TJCE - 0051397-36.2021.8.06.0094
1ª instância - Vara Unica da Comarca de Ipaumirim
Polo Ativo
Polo Passivo
Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
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17/06/2024 07:41
Arquivado Definitivamente
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17/06/2024 07:41
Juntada de Certidão
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17/06/2024 07:41
Transitado em Julgado em 11/06/2024
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12/06/2024 00:21
Decorrido prazo de WILSON SALES BELCHIOR em 11/06/2024 23:59.
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12/06/2024 00:13
Decorrido prazo de MARCUS ANDRE FORTALEZA DE SOUSA em 11/06/2024 23:59.
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27/05/2024 00:00
Publicado Intimação da Sentença em 27/05/2024. Documento: 86568013
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27/05/2024 00:00
Publicado Intimação da Sentença em 27/05/2024. Documento: 86568013
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24/05/2024 00:00
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 24/05/2024 Documento: 86568013
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24/05/2024 00:00
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 24/05/2024 Documento: 86568013
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24/05/2024 00:00
Intimação
PODER JUDICIÁRIO ESTADO DO CEARÁ TRIBUNAL DE JUSTIÇA Vara Única da Comarca de Ipaumirim 0051397-36.2021.8.06.0094 PROCEDIMENTO DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL (436) [Defeito, nulidade ou anulação] AUTOR: RITA DE GARCIA DE OLIVEIRA REU: BANCO BRADESCO S.A. MINUTA DE SENTENÇA Trata-se de AÇÃO DECLARATÓRIA DE NULIDADE CONTRATUAL C/C REPETIÇÃO DE INDÉBITO E DANOS MORAIS ajuizada por RITA DE GARCIA DE OLIVEIRA em face de BANCO BRADESCO S/A, ambos já qualificados nos presentes autos. Dispensado o relatório, na forma do art. 38 da Lei 9.099/95. Alega a promovente, na exordial de ID28080159, que foi efetuado desconto em seu benefício previdenciário, referente ao empréstimo consignado, contrato de nº. 123340077189, com 11 prestações mensais no valor de R$49,23, desde Março de 2018, do qual ela alega que desconhece a origem.
Requer seja o contrato anulado com suspensão dos descontos liminarmente, restituição dos valores que pagou em dobro e indenização moral pelo abalo. Em contestação, ID85596741, o banco promovido, no mérito, pugna pela improcedência tendo em vista a contratação regular que decorre da transação bancária para obtenção de empréstimo mediante contrato assinado e realizado pela parte autora, que afirma não ter celebrado, alega que não há prova dos danos materiais e dano moral.
Requer a compensação de valores em caso de improcedência. Passo a análise do MÉRITO Inicialmente, imperioso salientar que trata-se de ação amparada pelo Código de Defesa do Consumidor, por força do artigo 3º, §2º da Lei nº 8.078/90, bem como da Súmula 297 do Superior Tribunal de Justiça que reconheceu a incidência de tal diploma em relação às instituições financeiras.
E da análise dos autos, entendo que o conjunto probatório produzido é pela improcedência da pretensão autoral. Verifico que o ponto nodal da questão é saber se, de fato, houve legítima contratação de empréstimo consignado no benefício previdenciário da parte autora, referente ao contrato de nº. 123340077189.
Ocorre que o autor, nos termos do artigo 373, inciso I, do Código de Processo Civil, tinha o ônus de comprovar o fato constitutivo de seu direito e assim, não o fez. Em contrapartida, a instituição financeira conseguiu demonstrar fato impeditivo do direito autoral, pois apresentou cópia da avença (ID85596742), devidamente assinado pela requerente, bem como cópias referentes aos documentos pessoais e extrato de pagamento das prestações, anexados aos autos, demonstrando, dessa forma, a perfectibilização do referido negócio jurídico. O instrumento colacionado nos autos possui força probatória suficiente para análise autoral, por estar devidamente assinado pelo demandante tal qual a grafia em seu registro geral, não pairando à este Juízo qualquer dúvida sobre a assinatura, portanto o instrumento colacionado nos autos tem força probatória suficiente para excluir a pretensão autoral.
