TJRO - 7012528-10.2018.8.22.0007
2ª instância - Câmara / Desembargador(a) Gabinete Des. Raduan Miguel Filho
Processos Relacionados - Outras Instâncias
Polo Ativo
Advogados
Nenhum advogado registrado.
Polo Passivo
Advogados
Nenhum advogado registrado.
Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
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12/11/2021 12:19
Remetidos os Autos (por julgamento definitivo do recurso) para origem
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12/11/2021 11:05
Transitado em Julgado em 10/11/2021
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12/11/2021 11:05
Expedição de Certidão.
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09/11/2021 13:57
Juntada de Petição de Petição (outras)
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05/11/2021 19:32
Juntada de Petição de petição
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29/10/2021 10:23
Juntada de Petição de Petição (outras)
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27/10/2021 13:23
Juntada de Petição de petição
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15/10/2021 12:10
Expedição de Certidão.
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14/10/2021 09:48
Expedição de Certidão.
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06/10/2021 11:24
Conhecido o recurso de SEGURADORA LIDER DO CONSORCIO DO SEGURO DPVAT SA - CNPJ: 09.***.***/0001-04 (APELANTE) e não-provido
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29/09/2021 13:29
Juntada de Petição de certidão
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28/09/2021 09:08
Deliberado em Sessão - Julgado - Mérito
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17/09/2021 13:07
Inclusão do processo para julgamento eletrônico de mérito
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09/09/2021 14:51
Proferido despacho de mero expediente
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09/09/2021 14:51
Pedido de inclusão em pauta
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08/09/2021 10:40
Conclusos para decisão
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08/09/2021 10:38
Conclusos para julgamento
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31/08/2021 10:17
Proferido despacho de mero expediente
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31/08/2021 10:17
Pedido de inclusão em pauta
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23/08/2021 14:58
Expedição de Certidão.
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05/07/2021 11:46
Conclusos para decisão
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05/07/2021 11:45
Juntada de termo de triagem
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02/07/2021 11:08
Recebidos os autos
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02/07/2021 11:08
Distribuído por sorteio
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01/02/2021 00:00
Intimação
ESTADO DE RONDÔNIA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Presidência / Gabinete Presidência do TJRO Processo: 0006456-75.2013.8.22.0501 - RECURSO ESPECIAL Relator: DESEMBARGADOR KIYOCHI MORI Data distribuição: 23/07/2019 15:34:53 Polo Ativo: C.
F.
B. e outros Advogado do(a) APELANTE: CARLOS ALBERTO CANTANHEDE LIMA - RO3206-A Advogado do(a) APELANTE: CARLOS ALBERTO CANTANHEDE LIMA - RO3206-A Polo Passivo: MPRO (MINISTÉRIO PÚBLICO DE RONDÔNIA) DECISÃO
Vistos.
Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no artigo 105, inciso III, alínea “a” da Constituição Federal, em que se aponta como dispositivos legais violados os artigos 155, 156, I, II e 386 incisos V, VII do Código de Processo Penal.
Em suas razões, os recorrentes alegam, em síntese, a violação dos artigos 155, 156, I, II e art. 386, incisos V e VII do Código de Processo Penal, porquanto a autoria do fato foi insuficientemente comprovada, bem como, a condenação foi baseada somente na oitiva da vítima na fase inquisitorial.
Requer absolvição por falta de lastro probatório. O Ministério Público, em suas contrarrazões, é pela não admissão e desprovimento do recurso.
Examinados, decido.
Com relação a violação do artigo 386, incisos V e VI, do Código de Processo Penal, sob tese absolutória por insuficiência de provas, o seguimento do recurso especial encontra óbice na Súmula 07 do Superior Tribunal de Justiça segundo a qual “a pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial”.
Acerca da violação dos artigos 155 e 156, I, II do Código de Processo Penal, que dispõe sobre a livre convicção motivada do magistrado, vedada a condenação baseada tão somente em prova colhida exclusivamente na investigação, a admissão do Recurso Especial pressupõe o prequestionamento da matéria insculpida no dispositivo legal federal alegadamente violado, ou seja, exige que a tese recursal tenha sido objeto de efetivo pronunciamento por parte do Tribunal de origem, o que não ocorreu no caso em tela.
