TJMA - 0800097-63.2020.8.10.0146
1ª instância - Vara Unica de Josel Ndia
Polo Ativo
Polo Passivo
Advogados
Nenhum advogado registrado.
Assistente Desinteressado Amicus Curiae
Advogados
Nenhum advogado registrado.
Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
-
06/03/2024 17:07
Arquivado Definitivamente
-
06/03/2024 15:09
Transitado em Julgado em 26/09/2023
-
06/03/2024 14:47
Juntada de Certidão
-
06/03/2024 02:30
Decorrido prazo de INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL em 05/03/2024 23:59.
-
15/02/2024 02:23
Decorrido prazo de GABRIEL DOS SANTOS GOBBO em 14/02/2024 23:59.
-
30/01/2024 19:13
Publicado Intimação em 22/01/2024.
-
30/01/2024 19:13
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 09/01/2024
-
08/01/2024 12:11
Enviado ao Diário da Justiça Eletrônico
-
08/01/2024 12:11
Expedição de Comunicação eletrônica.
-
08/01/2024 12:10
Cumprimento de Levantamento da Suspensão ou Dessobrestamento
-
13/12/2023 11:17
Proferido despacho de mero expediente
-
13/10/2023 12:18
Conclusos para decisão
-
13/10/2023 12:17
Juntada de Certidão
-
27/09/2021 03:56
Publicado Intimação em 23/09/2021.
-
27/09/2021 03:56
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 22/09/2021
-
22/09/2021 00:00
Intimação
Estado do Maranhão Poder Judiciário Vara Única da Comarca de Joselândia PROCESSO Nº. 0800097-63.2020.8.10.0146.
REQUERENTE(S): K.
D.
S.
L.
Advogado/Autoridade do(a) AUTOR: GABRIEL DOS SANTOS GOBBO - MA20560 REQUERIDO(A)(S): INSS INSTITUTO NACIONAL DE SEGURIDADE SOCIAL DECISÃO Ante a certidão de id. 52346541, determino a suspensão dos presentes autos até a apreciação do recurso interposto.
Com o retorno dos autos da Instância Superior, intimem-se as partes para tomarem conhecimento e requererem o que entenderem de direito, no prazo de 15 (quinze) dias.
Cumpra-se.
Joselândia (MA), 20 de setembro de 2021.
TALITA DE CASTRO BARRETO Juíza de Direito da da Comarca de Santo Antonio dos Lopes, respondendo pela Comarca de Joselândia -
21/09/2021 08:20
Enviado ao Diário da Justiça Eletrônico
-
21/09/2021 08:19
Expedição de Comunicação eletrônica.
-
20/09/2021 18:18
Processo Suspenso ou Sobrestado por Por decisão judicial
-
10/09/2021 10:49
Conclusos para despacho
-
10/09/2021 10:46
Juntada de Certidão
-
30/08/2021 10:25
Juntada de Certidão
-
27/08/2021 11:06
Decorrido prazo de INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL em 23/08/2021 23:59.
-
28/06/2021 14:50
Expedição de Comunicação eletrônica.
-
28/06/2021 11:54
Proferido despacho de mero expediente
-
25/06/2021 19:13
Decorrido prazo de INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL em 22/06/2021 23:59:59.
-
25/06/2021 10:45
Conclusos para decisão
-
20/05/2021 16:23
Juntada de apelação
-
30/04/2021 01:03
Publicado Intimação em 30/04/2021.
-
30/04/2021 01:03
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 29/04/2021
-
29/04/2021 00:00
Intimação
Estado do Maranhão Poder Judiciário Vara Única da Comarca de Joselândia PROCESSO Nº. 0800097-63.2020.8.10.0146. Requerente(s): K.
D.
S.
L.. Advogado/Autoridade do(a) AUTOR: GABRIEL DOS SANTOS GOBBO - MA20560 Requerido(a)(s): INSS INSTITUTO NACIONAL DE SEGURIDADE SOCIAL. SENTENÇA Trata-se de AÇÃO DE CONCESSÃO DE SALÁRIO MATERNIDADE proposta por K.
D.
S.
L., neste ato representado por sua genitora, Sra.
Maria Rita de Sousa Lima, em face do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, já qualificados. Narra a exordial, que a requerente é lavradora desde tenra idade, trabalhando sempre em regime de economia familiar há anos no Povoado Pimenta, nas terras de seus genitores, Sra.
Maria Lima e Sr.
Edivan Lima, nas terras de propriedade do Sr.
