TJBA - 0078552-35.1998.8.05.0001
1ª instância - 9Vara da Fazenda Publica - Salvador
Polo Ativo
Polo Passivo
Advogados
Nenhum advogado registrado.
Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
-
10/07/2025 12:44
Expedição de despacho.
-
10/07/2025 12:44
Expedida/certificada a comunicação eletrônica
-
10/07/2025 12:44
Proferido despacho de mero expediente
-
02/12/2024 03:29
Decorrido prazo de ESTADO DA BAHIA em 28/11/2024 23:59.
-
22/11/2024 16:54
Conclusos para decisão
-
10/10/2024 00:00
Intimação
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA 9ª V DA FAZENDA PÚBLICA DE SALVADOR SENTENÇA 0078552-35.1998.8.05.0001 Execução Fiscal Jurisdição: Salvador - Região Metropolitana Executado: Nitashi Valvulas E Equipamentos Ltda - Me Exequente: Estado Da Bahia Advogado: Adilson Brito Agapito (OAB:BA10478) Sentença: PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA BAHIA COMARCA DE SALVADOR 9ª Vara da Fazenda Pública Fórum Ruy Barbosa, sala 304, 3° andar, praça D.
Pedro II, s/n, Largo do Campo da Pólvora, Nazaré, Salvador-BA, CEP: 40.040-38 Telefone: (71) 3320-6986 | E-mail: [email protected] Processo: EXECUÇÃO FISCAL n. 0078552-35.1998.8.05.0001 Órgão Julgador: 9ª V DA FAZENDA PÚBLICA DE SALVADOR EXEQUENTE: ESTADO DA BAHIA Advogado(s): ADILSON BRITO AGAPITO (OAB:BA10478) EXECUTADO: NITASHI VALVULAS E EQUIPAMENTOS LTDA - ME Advogado(s): SENTENÇA Trata-se de Execução Fiscal para cobrança de crédito tributário inscrito em Dívida Ativa.
A Fazenda Pública foi intimada para se manifestar acerca de eventual ocorrência de prescrição intercorrente, mas se manteve inerte. É o relatório.
Decido.
Da análise dos autos, verifico a ocorrência da prescrição intercorrente, nos moldes decididos pelo Superior Tribunal de Justiça – STJ, em sede de Recurso Repetitivo, no REsp nº 1340553/RS, julgado em 12/09/2018, cuja ementa colaciono abaixo: RECURSO ESPECIAL REPETITIVO.
ARTS. 1.036 E SEGUINTES DO CPC/2015 (ART. 543-C, DO CPC/1973).
PROCESSUAL CIVIL.
TRIBUTÁRIO.
SISTEMÁTICA PARA A CONTAGEM DA PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE (PRESCRIÇÃO APÓS A PROPOSITURA DA AÇÃO) PREVISTA NO ART. 40 E PARÁGRAFOS DA LEI DE EXECUÇÃO FISCAL (LEI N. 6.830/80). 1.
O espírito do art. 40, da Lei n. 6.830/80 é o de que nenhuma execução fiscal já ajuizada poderá permanecer eternamente nos escaninhos do Poder Judiciário ou da Procuradoria Fazendária encarregada da execução das respectivas dívidas fiscais. 2.
Não havendo a citação de qualquer devedor por qualquer meio válido e/ou não sendo encontrados bens sobre os quais possa recair a penhora (o que permitiria o fim da inércia processual), inicia-se automaticamente o procedimento previsto no art. 40 da Lei n. 6.830/80, e respectivo prazo, ao fim do qual restará prescrito o crédito fiscal.
Esse o teor da Súmula n. 314/STJ: "Em execução fiscal, não localizados bens penhoráveis, suspende-se o processo por um ano, findo o qual se inicia o prazo da prescrição qüinqüenal intercorrente". 3.
Nem o Juiz e nem a Procuradoria da Fazenda Pública são os senhores do termo inicial do prazo de 1 (um) ano de suspensão previsto no caput, do art. 40, da LEF, somente a lei o é (ordena o art. 40: "[...] o juiz suspenderá [...]").
