou que o cerne da presente a&ccedil;&atilde;o repousa na inequ&iacute;voca exist&ecirc;ncia de fato novo superveniente, apto a conduzir &agrave; desconstitui&ccedil;&atilde;o do decreto condenat&oacute;rio, nos termos expressos do &ldquo;art. 550, inciso III, do C&oacute;digo de Processo Penal Militar&rdquo;.</p> <p> No mesmo contexto, alegou que &ldquo;<em>A revis&atilde;o do julgado tamb&eacute;m se imp&otilde;e porque, mesmo &agrave; luz de uma an&aacute;lise estritamente t&iacute;pica e jur&iacute;dica, os fatos imputados jamais se amoldaram aos tipos penais de peculato (art. 303, &sect;2&ordm;, do CPM) e prevarica&ccedil;&atilde;o (art. 319 do CPM), o que refor&ccedil;a a necessidade de absolvi&ccedil;&atilde;o por outro tipo penal&rdquo;</em>.</p> <p> Quanto ao crime de peculato, alegou a inexist&ecirc;ncia de elemento probat&oacute;rio id&ocirc;neo que demonstre a subtra&ccedil;&atilde;o, apropria&ccedil;&atilde;o ou desvio de bem sob a guarda dos requerentes. Aduziu que a retrata&ccedil;&atilde;o das supostas v&iacute;timas afastou por completo a narrativa de reten&ccedil;&atilde;o il&iacute;cita de valores ou bens.</p> <p> J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao crime de prevarica&ccedil;&atilde;o, disse que n&atilde;o restou demonstrado que os requerentes tenham deixado de praticar ato funcional, retardado provid&ecirc;ncia legal ou atuado por interesse pessoal.</p> <p> Lado outro, sustentou <strong>o pedido revisional sob a alega&ccedil;&atilde;o de que a condena&ccedil;&atilde;o se revelou &ldquo;manifestamente contr&aacute;ria &agrave; evid&ecirc;ncia dos autos</strong>, situa&ccedil;&atilde;o que, por si s&oacute;, autoriza e imp&otilde;e a atua&ccedil;&atilde;o do ju&iacute;zo revisional, sobretudo quando examinada &agrave; luz do art. 551, inciso I, do C&oacute;digo de Processo Penal Militar, que exige, de forma substancial, a exposi&ccedil;&atilde;o clara do erro judici&aacute;rio e de seus fundamentos&rdquo;.</p> <p> Disse que restou evidente o descompasso entre o conte&uacute;do probat&oacute;rio e a conclus&atilde;o condenat&oacute;ria adotada, que foi constru&iacute;da exclusivamente sobre prova oral, proveniente das supostas v&iacute;timas, sem qualquer elemento material que a corroborasse.</p> <p> Ainda nessa seara, afirmou que os referidos depoimentos, que foram tomados como verdade absoluta, al&eacute;m de se apresentarem fr&aacute;geis desde sua ess&ecirc;ncia, foram desconstitu&iacute;dos com o surgimento da prova nova, que demonstrou que a sua produ&ccedil;&atilde;o se deu <em>&ldquo;sob grave coa&ccedil;&atilde;o moral irresist&iacute;vel, exercida por traficante de alta periculosidade que dominava a regi&atilde;o&rdquo;</em>.</p> <p> Destacou que essa circunst&acirc;ncia invalidat&oacute;ria n&atilde;o visa criar uma nova tese defensiva ou a rediscutir a mat&eacute;ria, mas sim explicitar, de forma retroativa e abrangente, todos os v&iacute;cios at&eacute; ent&atilde;o constatados no conjunto probat&oacute;rio, que culminou na configura&ccedil;&atilde;o do erro judici&aacute;rio cometido desde a forma&ccedil;&atilde;o da culpa e na equivocada condena&ccedil;&atilde;o.