Configurada a carência do indispensável requisito do prequestionamento, neste ponto, impõe-se o não conhecimento do recurso especial, a teor das Súmulas 282 e 356 do Supremo Tribunal Federal, aplicáveis ao recurso especial analogicamente. Por conseguinte, não preenche o requisito constitucional do prequestionamento, atraindo o óbice disposto nas Súmulas 282 e 356 do Supremo Tribunal Federal.
Por fim, observe-se que os mesmos óbices impostos à admissão pela alínea “a”, III, do art. 105 da CF impedem a apreciação recursal pela alínea “c”, estando, portanto, prejudicada a análise do dissídio jurisprudencial.
Ante o exposto, não se admite o recurso especial.
Publique-se.
Intime-se.
Porto Velho/RO, 28 de janeiro de 2021.
Desembargador Kiyochi Mori Presidente Processo: 0006456-75.2013.8.22.0501 - RECURSO EXTRAORDINÁRIO Relator: DESEMBARGADOR KIYOCHI MORI Data distribuição: 23/07/2019 15:34:53 Polo Ativo: C.
F.
B. e outros Advogado do(a) APELANTE: CARLOS ALBERTO CANTANHEDE LIMA - RO3206-A Advogado do(a) APELANTE: CARLOS ALBERTO CANTANHEDE LIMA - RO3206-A Polo Passivo: MPRO (MINISTÉRIO PÚBLICO DE RONDÔNIA) DECISÃO
Vistos.
Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no artigo 102, inciso III, alínea “a” da Constituição Federal, em que se aponta como dispositivo legal violado o artigo 5º, incisos LVII, da CF, que dispõem sobre contraditório e ampla defesa.
Em suas razões, os recorrentes defendem, em síntese, sua absolvição ante a insuficiência de provas para sua condenação; que as provas não comprovam a materialidade do crime, bem como, que a condenação fundamentou-se somente no depoimento da vítima, em violação ao princípio in dubio pro reo.
O Ministério Público, em suas contrarrazões, é pela não admissão e desprovimento do recurso.
Examinados, decido.
Verifica-se que as questões referentes à violação dos dispositivos constitucionais apontados não foram objeto de debate no acórdão recorrido.
Falta-lhes, pois, o indispensável prequestionamento, consoante previsto nas Súmulas 282 do STF.
Ademais, ressalta-se que eventual divergência em relação ao entendimento adotado pelo juízo a quo demandaria a análise da legislação infraconstitucional aplicável à espécie e do conjunto fático-probatório, o que não autoriza o acesso à via extraordinária, incidindo no caso, a Súmula 279 do STF.
Nesse sentido: Agravo regimental no recurso extraordinário com agravo.
Matéria criminal.
Malferimento dos incisos XXXVIII, alínea, a, LV e LVI, do art. 5º da Constituição.
Ofensa reflexa configurada.
Reapreciação de fatos e provas.
Inadmissibilidade.
Incidência da Súmula nº 279/STF.
Precedentes.
Regimental não provido. 1.
O malferimento aos princípios elencados na Constituição, quando depende, para ser reconhecido como tal, da análise de normas infraconstitucionais, consoante o entendimento da Corte, não configura ofensa direta e frontal à Carta Magna. 2.
O Supremo Tribunal Federal já decidiu que [a] resolução da controvérsia atinente à licitude das provas demanda a análise aprofundada do conjunto fático-probatório, o que atrai a incidência da Súmula 279 do STF (RE nº 618.985/ES-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Luiz Fux, DJe de 6/5/15). 3.
Agravo regimental a que se nega provimento."(ARE 839.792-AgR, Rel.
Min.
Dias Toffoli, Segunda Turma, DJe 25/9/2015)" Ademais, o STF, no julgamento do ARE 748.371-RG/MT (Rel.