Não cabe ao Juiz ou à Procuradoria a escolha do melhor momento para o seu início.
No primeiro momento em que constatada a não localização do devedor e/ou ausência de bens pelo oficial de justiça e intimada a Fazenda Pública, inicia-se automaticamente o prazo de suspensão, na forma do art. 40, caput, da LEF.
Indiferente aqui, portanto, o fato de existir petição da Fazenda Pública requerendo a suspensão do feito por 30, 60, 90 ou 120 dias a fim de realizar diligências, sem pedir a suspensão do feito pelo art. 40, da LEF.
Esses pedidos não encontram amparo fora do art. 40 da LEF que limita a suspensão a 1 (um) ano.
Também indiferente o fato de que o Juiz, ao intimar a Fazenda Pública, não tenha expressamente feito menção à suspensão do art. 40, da LEF.
O que importa para a aplicação da lei é que a Fazenda Pública tenha tomado ciência da inexistência de bens penhoráveis no endereço fornecido e/ou da não localização do devedor.
Isso é o suficiente para inaugurar o prazo, ex lege. 4.
Teses julgadas para efeito dos arts. 1.036 e seguintes do CPC/2015 (art. 543-C, do CPC/1973): 4.1.) O prazo de 1 (um) ano de suspensão do processo e do respectivo prazo prescricional previsto no art. 40, §§ 1º e 2º da Lei n. 6.830/80 - LEF tem início automaticamente na data da ciência da Fazenda Pública a respeito da não localização do devedor ou da inexistência de bens penhoráveis no endereço fornecido, havendo, sem prejuízo dessa contagem automática, o dever de o magistrado declarar ter ocorrido a suspensão da execução; 4.1.1.) Sem prejuízo do disposto no item 4.1., nos casos de execução fiscal para cobrança de dívida ativa de natureza tributária (cujo despacho ordenador da citação tenha sido proferido antes da vigência da Lei Complementar n. 118/2005), depois da citação válida, ainda que editalícia, logo após a primeira tentativa infrutífera de localização de bens penhoráveis, o Juiz declarará suspensa a execução. 4.1.2.) Sem prejuízo do disposto no item 4.1., em se tratando de execução fiscal para cobrança de dívida ativa de natureza tributária (cujo despacho ordenador da citação tenha sido proferido na vigência da Lei Complementar n. 118/2005) e de qualquer dívida ativa de natureza não tributária, logo após a primeira tentativa frustrada de citação do devedor ou de localização de bens penhoráveis, o Juiz declarará suspensa a execução. 4.2.) Havendo ou não petição da Fazenda Pública e havendo ou não pronunciamento judicial nesse sentido, findo o prazo de 1 (um) ano de suspensão inicia-se automaticamente o prazo prescricional aplicável (de acordo com a natureza do crédito exequendo) durante o qual o processo deveria estar arquivado sem baixa na distribuição, na forma do art. 40, §§ 2º, 3º e 4º da Lei n. 6.830/80 - LEF, findo o qual o Juiz, depois de ouvida a Fazenda Pública, poderá, de ofício, reconhecer a prescrição intercorrente e decretá-la de imediato; 4.3.) A efetiva constrição patrimonial e a efetiva citação (ainda que por edital) são aptas a interromper o curso da prescrição intercorrente, não bastando para tal o mero peticionamento em juízo, requerendo, v.g., a feitura da penhora sobre ativos financeiros ou sobre outros bens.