</p> <p> Em outra via, informou que a absolvi&ccedil;&atilde;o firmada nos autos da A&ccedil;&atilde;o Penal Militar n. 0000639-82.2009.9.13.0001 se deu com fulcro na al&iacute;nea &ldquo;e&rdquo; do art. 439 do CPPM, que diz respeito &agrave; insufici&ecirc;ncia de provas para a condena&ccedil;&atilde;o. Entende, contudo, que <em>&ldquo;o fundamento adotado n&atilde;o corresponde &agrave; realidade f&aacute;tica e jur&iacute;dica efetivamente demonstrada nos autos&rdquo;</em>, configurando, mais uma vez, erro judici&aacute;rio e motiva&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica inadequada para a capitula&ccedil;&atilde;o absolut&oacute;ria, hip&oacute;tese pass&iacute;vel de corre&ccedil;&atilde;o pela via revisional.</p> <p> A esse respeito, disse que, no caso dos autos, as provas produzidas na persecu&ccedil;&atilde;o penal, somadas ao fato superveniente, apontam pelo caminho da inexist&ecirc;ncia de crime, hip&oacute;tese que melhor se amolda &agrave; al&iacute;nea &ldquo;a&rdquo; (estar provada a inexist&ecirc;ncia do fato, ou n&atilde;o haver prova da sua exist&ecirc;ncia) ou &ldquo;b&rdquo; (n&atilde;o constituir o fato infra&ccedil;&atilde;o penal) do art. 439 do CPPM.</p> <p> Asseverou que a manuten&ccedil;&atilde;o da absolvi&ccedil;&atilde;o pela al&iacute;nea &ldquo;e&rdquo; induz &agrave; ideia da possibilidade da ocorr&ecirc;ncia dos fatos criminosos, o que n&atilde;o condiz com a verdade real, inclusive e especialmente pelas declara&ccedil;&otilde;es posteriores das supostas v&iacute;timas, que negaram a ocorr&ecirc;ncia das condutas imputadas aos recorrentes e afirmaram que os depoimentos anteriormente prestados foram realizados sob coa&ccedil;&atilde;o moral irresist&iacute;vel.</p> <p> Entende, por isso, como necess&aacute;ria a requalifica&ccedil;&atilde;o da absolvi&ccedil;&atilde;o para o art. 439, al&iacute;nea &ldquo;a&rdquo;, do CPPM, uma vez que as provas dos autos demonstram, de forma inequ&iacute;voca, que os fatos criminosos jamais ocorreram.</p> <p> De forma subsidi&aacute;ria, suscitou a aplica&ccedil;&atilde;o da al&iacute;nea &ldquo;b&rdquo; do art. 439 do CPPM para embasar a decis&atilde;o absolut&oacute;ria, sob o fundamento da aus&ecirc;ncia de autoria v&aacute;lida, tendo em vista o reconhecimento da falsidade dos depoimentos.</p> <p>Ao final, requereu a proced&ecirc;ncia da revis&atilde;o criminal, nos seguintes termos:</p> <p>[...]</p> <p><strong>b) O reconhecimento formal da exist&ecirc;ncia, idoneidade, relev&acirc;ncia e imprescindibilidade do fato novo</strong>, consubstanciado nas declara&ccedil;&otilde;es das supostas v&iacute;timas, prestadas de forma espont&acirc;nea, formal e livre de coa&ccedil;&atilde;o, aptas a desconstituir a base f&aacute;tica anteriormente considerada;</p> <p><strong>c) O reconhecimento do erro judici&aacute;rio quanto ao fundamento absolut&oacute;rio adotado no v. ac&oacute;rd&atilde;o</strong>, especificamente