Min.
GILMAR MENDES, Tema 660), rejeitou-se a repercussão geral da alegada violação ao direito adquirido, ao ato jurídico perfeito, à coisa julgada ou aos princípios da legalidade, do contraditório, da ampla defesa e do devido processo legal, quando se mostrar imprescindível o exame de normas de natureza infraconstitucional.
Nesse sentido: AGRAVO INTERNO.
RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO.
FUNDAMENTAÇÃO A RESPEITO DA REPERCUSSÃO GERAL.
INSUFICIÊNCIA.
VIOLAÇÃO AO ARTIGO 5º, INCISOS 5º, LIV e LV DA CF/88.
OFENSA CONSTITUCIONAL REFLEXA.
REAPRECIAÇÃO DE PROVAS.
INADMISSIBILIDADE.
SÚMULA 279 DO STF. 1.
Os recursos extraordinários somente serão conhecidos e julgados, quando essenciais e relevantes as questões constitucionais a serem analisadas, sendo imprescindível ao recorrente, em sua petição de interposição de recurso, a apresentação formal e motivada da repercussão geral, que demonstre, perante o Supremo Tribunal Federal, a existência de acentuado interesse geral na solução das questões constitucionais discutidas no processo, que transcenda a defesa puramente de interesses subjetivos e particulares. 2.
A obrigação do recorrente em apresentar formal e motivadamente a preliminar de repercussão geral, que demonstre sob o ponto de vista econômico, político, social ou jurídico, a relevância da questão constitucional debatida que ultrapasse os interesses subjetivos da causa, conforme exigência constitucional, legal e regimental (art. 102, § 3º, da CF/88, c/c art. 1.035, § 2º, do CPC/2015), não se confunde com meras invocações desacompanhadas de sólidos fundamentos no sentido de que o tema controvertido é portador de ampla repercussão e de suma importância para o cenário econômico, político, social ou jurídico, ou que não interessa única e simplesmente às partes envolvidas na lide, muito menos ainda divagações de que a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é incontroversa no tocante à causa debatida, entre outras de igual patamar argumentativo. 3.
O STF, no julgamento do ARE 748.371-RG/MT (Rel.
Min.
GILMAR MENDES, Tema 660), rejeitou a repercussão geral da violação ao direito adquirido, ao ato jurídico perfeito, à coisa julgada ou aos princípios da legalidade, do contraditório, da ampla defesa e do devido processo legal, quando se mostrar imprescindível o exame de normas de natureza infraconstitucional. 4.
Tendo o acórdão recorrido solucionado as questões a si postas com base em preceitos de ordem infraconstitucional, não há espaço para a admissão do recurso extraordinário, que supõe matéria constitucional prequestionada explicitamente. 5.
A argumentação do recurso extraordinário traz versão dos fatos diversa da exposta no acórdão, de modo que seu acolhimento passa necessariamente pela revisão das provas.
Incide, portanto, o óbice da Súmula 279 desta Corte (Para simples reexame de prova não cabe recurso extraordinário). 6.
Agravo Interno a que se nega provimento. (STF - AgR ARE: 1176804 PE - PERNAMBUCO 0801167-81.2016.4.05.0000, Relator: Min.
ALEXANDRE DE MORAES, Data de Julgamento: 01/03/2019, Primeira Turma, Data de Publicação: DJe-051 15-03-2019) Ante o exposto, não se admite o recurso extraordinário.
Publique-se.
Intime-se.
Porto Velho/RO, 28 de janeiro de 2021.
Desembargador Kiyochi Mori Presidente
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
02/07/2021
Ultima Atualização
01/02/2021
Valor da Causa
R$ 0,00
Detalhes
Documentos
ACÓRDÃO • Arquivo
DESPACHO • Arquivo
DESPACHO • Arquivo
SENTENÇA • Arquivo
DECISÃO • Arquivo
DECISÃO • Arquivo
SENTENÇA • Arquivo
DESPACHO • Arquivo
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