Isso porque o contrato firmado com a parte requerente obedece as formalidades legais, comprovando, assim, a manifestação válida de vontade da consumidora, portanto, concluo pela inexistência de responsabilidade do banco promovido em relação a negativa de conhecimento de contratação da autora, restando excluída a necessidade de devolução de valores que foram validamente depositados e descontados. Ademais, é cediço que a responsabilidade do fornecedor de serviços pelos defeitos relativos à prestação do serviço, se consubstancia na Teoria do Empreendimento, concernente em atribuir responsabilidade a todo aquele que se proponha a desenvolver qualquer atividade no campo do fornecimento de serviços, fatos e vícios resultantes do risco da atividade, sendo ela objetiva, ou seja, não há que perquirir sobre culpa (art. 14 do Código de Defesa do Consumidor - CDC). No tocante aos danos morais pleiteados, tem entendido a doutrina que o dano moral nada mais é do que a violação a um direito da personalidade, como, por exemplo, o direito à honra, imagem, privacidade e integridade física.
No caso, não vislumbro incômodos sofridos pela parte autora por pagamento do desconto mensal não há prova do injusto sofrido, nem de fraude, nem de nome negativado, nem de cobranças insistentes, sendo assim, os sofrimentos alegados não passam de meros dissabores cotidianos. Conclui-se, então, que o contrato foi celebrado em atenção as formalidades legalmente exigidas, e a manifestação de vontade da contratante assegura a existência do negócio jurídico.
Desta forma, considerando as provas constantes nos autos, não havendo indícios de fraude perpetrada, reconheço a legitimidade do contrato de nº. 123340077189, configurado à espécie mero arrependimento da parte autora, inexistindo, portanto, conduta ilícita por parte do banco promovido. Posto isso, com fundamento no art. 487, I, CPC e na jurisprudência aplicada, julgo IMPROCEDENTE os pedidos contidos na inicial, mantendo a legitimidade do contrato de nº. 123340077189, objeto da presente lide, tendo em vista os fundamentos acima elencados. Sem condenação no pagamento das custas processuais e honorários advocatícios, nos termos dos arts. 54 e 55 da Lei nº 9.099/95. Cientifiquem-se as partes do prazo máximo de dez (10) dias, a contar de sua intimação, para interposição do recurso cabível. Certificado o trânsito em julgado da presente decisão; arquive-se o feito. Submeto o projeto de sentença à análise da Juíza de Direito. Ipaumirim-CE, data eletrônica registrada no sistema. Francisca Narjana de Almeida Brasil Juíza Leiga _______________________________________________ SENTENÇA Vistos, Consubstanciado nos termos do art. 40 da Lei nº 9.099/95, HOMOLOGO o projeto de sentença elaborado pela Juíza Leiga pelos seus próprios fundamentos a fim de que surta seus jurídicos e legais efeitos. Publique-se.
Registre-se.
Intimem-se. Após o trânsito em julgado, arquivem-se." Ipaumirim-CE, data eletrônica registrada no sistema. Patrícia Fernanda Toledo Rodrigues Juíza de Direito -
23/05/2024 13:12
Expedida/certificada a comunicação eletrônica Documento: 86568013
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23/05/2024 13:12
Expedida/certificada a comunicação eletrônica Documento: 86568013
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22/05/2024 16:35
Julgado improcedentes o pedido e o pedido contraposto
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07/05/2024 11:02
Conclusos para julgamento
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07/05/2024 11:01
Audiência Conciliação e Instrução e Julgamento Cível - Una realizada conduzida por Conciliador(a) em/para 07/05/2024 10:30, Vara Única da Comarca de Ipaumirim.
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07/05/2024 09:10
Juntada de Petição de réplica
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07/05/2024 04:11
Juntada de Petição de contestação
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12/04/2024 01:36
Decorrido prazo de WILSON SALES BELCHIOR em 11/04/2024 23:59.