Edir.
Atualmente, labora no Povoado Pacas, junto de seu companheiro, Sr.
Marcos Silva e de seu sogro, Sr.
Francisco da Silva desenvolvendo cotidianamente a atividade rurícola para sua subsistência, bem como a de sua família.
Todavia, no dia 24 de junho de 2019, a autora deu a luz à seu primeiro filho, João Mikael Lima Silva, tendo que se afastar de seu labor campesino a fim de cuidar do filho recém-nascido.
Narra, ainda, que quando pleiteou o benefício junto a requerida, a entidade autárquica ré indeferiu o pedido sob a alegação de falta de período de carência anterior ao nascimento. Com a inicial foram acostados os documentos de id. 28170174; id. 28170175; id. 28170926; id. 28170927; id. 28170929; id. 28170931; id. 28170932 e id. 28170933. Em despacho de id. 28400530 fora deferido parcialmente o pedido de assistência judiciária gratuita, ficando diferido o recolhimento das custas ao final do processo, mediante reavaliação da pertinência do pleito, bem como, a determinação para citar a parte requerida para contestar no prazo legal. Contestação apresentada em id. 28943404. Réplica apresentada em id. 29821592. A parte autora em id. 30297917 requereu o depoimento pessoal da autora, bem como, a produção de prova testemunhal. A parte requerida em id. 30180380 informou não tem mais provas a produzir, bem como, juntou pesquisas atualizadas advindas dos bancos de dados da Autarquia de id. 30180381 e id. 30180382. Termo de audiência de instrução e termo de inquirição em id. 41946394.
Na oportunidade, a parte autora manifestou-se de forma remissiva à inicial. Alegações finais apresentadas pela parte requerida em id. 42573643. É o relatório.
Decido. Nos termos do art. 11, VII, e § 1º, art. 25, III, e art. 39, parágrafo único, da Lei 8.213/91, para a concessão do benefício previdenciário denominado salário-maternidade, faz-se necessário o preenchimento dos seguintes requisitos: Art. 11.
São segurados obrigatórios da Previdência Social as seguintes pessoas físicas: … VII. como segurado especial: a pessoa física residente no imóvel rural ou em aglomerado urbano ou rural próximo a ele que, individualmente ou em regime de economia familiar, ainda que com o auxílio eventual de terceiros, na condição de: a) produtor, seja proprietário, usufrutuário, possuidor, assentado, parceiro ou meeiro outorgados, comodatário ou arrendatário rurais, que explore atividade: 1. agropecuária em área até 4 (quatro) módulos fiscais; 2. de seringueiro ou extrativista vegetal que exerça suas atividades nos termos do inciso XII do caput do art. 2º da Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000, e faça dessas atividades o principal meio de vida; b) pescado artesanal ou a este assemelhado que faça da pesca profissão habitual ou principal meio de vida; e c) cônjuge ou companheiro, bem como filho maior de 16 (dezesseis) anos de idade ou a este equiparado, do segurado de que tratam as alíneas a e b deste inciso, que, comprovadamente, trabalham com o grupo familiar respectivo. § 1º Entende-se como regime de economia familiar a atividade em que o trabalho dos membros da família é indispensável à própria subsistência e ao desenvolvimento socioeconômico do núcleo familiar e é exercido em condições de mútua dependência e colaboração, sem a utilização de empregados permanentes. Art. 25.
A concessão das prestações pecuniárias do Regime Geral de Previdência Social depende dos seguintes períodos de carência, ressalvado o disposto no art. 26: … III. salário-maternidade para as seguradas de que tratam os incisos V e VII do caput do art. 11 e o art. 13 desta Lei: 10 (dez) contribuições mensais, respeitado o disposto no parágrafo único do art. 39 desta Lei; Art. 39. … Parágrafo único.