no que se refere &agrave; absolvi&ccedil;&atilde;o fundada no art. 439, al&iacute;nea &ldquo;e&rdquo;, do CPPM;</p> <p><strong>d) A proced&ecirc;ncia da revis&atilde;o criminal para o fim de modificar o fundamento da absolvi&ccedil;&atilde;o</strong>, a fim de que passe a constar:</p> <p><strong>d.1) a absolvi&ccedil;&atilde;o dos Requerentes com fundamento no art. 439, al&iacute;nea &ldquo;a&rdquo;, do C&oacute;digo de Processo Penal Militar</strong>, em raz&atilde;o da inexist&ecirc;ncia do fato t&iacute;pico imputado (peculato e prevarica&ccedil;&atilde;o);</p> <p><strong>d.2) subsidiariamente</strong>, caso assim n&atilde;o se entenda, <strong>a absolvi&ccedil;&atilde;o com fundamento no art. 439, al&iacute;nea &ldquo;b&rdquo;, do CPPM</strong>, diante da inexist&ecirc;ncia de autoria v&aacute;lida atribu&iacute;vel aos Requerentes;</p> <p>Em ju&iacute;zo de cogni&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria, determinei a abertura de &ldquo;vista&rdquo; &agrave; Procuradoria de Justi&ccedil;a (Evento 6). </p> <p>O eminente procurador de justi&ccedil;a atuante nesta Corte castrense manifestou-se nos seguintes termos:<strong> </strong></p> <p>De in&iacute;cio, considerando que a revis&atilde;o criminal possui natureza de verdadeira a&ccedil;&atilde;o, &eacute; de se analisar a quest&atilde;o de sua admissibilidade, cujos pressupostos gerais s&atilde;o aqueles previstos para todas as a&ccedil;&otilde;es, al&eacute;m dos espec&iacute;ficos &agrave; seara militar, taxativamente indicados no artigo 551 do C&oacute;digo de Processo Penal Militar.</p> <p>De uma an&aacute;lise atenta da peti&ccedil;&atilde;o inicial, fica claro que, sem lastro em prova nova ou em argumentos concretos que respaldem a alega&ccedil;&atilde;o de que o decreto condenat&oacute;rio &eacute; manifestamente contr&aacute;rio &agrave; prova dos autos, os requerentes utilizam a via revisional buscando rediscutir mat&eacute;ria probat&oacute;ria j&aacute; apreciada nas inst&acirc;ncias ordin&aacute;rias, por terem sido condenados pela pr&aacute;tica do delito de peculato culposo, sustentando a inexist&ecirc;ncia de elementos seguros e isentos de que tenham cometido o mencionado crime, j&aacute; que a decis&atilde;o teria se baseado nos relatos das v&iacute;timas, as quais se retrataram, conforme se extrai do conte&uacute;do do Termo de Declara&ccedil;&atilde;o acostado nos autos (evento 1 - DECL29).</p> <p>Ocorre que o Termo de Declara&ccedil;&atilde;o registrado em cart&oacute;rio extrajudicial, no qual as v&iacute;timas informaram que os fatos n&atilde;o teriam ocorrido da maneira por elas narrada durante a a&ccedil;&atilde;o penal, n&atilde;o possui o cond&atilde;o de afastar os elementos de prova colhidos em ju&iacute;zo, sobretudo porque n&atilde;o h&aacute; como se perquirir, de plano, as raz&otilde;es que levaram os ofendidos &agrave; modifica&ccedil;&atilde;o de suas vers&otilde;es, sendo certo que a aus&ecirc;ncia de submiss&atilde;o da prova nova aos devido processo legal, contradit&oacute;rio e ampla defesa por meio de procedimento pr&oacute;prio e pr&eacute;vio fragiliza o conte&uacute;do dos relatos.