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12/04/2024 01:35
Decorrido prazo de MARCUS ANDRE FORTALEZA DE SOUSA em 11/04/2024 23:59.
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12/04/2024 01:35
Decorrido prazo de MARCUS ANDRE FORTALEZA DE SOUSA em 11/04/2024 23:59.
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10/04/2024 01:21
Decorrido prazo de BANCO BRADESCO S.A. em 09/04/2024 23:59.
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04/04/2024 00:00
Publicado Intimação em 04/04/2024. Documento: 83453343
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04/04/2024 00:00
Publicado Intimação em 04/04/2024. Documento: 83453343
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03/04/2024 00:00
Intimação
Tribunal de Justiça do Estado do Ceará Autos: 0051397-36.2021.8.06.0094 Certidão Conforme disposição expressa no Provimento nº 01/2019, emanado da CGJ-CE, foi designada para o dia 07/05/2024, às 10:30h, a Audiência UNA (Conciliação que será automaticamente convolada em instrução e julgamento, caso não haja acordo entre as partes), sendo que referida audiência se realizará por videoconferência, utilizando-se o sistema Office 365 (Microsoft Teams), como plataforma padrão para realização de audiências por videoconferência durante o período de distanciamento social em consequência da pandemia da Covid-19, Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Ceará.
Os usuários externos receberão convite através de e-mail ou número de telefone celular (a ser informando pela parte/testemunha/usuário) com um "link" para clicar e acessar a sala para ser ouvido. É recomendado que a pessoa esteja em local silencioso com bom acesso à internet. Seguem as informações da reunião no sistema Office 365 (Microsoft Teams) (SALA VIRTUAL DE AUDIÊNCIAS): Link da reunião: https://teams.microsoft.com/l/meetup-join/19%3ameeting_M2Y0ODI3YjAtZjEzZS00NjQyLTlhNzgtZTZkMWYzMDc0NGQy%40thread.v2/0?context=%7b%22Tid%22%3a%2208fb26ac-bd1d-4d20-b320-a86a0a35ce30%22%2c%22Oid%22%3a%2257129b9d-7a54-4ca6-979c-a5d51395be3d%22%7d Ou pelo Link Encurtado: https://link.tjce.jus.br/1eefb6 Ficam as partes intimadas da decisão ID nº (80037105), destacando-se, entre outros: Ficam as partes intimadas para informarem, no prazo de 02 (DOIS) dias os seus dados de e-mail e WhatsApp, como forma de otimizar a comunicação; O comparecimento é ônus da parte (mesmo em audiências por videoconferência), cujo descumprimento poderá implicar aplicação das sanções legais, devendo a parte apresentar até o momento da abertura da audiência justificativa plausível quanto à impossibilidade de participação no ato virtual, concedendo-se tolerância máxima de 15 (quinze) minutos; Ficam as partes advertidas sobre a responsabilidade por baixar o aplicativo Microsoft Teams em suas estações remotas de trabalho, bem como a necessidade de ingressar na reunião no dia e horário marcado; Vindo aos autos justificativa fundamentada, até o momento da abertura da sessão virtual (art. 6° da Portaria n° 668/2020 do TJCE), por qualquer dos envolvidos no ato, acerca da absoluta impossibilidade técnica ou prática para a realização da sessão virtual, os autos irão conclusos imediatamente para a finalidade do art. 8º da Portaria n.º 640/2020 do TJCE; Registre-se, desde já, que não sendo aceito motivo da recusa apresentada pelo autor, o processo será extinto sem resolução do mérito e o autor condenado ao pagamento de custas processuais, nos termos do art. 51, § 2º, da Lei 9099/95; Por sua vez, em caso de recusa infundada por parte do acionado, o processo será encaminhado no estado em que se encontrar para sentença, conforme determina o art. 23 da citada lei; As partes deverão comparecer ao ato devidamente acompanhadas de documento de identificação, carta de preposição, os quais deverão ser conferidos pelo conciliador no ato; Advertindo-se que as partes estão sendo intimadas da audiência/reunião acima pelos seus patronos/advogados e não serão intimadas pessoalmente.