Para a segurada especial fica garantida a concessão do salário-maternidade no valor de 1 (um) salário-mínimo, desde que comprove o exercício de atividade rural, ainda que de forma descontínua, nos 12 (doze) meses imediatamente anteriores ao do início do benefício. Como se observa, a segurada tem direito ao recebimento do aludido benefício se comprovar, cumulativamente, (i) a sua qualidade de trabalhadora rural; (ii) que esteja prestes de dar à luz ou que isto já se tenha verificado; (iii) o período de carência correspondente a 10 (dez) contribuições mensais; e (iv) o exercício da atividade rural, ainda que de forma descontínua, nos 12 (doze) meses imediatamente anteriores ao do início do benefício. Mencione-se, ainda, que, para a configuração da condição de segurado especial, exige-se prova documental plena ou início razoável de prova material, completada por prova testemunhal idônea, não se admitindo, portanto, prova meramente testemunhal, salvo na ocorrência de motivo de força maior ou caso fortuito. Essa é a inteligência do art. 55, § 3º, da Lei 8.213/91, adiante transcrito: Art. 55. … § 3º A comprovação do tempo de serviço para os fins desta Lei, inclusive mediante justificativa administrativa ou judicial, observado o disposto no art. 108 desta Lei, só produzirá efeito quando for baseada em início de prova material contemporânea dos fatos, não admitida a prova exclusivamente testemunhal, exceto na ocorrência de motivo de força maior ou caso fortuito, na forma prevista no regulamento. Nesse sentido também é a Súmula nº 149 do Superior Tribunal de Justiça: A prova exclusivamente testemunhal não basta à comprovação da atividade rurícola, para efeito da obtenção de benefício previdenciário. Com efeito, embora inadmissível a prova exclusivamente testemunhal, não é necessário que a prova documental abranja todo o período de labor correspondente à carência, podendo ser “projetada” para tempo anterior ou posterior ao que especificamente se refira, desde que contemporânea à época dos fatos a provar. No presente caso, verifica-se que a parte autora não se desincumbiu do seu ônus de provar os fatos constitutivos do seu direito (art. 373, inc.
I do CPC), pois os documentos que acompanham a inicial são insuficientes para comprovar a sua condição de segurada especial, uma vez que apenas a certidão de nascimento do(a) infante, não configura como início de prova material do labor rural durante o período da carência, já que as informações constantes são decorrentes de mera declaração do interessado. Nesse sentido: PREVIDENCIÁRIO.
SEGURADO ESPECIAL.
SALÁRIO MATERNIDADE.
NÃO COMPROVAÇÃO DA ATIVIDADE AGRÍCOLA.
AUSÊNCIA DE INÍCIO DE PROVA MATERIAL.
NÃO CUMPRIMENTO DO PERÍODO DE CARÊNCIA.
PROVAS EXTEMPORÂNEAS.
APELAÇÃO NÃO PROVIDA. 1.
Apelação interposta em face da sentença que julgou improcedente o pedido de concessão de benefício de salário-maternidade. 2.
Nos termos do art. 39, parágrafo único, da Lei nº 8.213/91, é devido à segurada especial o benefício salário-maternidade, no valor de um salário-mínimo, durante cento e vinte dias, desde que seja comprovado o exercício de atividade rural, ainda que de forma descontínua, nos dez meses imediatamente anteriores ao parto ou ao início do benefício. 3.
Para comprovar a sua condição agricultora, a autora juntou aos autos os seguintes documentos: a) declaração de exercício de atividade rural do Sindicado dos Trabalhadores Rurais de São José dos Ramos-PB; b) ficha médica expedida pela Secretaria de Saúde do Município de São José dos Ramos; c) ficha individual do aluno; d) certidão da Justiça Eleitoral; e) declaração de serviços de "tratorista" prestados à autora; f) declaração de atividade rural fornecida por Agente Comunitário de Saúde; g) declaração de comodato rural prestada por proprietário rural; h) recibo de entrega de declaração de ITR - Imposto Territorial Rural. 4. É de se reconhecer a ausência de requisito fundamental para autorizar a concessão do benefício de salário-maternidade em favor da apelante, na qualidade de segurada especial, em virtude da fragilidade da prova material e de não ter sido comprovado o efetivo exercício de atividade rurícola em regime de economia familiar, deixando de se atender a carência exigida por lei. 5.
Apelação não provida. (TRF-5 - AC: 00005558420184059999 PB, Relator: Desembargador Federal Carlos Rebêlo Júnior, Data de Julgamento: 07/06/2018, Terceira Turma, Data de Publicação: Diário da Justiça Eletrônico TRF5 (DJE) - 13/06/2018 - Página 174) PREVIDENCIÁRIO.
RURAL.
SALÁRIO MATERNIDADE.
INDEFERIMENTO DA INICIAL.
AUTENTICAÇÃO DE DOCUMENTOS.
DESNECESSIDADE.
ANULAÇÃO DA SENTENÇA.
POSSIBILIDADE DE IMEDIATO JULGAMENTO (ART. 1013, § 3º II, CPC/2015).
