STJ - 0063661-34.2020.8.16.0000
Superior Tribunal de Justiça - Câmara / Min. Presidencia
Polo Ativo
Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
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16/11/2021 15:22
Baixa Definitiva para TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ
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16/11/2021 15:22
Transitado em Julgado em 16/11/2021
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19/10/2021 05:03
Publicado DESPACHO / DECISÃO em 19/10/2021
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18/10/2021 19:38
Disponibilizado no DJ Eletrônico - DESPACHO / DECISÃO
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18/10/2021 10:30
Ato ordinatório praticado - Documento encaminhado à publicação - Publicação prevista para 19/10/2021
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18/10/2021 10:30
Não conhecido o recurso de CONDOMINIO PARQUE DOS SABIAS
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14/10/2021 11:55
Conclusos para decisão ao(à) Ministro(a) PRESIDENTE DO STJ (Relator) - pela SJD
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14/10/2021 08:04
Distribuído por competência exclusiva ao Ministro PRESIDENTE DO STJ
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03/09/2021 05:28
Recebidos os autos eletronicamente no(a) SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ
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11/05/2021 00:00
Intimação
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ 1ª VICE-PRESIDÊNCIA Autos nº. 0063661-34.2020.8.16.0000/1 Recurso: 0063661-34.2020.8.16.0000 Pet 1 Classe Processual: Petição Cível Assunto Principal: Despesas Condominiais Requerente(s): COND CONJ RESID PARQUE DOS SABIAS Requerido(s): Camile Lazzari Gomes de Gois SIDNEY GOMES DE GOES COND CONJ RESID PARQUE DOS SABIAS interpôs tempestivo recurso especial, com fundamento no artigo 105, inciso III, alíneas “a” e “c”, da Constituição Federal, contra o acórdão proferido pela Oitava Câmara Cível deste Tribunal de Justiça.
O recorrente sustentou “pedem a esta Egrégia Presidência a admissão deste Recurso Especial, posto que preenchidos todos os pressupostos recursais, e ao Colendo Superior Tribunal de Justiça seu provimento, para os efeitos da sua reforma, declarando a licitude da penhora de imóvel sob alienação fiduciária, com esteio nos dispositivos legais invocados e contrariados no acórdão ora guerreado, bem como para que seja uniformizada a jurisprudência acerca do tema” (fl. 21, mov. 1.1).
Consignou o acórdão recorrido que “É cediço que a relação jurídica estabelecida entre o imóvel e as despesas provenientes das taxas de condomínio consiste em obrigação propter rem, ou seja, o próprio imóvel responde pelo débito da unidade condominial.
Contudo, não se admite a penhora de bem gravado com cláusula de alienação fiduciária, pois somente após a quitação de todas as parcelas do financiamento é que o imóvel se tornará propriedade do devedor fiduciante.
Isso porque o credor fiduciário é quem detém a propriedade resolúvel do imóvel.
O devedor fiduciante, por sua vez, possui mera expectativa de direito à futura consolidação da propriedade em seu benefício, quando do adimplemento do contrato de financiamento.
Destaca-se, ainda, que na situação em exame o credor fiduciário, Caixa Econômica Federal (mov. 1.7), ainda sequer integrou o polo passivo da ação de execução” (fl. 3, mov. 29.1, Apelação Cível).
Verifica-se que o posicionamento da Câmara está em conformidade com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça acerca da questão, o que atrai a aplicação da Súmula 83 do Superior Tribunal de Justiça com relação a ambas as alíneas do permissivo constitucional. Confira-se: ... 3.
Não se admite a penhora do bem alienado fiduciariamente em execução promovida por terceiros contra o devedor fiduciante, visto que o patrimônio pertence ao credor fiduciário, permitindo-se, contudo, a constrição dos direitos decorrentes do contrato de alienação fiduciária.
Precedentes. 4.
Agravo interno desprovido. (AgInt no AREsp 1654813/SP, Rel.
Ministra NANCY ANDRIGHI, TERCEIRA TURMA, julgado em 29/06/2020, DJe 01/07/2020).
Diante do exposto, inadmito o recurso especial interposto por COND CONJ RESID PARQUE DOS SABIAS.
Intimem-se.
Curitiba, data da assinatura digital. Luiz Osório Moraes Panza 1º Vice-Presidente AR10
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
14/10/2021
Ultima Atualização
16/11/2021
Valor da Causa
R$ 0,00
Detalhes
Documentos
DECISÃO TERMINATIVA • Arquivo
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