CIENTIFIQUE-SE, ambos os litigantes, que deverão comparecer ao ato munidos dos documentos necessários para provar o alegado (Contestação, inclusive oral) e trazendo suas testemunhas, até o máximo de 03 para cada parte (Lei n° 9.099/1995, artigo 34, caput), posto que, não havendo acordo, de logo será realizada a instrução processual e o julgamento do feito; Até a data da audiência UNA, deve a parte AUTORA prestar as informações relativas à conta-corrente por meio da qual percebe seus vencimentos (número da agência, número da conta-corrente e identificação do banco), bem como apresentar os extratos da referida conta relativos ao mês em que se deu o primeiro desconto, ao mês que os antecedeu o primeiro desconto e ao mês que sobreveio o primeiro desconto, tudo conforme a consulta de consignações do INSS que instrui a petição inicial, período provável da contração do empréstimo em questão, sob pena de não se desincumbir de seu ônus probante; A PARTE RÉ deverá provar a existência do contrato de mútuo, na modalidade consignado, cuja numeração consta na petição inicial, mediante apresentação de seu instrumento, comprovantes de depósito/transferência, documentos de apresentação obrigatória pelo mutuário no ato da contratação e/ou outros documentos que entender pertinente, com fundamento no artigo 6º, VIII, do Código de Defesa do Consumidor c/c artigo 373, § 1º, do Código de Processo Civil; A apreciação sobre os demais pleitos, como benefício da justiça gratuita e pedido de tutela, será feita em audiência; Eventuais dúvidas das partes podem ser encaminhadas para o e-mail: [email protected], com antecedência. Gonçalo de Amarante Macena Cesar Servidor à disposição - Mat. nº 43412 -
03/04/2024 00:00
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 03/04/2024 Documento: 83453343
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03/04/2024 00:00
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 03/04/2024 Documento: 83453343
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02/04/2024 13:52
Confirmada a citação eletrônica
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02/04/2024 09:13
Expedida/certificada a comunicação eletrônica Documento: 83453343
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02/04/2024 09:13
Expedida/certificada a comunicação eletrônica Documento: 83453343
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02/04/2024 09:13
Expedida/certificada a citação eletrônica
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02/04/2024 09:13
Expedição de Outros documentos.
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02/04/2024 09:09
Expedição de Outros documentos.
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02/04/2024 09:06
Audiência Conciliação e Instrução e Julgamento Cível - Una designada para 07/05/2024 10:30 Vara Única da Comarca de Ipaumirim.
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21/02/2024 15:52
Decisão de Saneamento e de Organização do Processo
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20/02/2024 20:51
Conclusos para decisão
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18/02/2024 20:57
Juntada de Petição de petição
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30/08/2023 16:31
Proferido despacho de mero expediente
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30/08/2023 09:05
Conclusos para decisão
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15/01/2022 11:58
Mov. [6] - Migração de processo do Sistema SAJ, para o Sistema PJe: Remessa
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15/12/2021 11:21
Mov. [5] - Petição juntada ao processo
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12/12/2021 21:17
Mov. [4] - Petição: Nº Protocolo: WIPA.21.00170609-9 Tipo da Petição: Juntada de Procuração/Substabelecimento Data: 12/12/2021 21:14
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28/10/2021 10:40
Mov. [3] - Mero expediente [Obs: Anexo da movimentação em PDF na aba Documentos.]
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07/10/2021 16:11
Mov. [2] - Conclusão
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07/10/2021 16:11
Mov. [1] - Processo Distribuído por Sorteio
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
07/10/2021
Ultima Atualização
24/05/2024
Valor da Causa
R$ 0,00
Detalhes
Documentos
INTIMAÇÃO DA SENTENÇA • Arquivo
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