</p> <p>A revis&atilde;o criminal n&atilde;o se presta &agrave; mera reinterpreta&ccedil;&atilde;o do conjunto probat&oacute;rio examinado no processo origin&aacute;rio, admitindo-se apenas quando demonstrada, de forma objetiva, a exist&ecirc;ncia de elemento probat&oacute;rio novo dotado de aptid&atilde;o para evidenciar erro judici&aacute;rio, circunst&acirc;ncia n&atilde;o verificada na hip&oacute;tese.</p> <p>De mais a mais, muito embora os peticion&aacute;rios aleguem haverem sido absolvidos em 2&ordm; grau nos autos de origem (evento 1 - PET1 e INIC31 - fls. 02 e 10/12), a realidade &eacute; que, quanto ao delito do artigo 303, &sect; 3&ordm;, do CPM, o voto que absolveu os ent&atilde;o acusados por insufici&ecirc;ncia de provas (art. 439, al&iacute;nea &ldquo;e&rdquo;, CPPM) se trata de posicionamento vencido, consoante pode ser verificado do ac&oacute;rd&atilde;o datado de 03/07/2012 (evento 1 - JUNTADA24 - fls. 182/184 e JUNTADA25 - fls. 01/27)</p> <p>Sendo assim, inexiste, nos moldes do que preceitua o artigo 551, al&iacute;nea &ldquo;c&rdquo;, do C&oacute;digo de Processo Penal Militar, qualquer <strong><u>prova</u></strong> nova que possa fundamentar o pretendido reconhecimento da inexist&ecirc;ncia do fato ou da autoria, at&eacute; porque o Termo trazido &agrave; an&aacute;lise, produzido de maneira unilateral, logo sem a submiss&atilde;o pr&eacute;via ao procedimento de justifica&ccedil;&atilde;o criminal, mostra-se insuficiente para fundamentar a presente revis&atilde;o.</p> <p>Pelo exposto, a Procuradoria de Justi&ccedil;a opina pela <strong><u>improced&ecirc;ncia</u></strong> da revis&atilde;o criminal com a manuten&ccedil;&atilde;o da decis&atilde;o que condenou os ex-Cb PM <span>JULIAN ADEMIR LEANDRO</span>, ex-Sd PM <span>GABRIEL RODRIGUES MONTENEGRO DE ALMEIDA</span> e ex-Sd PM CLEIZON ANT&Ocirc;NIO SANTOS DE JESUS nas san&ccedil;&otilde;es do artigo 303, &sect; 3&ordm;, do C&oacute;digo Penal Militar.</p> <p>(Evento9, PARECER1)</p> <p>&Eacute; o relat&oacute;rio.</p> <p><strong>VOTOS</strong></p> <p><strong>DESEMBARGADOR S&Oacute;CRATES EDGARD DOS ANJOS, RELATOR</strong></p> <p>Trata-se de revis&atilde;o criminal proposta pelos ex-militares Cleizon Ant&ocirc;nio Santos de Jesus, <span>Julian Ademir Leandro</span> e Gabriel Rodrigues Monteiro de Almeida, com a finalidade de desconstituir o ac&oacute;rd&atilde;o proferido nos autos da Apela&ccedil;&atilde;o Criminal n. 0000639-82.2009.9.13.0001 (Evento 1, JUNTADA24, p&aacute;gs. 182/184 e JUNTADA25, p&aacute;gs. 1/27), que deu parcial provimento ao recurso interposto pelos ora requerentes, para desclassificar a conduta criminosa tipificada no art. 303, &sect; 2&ordm; (peculato-furto) para aquela prevista no art. 303, &sect; 3&ordm; (peculato culposo), ambos do C&oacute;digo Penal Militar (CPM), impondo, a cada um, a pena de 3 (tr&ecirc;s) meses de deten&ccedil;&atilde;o. No mesmo julgado, a colenda Segunda C&acirc;mara decidiu, ainda, absolver o requerente Cleizon Ant&ocirc;nio Santos de Jesus em rela&ccedil;&atilde;o ao crime de atentado violento ao pudor, fazendo-o nos termos do art. 439, &ldquo;e&rdquo;, do C&oacute;digo de Processo Penal Militar (CPPM).