Os requerimentos feitos pelo exequente, dentro da soma do prazo máximo de 1 (um) ano de suspensão mais o prazo de prescrição aplicável (de acordo com a natureza do crédito exequendo) deverão ser processados, ainda que para além da soma desses dois prazos, pois, citados (ainda que por edital) os devedores e penhorados os bens, a qualquer tempo - mesmo depois de escoados os referidos prazos -, considera-se interrompida a prescrição intercorrente, retroativamente, na data do protocolo da petição que requereu a providência frutífera. 4.4.) A Fazenda Pública, em sua primeira oportunidade de falar nos autos (art. 245 do CPC/73, correspondente ao art. 278 do CPC/2015), ao alegar nulidade pela falta de qualquer intimação dentro do procedimento do art. 40 da LEF, deverá demonstrar o prejuízo que sofreu (exceto a falta da intimação que constitui o termo inicial - 4.1., onde o prejuízo é presumido), por exemplo, deverá demonstrar a ocorrência de qualquer causa interruptiva ou suspensiva da prescrição. 4.5.) O magistrado, ao reconhecer a prescrição intercorrente, deverá fundamentar o ato judicial por meio da delimitação dos marcos legais que foram aplicados na contagem do respectivo prazo, inclusive quanto ao período em que a execução ficou suspensa. 5.
Recurso especial não provido.
Acórdão submetido ao regime dos arts. 1.036 e seguintes do CPC/2015 (art. 543-C, do CPC/1973). (REsp 1340553/RS, Rel.
Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em 12/09/2018, DJe 16/10/2018) Do julgado no REsp nº 1340553/RS, acima transcrito, extrai-se do item 3 o seguinte trecho: No primeiro momento em que constatada a não localização do devedor e/ou ausência de bens pelo oficial de justiça e intimada a Fazenda Pública, inicia-se automaticamente o prazo de suspensão, na forma do art. 40, caput, da LEF. […] Também indiferente o fato de que o Juiz, ao intimar a Fazenda Pública, não tenha expressamente feito menção à suspensão do art. 40, da LEF.
O que importa para a aplicação da lei é que a Fazenda Pública tenha tomado ciência da inexistência de bens penhoráveis no endereço fornecido e/ou da não localização do devedor.
Isso é o suficiente para inaugurar o prazo, ex lege.
No caso em análise, a Fazenda Pública foi intimada para se manifestar acerca da não localização do devedor e/ou de bens penhoráveis em 2012, conforme se vê no(s) ID 288826077, requerendo providência ineficaz (penhora dos bens eventualmente encontrados no endereço do executado), já que o réu não foi localizado.
Cumpre consignar, por oportuno, que foi intentada diligência no SISBAJUD tanto em face do executado quanto de seus sócios, sem qualquer êxito.
Em atendimento ao(s) requerimento(s) do exequente, o Juízo deu prosseguimento ao feito na tentativa de localizar o devedor e/ou bens penhoráveis, mas sem êxito.
Nesse contexto, descabe eventual imputação de paralisação do feito por mora do Judiciário, afastando-se a aplicação da Súmula 106 do STJ.
Nos termos do julgamento do REsp nº 1340553/RS, a partir da intimação da Fazenda Pública, começou automaticamente a correr o prazo de suspensão, independentemente de expressa menção do Juízo acerca do art. 40 da LEF.
Decorrido mais de 01 (um) ano dessa suspensão, iniciou-se automaticamente o prazo prescricional aplicável à espécie do crédito exequendo em questão, conforme disposto no item 4.2 do julgado do STJ.
Após esse prazo, vê-se que a Fazenda Pública foi devidamente intimada para se manifestar acerca da ocorrência da prescrição.
Com efeito, diante do entendimento do STJ indicado no REsp nº 1340553, impõe-se declarar que ocorreu a prescrição intercorrente na presente demanda.
O instituto da prescrição intercorrente surgiu para estabelecer um limite temporal ao trâmite das execuções fiscais, obstando, assim, a perpetuidade dessas ações de cobrança, pelo que deve a Fazenda Pública participar constantemente do andamento da marcha processual, diligenciando para que o devedor seja encontrado e seus bens localizados, para fins de satisfazer o crédito que persegue, em atenção aos princípios da duração razoável do processo, da cooperação (art. 6º NCPC) e da celeridade processual de tramitação.
Ante o exposto, declaro extinto o crédito tributário cobrado através do presente executivo fiscal, nos termos do art. 156, inciso V, do CTN, extinguindo o feito com resolução de mérito, nos termos do art. 487, inciso II, do CPC/2015.