AUSÊNCIA DE INÍCIO DE PROVA MATERIAL.
VÍNCULO EMPREGATÍCIO DO CÔNJUGE.
REGIME DE ECONOMIA FAMILIAR NÃO CARACTERIZADO.
FALTA DE QUALIDADE DE SEGURADA ESPECIAL.
IMPROCEDÊNCIA DO PEDIDO.
APELAÇÃO PARCIALMENTE PROVIDA. 1.
Da detida análise dos autos, vislumbra-se que, conquanto a magistrada a quo tenha indeferido a inicial, em verdade a demanda foi ceifada precocemente em decorrência do descumprimento de deliberações judiciais que determinaram à demandante que promovesse à autenticação das fotocópias que acompanharam a promoção vestibular. 2.
A jurisprudência desta Corte é firme no sentido de que, inexistindo impugnação da parte contrária pondo em xeque a autenticidade dos documentos apresentados, é descabida a imposição judicial de fazê-lo.
Precedentes. 3.
Estando a relação processual formada e sendo desnecessária a produção de outras provas, bem como ausente a possibilidade de prejuízo ou cerceamento de defesa de qualquer das partes, é possível a apreciação do mérito, nos termos do § 3º do artigo 1.013 do NCPC. 4.
O salário-maternidade constitui direito fundamental conferido a toda segurada da Previdência Social, independentemente da existência de vínculo de emprego à época do parto (arts. 7º/XVIII e 201/II, ambos da CF/88, e art. 71 da Lei 8.213/91). 5.
Embora a segurada especial não esteja obrigada a verter contribuições ao RGPS, o direito à prestação é condicionado à comprovação do exercício da atividade rural por 12 (doze) meses, contínuos ou não, anteriores ao requerimento administrativo (art.39, § único, da Lei 8.213/91).
A demonstração do labor campesino em regime de economia familiar exige início razoável de prova material, coadjuvada de prova testemunhal coerente e robusta, ou prova documental plena, não sendo admissível a prova exclusivamente testemunhal. 6.
No caso, é certo que a postulante deu à luz em 20/julho/2009 (v.
Certidão reproduzida à fl. 23), mas os documentos acostados são inservíveis para a testificação da atividade rural em regime de economia familiar no período legalmente exigido, uma vez que, em sua maioria, limitam-se a demonstrar que o pai da criança, GIDEON NASCIMENTO FERREIRA, manteve diversos vínculos empregatícios registrados em sua CTPS, não havendo, de outra banda, qualquer indício voltado à qualificação da autora como segurada especial. 7.
Registre-se que o fato de alguns dos mencionados vínculos laborais possuírem natureza rural apenas atesta a condição de "empregado rural" do patriarca, não tendo o condão de provar, minimamente, o exercício de atividade rural em regime de economia familiar do próprio empregado, a fortiori da sua companheira (autora). 8.
Sem custas, eis que deferida a gratuidade de justiça.
Honorários advocatícios arbitrados em 10% (dez por cento) do valor da causa, devidamente atualizados à data do efetivo pagamento (§4º, art. 85 do CPC/2015), ficando, contudo, a execução respectiva condicionada à prova da superação da miserabilidade ensejadora da gratuidade de justiça e ao limite temporal previsto no art. 98, § 3º, do mesmo estatuto processual. 9.
Apelação parcialmente provida para anular a sentença e, prosseguindo ao julgamento de mérito, nos termos do art. 1.013, § 3º, I do NCPC, julgar improcedente o pedido de concessão de salário-maternidade. (TRF-1 - AC: 00435166520144019199, Relator: Juiz Federal Pompeu de Sousa Brasil, data de julgamento: 10/02/2017, 1ª Câmara Previdenciária da Bahia, data de publicação: 14/06/2017) (grifos nossos)
Por outro lado, mesmo que se considerasse válidas as versões das testemunhas ouvidas em audiência de instrução e julgamento, não há, nos autos, nenhum início de prova material contemporânea ao nascimento de seu filho João Mikael Lima Silva que siga no sentido de que aquela exerceu atividade rural, ainda que de forma descontínua, nos 12 (doze) meses imediatamente anteriores ao do início do benefício. Com efeito, ausente documentação hábil a comprovar o tempo de serviço campesino, tem-se que a prova exclusivamente testemunhal produzida em audiência, ainda que se mostre coerente e submetida ao contraditório, não se presta a demonstrar a ocorrência do mencionado tempo de trabalho rural e, consequentemente, da qualidade de segurada da autora, por expressa vedação legal (§ 3º do art. 55 da Lei nº 8.213/1991). Desse modo, ante a inexistência de um dos requisitos cumulativos para a concessão do benefício previdenciário de salário-maternidade (condição de segurada especial), o pedido formulado na inicial há de ser julgado improcedente, mostrando-se despicienda fundamentação quanto aos demais requisitos. DO DISPOSITIVO ANTE O EXPOSTO, e mais do que nos autos constam, nos termos do art. 487, inc.