</p> <p><strong>Preliminar</strong></p> <p>De of&iacute;cio, suscito a preliminar de n&atilde;o conhecimento da presente a&ccedil;&atilde;o.</p> <p>Da detida an&aacute;lise dos autos, verifico que os requerentes n&atilde;o instru&iacute;ram o pedido com a certid&atilde;o de tr&acirc;nsito em julgado da condena&ccedil;&atilde;o, pressuposto indispens&aacute;vel para o ingresso da a&ccedil;&atilde;o revisional, consoante o disposto no art. 555, &sect; 1&ordm;, do CPPM, <em>in verbis</em>:</p> <p>Art. 555. O pedido ser&aacute; dirigido ao presidente do Tribunal e, depois de autuado, distribu&iacute;do a um relator e a um revisor, devendo funcionar como relator, de prefer&ecirc;ncia, ministro que n&atilde;o tenha funcionado anteriormente como relator ou revisor.</p> <p>&sect; 1&ordm; <strong><u>O requerimento ser&aacute; instru&iacute;do com certid&atilde;o de haver transitado em julgado a senten&ccedil;a condenat&oacute;ria </u></strong>e com as pe&ccedil;as necess&aacute;rias &agrave; comprova&ccedil;&atilde;o dos fatos arg&uuml;&iacute;dos.</p> <p>Meu destaque</p> <p>Nesse sentido, &eacute; o entendimento do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a:</p> <p>HABEAS CORPUS. HOMIC&Iacute;DIO QUALIFICADO. CERTID&Atilde;O DE TR&Acirc;NSITO EM JULGADO DA CONDENA&Ccedil;&Atilde;O: PRESSUPOSTO PROCESSUAL DE VALIDADE CUJA AUS&Ecirc;NCIA IMPEDE O CORRETO DESENVOLVIMENTO DA A&Ccedil;&Atilde;O DE REVIS&Atilde;O CRIMINAL. JURIDICIDADE DA DECIS&Atilde;O NA QUAL O DESEMBARGADOR-RELATOR EXTINGUIU REFERIDA VIA PROCESSUAL SEM RESOLVER SEU M&Eacute;RITO, &Agrave; M&Iacute;NGUA DA JUNTADA DA REFERIDA PE&Ccedil;A PELA PARTE REQUERENTE. ORDEM DE HABEAS CORPUS DENEGADA.</p> <p>1. Conforme j&aacute; se consignou em julgamento proferido por esta Quinta Turma do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a, "[o] art. 625, &sect; 1.&ordm; do CPP afirma que compete ao requerente a correta instru&ccedil;&atilde;o do pedido de revis&atilde;o criminal, sendo indispens&aacute;vel a certid&atilde;o de haver passado em julgado a senten&ccedil;a condenat&oacute;ria, al&eacute;m das pe&ccedil;as necess&aacute;rias &agrave; comprova&ccedil;&atilde;o dos fatos arg&uuml;idos" (HC 92.951/PB, Rel. Ministro NAPOLE&Atilde;O NUNES MAIA FILHO, julgado em 28/10/2008, DJe 24/11/2008).</p> <p>2. Na esp&eacute;cie, &agrave; m&iacute;ngua da juntada da certid&atilde;o do tr&acirc;nsito em julgado da condena&ccedil;&atilde;o, tem-se por correta a decis&atilde;o na qual o Desembargador-Relator extinguiu revis&atilde;o criminal sem resolver seu m&eacute;rito, por falta de pressuposto processual de validade que impede o correto desenvolvimento do feito.</p> <p>3. Ordem de habeas corpus denegada.</p> <p>(HC n. 203.422/PI, relatora Ministra Laurita Vaz, Quinta Turma, julgado em 19/3/2013, DJe de 26/3/2013.)