Liberem-se eventuais gravames e quaisquer restrições existentes em razão da presente execução.
Sem custas diante da isenção que goza a parte exequente.
Sem condenação em honorários, de acordo com o julgado pelo STJ, nos Embargos de Divergência em Agravo em Recurso Especial nº 1.854.589 – PR.
Em sendo a condenação ou o proveito econômico obtido na causa inferior a 500 (quinhentos) salários mínimos, fica dispensada a remessa necessária, a teor do disposto no art. 496, parágrafo 3º, II, do CPC.
Publique-se.
Intime(m)-se.
Transitada em julgado ou renunciado o prazo recursal, dê-se a devida baixa e arquivem-se os autos.
ESTA SENTENÇA TEM FORÇA DE MANDADO E OFÍCIO.
Salvador – BA, na data da assinatura eletrônica.
Juiz de Direito que assina digitalmente -
07/10/2024 15:41
Juntada de informação
-
07/10/2024 15:39
Expedição de sentença.
-
07/10/2024 15:39
Extinta a execução ou o cumprimento da sentença
-
05/06/2024 16:56
Conclusos para decisão
-
19/02/2024 01:41
Decorrido prazo de Fazenda Estadual em 16/02/2024 23:59.
-
11/01/2024 12:24
Expedição de despacho.
-
11/01/2024 12:24
Proferido despacho de mero expediente
-
12/10/2023 02:22
Conclusos para decisão
-
04/11/2022 22:37
Expedição de Outros documentos.
-
21/10/2022 00:00
Remetido ao PJE
-
11/06/2012 00:00
Mero expediente
-
07/06/2012 00:00
Publicação
-
05/06/2012 00:00
Relação encaminhada ao Diário de Justiça Eletrônico
-
01/06/2012 00:00
Recebimento
-
01/06/2012 00:00
Mero expediente
-
31/05/2012 00:00
Concluso para Despacho
-
30/05/2012 00:00
Recebimento
-
14/05/2012 00:00
Entrega em Carga/Vista para Fazenda Pública Estadual
-
10/04/2012 00:00
Recebimento
-
03/04/2012 00:00
Mero expediente
-
02/04/2012 00:00
Concluso para Despacho
-
30/03/2012 00:00
Recebimento
-
01/12/2011 16:56
Mero expediente
-
27/10/2011 09:11
Recebimento
-
13/10/2011 15:00
Remessa
-
10/10/2011 17:39
Mero expediente
-
10/10/2011 17:38
Expedição de documento
-
10/10/2011 17:36
Audiência
-
30/09/2011 14:03
Remessa
-
30/09/2011 13:42
Expedição de documento
-
30/09/2011 13:41
Audiencia - designada
-
28/09/2011 15:57
Recebimento
-
24/08/2011 16:10
Remessa
-
08/06/2009 17:37
Expedição de documento
-
15/04/2009 16:44
Documento
-
14/04/2009 21:32
Publicado pelo dpj
-
14/04/2009 16:42
Enviado para publicação no dpj
-
26/03/2009 17:00
Despacho do juiz
-
17/03/2009 11:31
Conclusão
-
16/03/2009 12:05
Recebimento
-
18/02/2009 11:39
Entrega em carga/vista
-
19/01/2009 16:57
Documento
-
16/01/2009 22:11
Publicado pelo dpj
-
16/01/2009 16:28
Enviado para publicação no dpj
-
18/12/2008 17:03
Despacho do juiz
-
15/12/2008 17:29
Documento
-
12/12/2008 22:03
Publicado pelo dpj
-
12/12/2008 16:24
Enviado para publicação no dpj
-
09/12/2008 14:18
Despacho do juiz
-
21/11/2008 12:58
Petição
-
03/11/2008 15:17
Entrega em carga/vista
-
23/10/2008 16:55
Documento
-
22/10/2008 22:02
Publicado pelo dpj