I, do CPC, julgo improcedente o pedido formulado por K.
D.
S.
L. em face do Instituto Nacional do Seguro Social, e, em consequência, extingo o feito com resolução de mérito. Condeno a requerente ao pagamento de custas e dos honorários advocatícios no importe de 10% sobre o valor atualizado da causa (art. 85, § 4º, inc.
III, do CPC), cujas exigibilidades ficam sob condição suspensiva, por força da concessão dos benefícios da justiça gratuita já deferidos (art. 98, § 3º, do CPC). Após o trânsito em julgado, e não havendo modificação no teor da sentença, ARQUIVEM-SE os autos, com baixa na distribuição, independente de nova determinação. Publique-se.
Registre-se.
Intimem-se. Joselândia (MA), 27 de abril de 2021. CÁTHIA REJANE PORTELA MARTINS Juíza de Direito da Vara Única da Comarca de Joselândia -
28/04/2021 11:06
Enviado ao Diário da Justiça Eletrônico
-
28/04/2021 11:06
Expedição de Comunicação eletrônica.
-
27/04/2021 17:51
Julgado improcedente o pedido
-
15/03/2021 23:29
Conclusos para julgamento
-
15/03/2021 21:50
Juntada de Petição
-
04/03/2021 02:29
Expedição de Comunicação eletrônica.
-
03/03/2021 14:17
Audiência Instrução realizada conduzida por Juiz(a) em 03/03/2021 11:30 Vara Única de Joselândia .
-
02/03/2021 19:50
Juntada de petição
-
14/10/2020 16:37
Juntada de petição
-
29/09/2020 14:02
Expedição de Comunicação eletrônica.
-
29/09/2020 14:02
Expedição de Comunicação eletrônica.
-
29/09/2020 13:59
Audiência Instrução designada para 03/03/2021 11:30 Vara Única de Joselândia.
-
28/09/2020 15:15
Proferido despacho de mero expediente
-
16/09/2020 10:39
Conclusos para despacho
-
16/09/2020 10:38
Audiência Instrução cancelada para 16/09/2020 09:00 Vara Única de Joselândia.
-
16/09/2020 10:36
Juntada de Certidão
-
25/06/2020 09:23
Proferido despacho de mero expediente
-
22/06/2020 16:13
Conclusos para despacho
-
29/04/2020 15:36
Juntada de petição
-
29/04/2020 15:28
Juntada de Petição
-
23/04/2020 17:42
Expedição de Comunicação eletrônica.
-
23/04/2020 17:42
Expedição de Comunicação eletrônica.
-
23/04/2020 17:38
Audiência instrução designada para 16/09/2020 09:00 Vara Única de Joselândia.
-
22/04/2020 19:32
Proferido despacho de mero expediente
-
20/04/2020 20:17
Conclusos para despacho
-
20/04/2020 17:24
Juntada de petição
-
15/04/2020 17:53
Juntada de Petição
-
13/04/2020 10:14
Expedição de Comunicação eletrônica.
-
13/04/2020 10:14
Expedição de Comunicação eletrônica.
-
09/04/2020 23:44
Proferido despacho de mero expediente
-
02/04/2020 10:14
Conclusos para decisão
-
01/04/2020 16:04
Juntada de petição
-
11/03/2020 18:50
Expedição de Comunicação eletrônica.
-
11/03/2020 18:48
Juntada de Ato ordinatório
-
11/03/2020 18:47
Juntada de Certidão
-
09/03/2020 16:38
Juntada de CONTESTAÇÃO
-
20/02/2020 09:00
Expedição de Comunicação eletrônica.
-
20/02/2020 09:00
Expedição de Comunicação eletrônica.
-
19/02/2020 19:29
Proferido despacho de mero expediente
-
18/02/2020 11:41
Conclusos para despacho
-
13/02/2020 18:02
Distribuído por sorteio
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
13/02/2020
Ultima Atualização
22/09/2021
Valor da Causa
R$ 0,00
Detalhes
Documentos
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