</p> <p> PROCESSUAL PENAL. REVIS&Atilde;O CRIMINAL. ART. 621, INCISO III, DO C&Oacute;DIGO DE PROCESSO PENAL. SUPOSTA EXIST&Ecirc;NCIA DE NOVAS PROVAS. PRESSUPOSTO ESSENCIAL. SENTEN&Ccedil;A CONDENAT&Oacute;RIA TRANSITADA EM JULGADO. IMPOSSIBILIDADE DE DESCONSTITUI&Ccedil;&Atilde;O DA HOMOLOGA&Ccedil;&Atilde;O REALIZADA COM ESTEIO NO ART. 76 DA LEI N.&ordm; 9.099/95. TRANSA&Ccedil;&Atilde;O PENAL. 1. A a&ccedil;&atilde;o de revis&atilde;o criminal ajuizada com fulcro no inciso III do art. 621 do Estatuto Processual pressup&otilde;e uma reexame da senten&ccedil;a condenat&oacute;ria transitada em julgado, pois, nos termos do art. 625, &sect; 1.&ordm;, do C&oacute;digo de Processo Penal, o pedido revisional deve ser instru&iacute;do com a certid&atilde;o de tr&acirc;nsito julgado de senten&ccedil;a condenat&oacute;ria e com as pe&ccedil;as necess&aacute;rias &agrave; comprova&ccedil;&atilde;o dos fatos arguidos. 2. (...). (REsp 1107723/MS, Rel. Ministra LAURITA VAZ, QUINTA TURMA, julgado em 07/04/2011, DJe 25/04/2011)</p> <p>No mesmo sentido, segue o entendimento do Tribunal de Justi&ccedil;a do Estado de Minas Gerais:</p> <p>EMENTA: APELA&Ccedil;&Atilde;O CRIMINAL - AMEA&Ccedil;A - VIOL&Ecirc;NCIA DOM&Eacute;STICA - ABSOLVI&Ccedil;&Atilde;O - IMPOSSIBILIDADE - MATERIALIDADE, AUTORIA E TIPICIDADE COMPROVADAS - DOLO ESPEC&Iacute;FICO CONFIGURADO - CONDENA&Ccedil;&Atilde;O MANTIDA - DECOTE DA CIRCUNST&Acirc;NCIA AGRAVANTE DA REINCID&Ecirc;NCIA - NECESSIDADE. RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. - Comprovadas a materialidade e a autoria do crime de amea&ccedil;a, invi&aacute;vel o acolhimento do pedido de absolvi&ccedil;&atilde;o.</p> <p>- A palavra da v&iacute;tima, no delito praticado em ambiente dom&eacute;stico, possui especial valor probat&oacute;rio, principalmente quando corroborada por outras evid&ecirc;ncias. - O dolo do crime de amea&ccedil;a consiste na finalidade de incutir temor, sendo irrelevante a inten&ccedil;&atilde;o do agente em concretizar o mal prometido, conforme doutrina e precedentes.</p> <p>- Constatado que as certid&otilde;es de antecedentes criminais do agente n&atilde;o registram senten&ccedil;as penais condenat&oacute;rias com tr&acirc;nsito em julgado anteriores ao fato descrito na den&uacute;ncia, imp&otilde;e-se o afastamento da agravante prevista no art. 61, inciso I, do C&oacute;digo Penal (reincid&ecirc;ncia), com a consequente revis&atilde;o do procedimento dosim&eacute;trico. </p> <p>(TJMG - Apela&ccedil;&atilde;o Criminal 1.0000.25.211370-9/001, Relator(a): Des.(a) Mauro Riuji Yamane (JD Convocado), N&uacute;cleo de Justi&ccedil;a 4.0 - Crimin, julgamento em 02/03/2026, publica&ccedil;&atilde;o da s&uacute;mula em 03/03/2026)</p> <p> EMENTA: REVIS&Atilde;O CRIMINAL - TR&Aacute;FICO DE DROGAS - N&Atilde;O CONHECIMENTO - OCORR&Ecirc;NCIA - AUS&Ecirc;NCIA DA CERTID&Atilde;O DE TR&Acirc;NSITO EM JULGADO. Ausente pressuposto indispens&aacute;vel para a propositura da a&ccedil;&atilde;o revisional, consubstanciado na certid&atilde;o da decis&atilde;o rescindenda, deve o pedido revisional n&atilde;o ser conhecido, nos termos do art. 625, &sect;1&ordm;, do C&oacute;digo de Processo Penal. (TJMG - Revis&atilde;o Criminal 1.0000.25.323079-1/000, Relator(a): Des.