-
22/10/2008 16:43
Enviado para publicação no dpj
-
21/10/2008 10:46
Requisição de Informações
-
07/10/2008 14:18
Expedição de documento
-
06/10/2008 17:30
Documento
-
06/10/2008 14:53
Expedição de documento
-
06/10/2008 13:12
Protocolo de Petição
-
19/09/2008 17:00
Autos - vista faz. publica
-
27/08/2008 16:29
Publicado no dpj
-
26/08/2008 20:08
Publicado pelo dpj
-
26/08/2008 16:08
Enviado para publicação no dpj
-
08/08/2008 10:41
Para publicação dpj
-
22/07/2008 17:00
Autos - conclusos
-
23/11/2007 14:26
Publicado no dpj
-
22/11/2007 20:05
Publicado pelo dpj
-
22/11/2007 16:39
Enviado para publicação no dpj
-
20/11/2007 11:31
Para publicação dpj
-
31/10/2007 15:22
Autos - conclusos
-
30/10/2007 16:43
Autos - devolvidos ao cartorio
-
25/10/2007 15:07
Autos - vista faz. publica
-
22/04/2004 14:12
Autos - conclusos
-
05/03/2004 15:00
Juntada
-
04/03/2004 13:21
Autos - conclusos
-
03/02/2004 12:01
Autos - conclusos
-
02/02/2004 11:19
Autos - devolvidos ao cartorio
-
26/01/2004 16:44
Autos - vista faz. publica
-
21/01/2004 14:50
Publicado no dpj
-
19/01/2004 16:47
Para publicação dpj
-
07/01/2004 08:13
Mandado - juntado
-
19/05/2003 14:38
Publicado no dpj
-
21/05/2002 17:56
Mandado - expedido
-
13/05/2002 11:15
Autos - conclusos
-
09/05/2002 17:29
Autos - devolvidos ao cartorio
-
29/04/2002 14:08
Autos - vista faz. publica
-
25/04/2002 12:42
Publicado no dpj
-
11/06/2001 14:07
Publicado no dpj
-
04/06/2001 11:58
Autos - conclusos
-
01/06/2001 15:06
Autos - devolvidos ao cartorio
-
22/05/2001 15:11
Autos - vista faz. publica
-
21/05/2001 14:32
Publicado no dpj
-
14/05/2001 16:54
Mandado - juntado
-
16/02/2001 17:29
Mandado - expedido
-
19/12/2000 09:33
Publicado no dpj
-
14/12/2000 11:06
Autos - conclusos
-
13/12/2000 14:21
Autos - devolvidos ao cartorio
-
17/07/2000 11:28
Autos - vista faz. publica
-
14/07/2000 11:02
Publicado no dpj
-
22/12/1999 09:08
Publicado no dpj
-
17/12/1999 11:25
Autos - conclusos
-
16/12/1999 11:18
Autos - devolvidos ao cartorio
-
12/11/1999 13:13
Autos - vista faz. publica
-
08/11/1999 10:24
Publicado no dpj
-
03/11/1999 11:42
Autos - conclusos
-
14/06/1999 08:42
Publicado no dpj
-
24/02/1999 14:53
Publicado no dpj
-
10/02/1999 15:51
Juntada
-
06/01/1999 11:10
Publicação no dpj
-
30/12/1998 16:31
Autos - conclusos
-
30/12/1998 16:31
Autos - devolvidos ao cartorio
-
03/12/1998 14:15
Autos - vista faz. publica
-
03/12/1998 14:15
Publicado no dpj
-
02/12/1998 11:37
Autos - devolvidos ao cartorio
-
02/12/1998 11:37
Autos - conclusos
-
02/12/1998 11:37
Mandado - juntado
-
30/10/1998 13:26
Publicado no dpj
-
28/10/1998 11:15
Mandado - entregue ao oficial
-
27/10/1998 11:16
Distribuição
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
27/10/1998
Ultima Atualização
10/07/2025
Valor da Causa
R$ 0,00
Detalhes
Documentos
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