(a) Valeria Rodrigues, 1&ordm; GRUPO DE C&Acirc;MARAS CRIMINAIS, julgamento em 10/02/2026, publica&ccedil;&atilde;o da s&uacute;mula em 10/02/2026)</p> <p>Destarte, ausente o requisito previsto no art. 555, &sect; 1&ordm;, do CPPM, mister se faz o n&atilde;o conhecimento do pedido revisional.</p> <p>Pelo exposto, <strong>n&atilde;o conhe&ccedil;o</strong> da presente revis&atilde;o criminal.</p> <p>&Eacute; como voto.</p> <p> </p> <p><strong>DESEMBARGADOR FERNANDO ARMANDO RIBEIRO</strong></p> <p> Acompanho raz&otilde;es e voto do e. desembargador relator. </p> <p> </p> <p><strong>DESEMBARGADOR JAMES FERREIRA SANTOS</strong></p> <p>Acompanho, pelos mesmos fundamentos, o voto do eminente desembargador relator.</p> <p> </p> <p><strong>DESEMBARGADOR FERNANDO GALV&Atilde;O DA ROCHA</strong></p> <p>Srs. Desembargadores. Na oportunidade, acompanho as raz&otilde;es e o voto proferido pelo eminente relator, para, igualmente, n&atilde;o conhecer da presente a&ccedil;&atilde;o.</p> <p> </p> <p><strong>DESEMBARGADOR JADIR SILVA</strong></p> <p>Acompanho o voto do eminente desembargador relator.</p> <p> </p> <p><strong>DESEMBARGADOR R&Uacute;BIO PAULINO COELHO</strong></p> <p>Acompanho integralmente raz&otilde;es e voto do e. desembargador relator.</p> <p> </p> <p><strong>DESEMBARGADOR OSMAR DUARTE MARCELINO</strong></p> <p>Acompanho integralmente as raz&otilde;es e o voto e. desembargador relator, para, igualmente, n&atilde;o conhecer do recurso.</p> <p><strong>Belo Horizonte, sess&atilde;o ordin&aacute;ria presencial de julgamento do Tribunal de Justi&ccedil;a Militar do Estado de Minas Gerais, aos 15 de abril de 2026.</strong></p> <p><strong>Desembargador S&oacute;crates Edgard dos Anjos</strong></p> <p><strong>Relator</strong></p></section> <section> <p>Belo Horizonte, 15 de abril de 2026.</p></section> <section> </section> <section> <p> </p> <hr> <p> </p></section> <footer> </footer></article></body></html>

29/04/2026, 00:00

12265 - Expedida/certificada a intimação eletrônica

28/04/2026, 10:29

12265 - Expedida/certificada a intimação eletrônica

28/04/2026, 10:29

12265 - Expedida/certificada a intimação eletrônica

28/04/2026, 10:29

12265 - Expedida/certificada a intimação eletrônica

28/04/2026, 10:29

581 - Juntada de/117 - Acórdão

28/04/2026, 07:47

235 - Não conhecido o recurso/ Sem resolução de mérito

15/04/2026, 14:47

PETIÇÃO PROTOCOLADA JUNTADA

14/04/2026, 13:37

PETIÇÃO PROTOCOLADA JUNTADA

14/04/2026, 11:27

581 - Juntada de/107 - Certidão de exclusão de advogado/procurador - JAGR

30/03/2026, 09:49

Disponibilização no Diário Eletrônico de Pauta - no dia 27/03/2026<br>Data da sessão: <b>15/04/2026 14:00</b>

27/03/2026, 02:10
Documentos
ACÓRDÃO
28/04/2026, 07:47
DESPACHO
16/03/2026, 17:40
RELATÓRIO
14/03/2026, 14:53
DESPACHO
09/02/2026, 14:36