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2000593-91.2025.9.13.0003

Recurso em Sentido EstritoViolência arbitráriaCrimes Praticados por Funcionários Públicos Contra a Administração em GeralDIREITO PENAL
TJMMG1° GrauEm andamento
Data de Distribuicao
17/06/2025
Valor da Causa
R$ 0,00
Orgao julgador
Juiz Titular da 3ª Auditoria - Criminal
Partes do Processo
Nenhuma parte cadastrada
Advogados / Representantes
Nenhum advogado cadastrado
Movimentacoes

246 - Arquivado Definitivamente

20/02/2026, 15:27

123 - Remetido os Autos/108 - Remessa Interna - 3AJME -> CJM

13/02/2026, 12:41

123 - Remetido os Autos/108 - Remessa Interna - CJM -> 3AJME

13/10/2025, 15:44

123 - Remetido os Autos/108 - Remessa Interna - 3AJME -> CJM

29/08/2025, 15:41

Baixa Definitiva

29/08/2025, 15:41

60 - Expedição de/80 - Outros Documentos

29/08/2025, 15:39

60 - Expedição de/107 - Certidão

20/08/2025, 16:46

12430 - Determinado o arquivamento definitivo

20/08/2025, 16:09

51 - Conclusos/5 - Para despacho

20/08/2025, 15:19

581 - Juntada de/117 - Acórdão

20/08/2025, 15:19

Recebimento - TJM -> 3AJME Número: 20005939120259130003/TJM

20/08/2025, 14:18

Publicacao/Comunicacao Intimação Acórdão - <html> <head> <meta> <style></style> </head> <body> <article> <header> <div></div> <div></div> </header> <section><b>Recurso em Sentido Estrito (C&acirc;mara) N&ordm; 2000593-91.2025.9.13.0003/JME</b></section> <section><b><table><tr><td>RELATOR</td><td>: Desembargador RUBIO PAULINO COELHO</td></tr><tr><td>RECORRIDO</td><td>: RODRIGO XAVIER DE OLIVEIRA (RECORRIDO)</td></tr><tr><td>ADVOGADO(A)</td><td>: JULIO SERGIO CINTRA DOS SANTOS JUNIOR (OAB MG158243)</td></tr></table></b></section> <section> <p align="center">EMENTA</p> </section> <section> <p><strong>RECURSO EM SENTIDO ESTRITO &ndash; COMPET&Ecirc;NCIA &ndash; VIOL&Ecirc;NCIA ARBITR&Aacute;RIA PRATICADA POR POLICIAL MILITAR CONTRA CIVIL &ndash; COMPET&Ecirc;NCIA DO JUIZ DE DIREITO DO JU&Iacute;ZO MILITAR &ndash; RECURSO PROVIDO.</strong></p> <p>- Compete ao juiz de direito do ju&iacute;zo militar processar e julgar, singularmente, os crimes militares cometidos por militar contra civil, mesmo que tipificados como delitos contra a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica.</p> <p>- A presen&ccedil;a de v&iacute;tima civil no delito de viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria atrai a compet&ecirc;ncia do juiz singular, conforme prev&ecirc; o artigo 125, &sect; 5&ordm;, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal.</p> <p>- A fixa&ccedil;&atilde;o da compet&ecirc;ncia em desconformidade com a regra constitucional ofende o princ&iacute;pio do juiz natural.</p> <p>- Recurso Provido.</p></section> <section> <p align="center">AC&Oacute;RD&Atilde;O</p> </section> <section> <p>Vistos, relatados e discutidos os presentes autos, acordam os desembargadores da Primeira C&acirc;mara, por unanimidade, em <strong>dar provimento ao recurso em sentido estrito,</strong><strong> </strong>para revogar a decis&atilde;o impugnada e firmar a compet&ecirc;ncia do juiz singular para apreciar e julgar o crime de viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria previsto no artigo 322 do C&oacute;digo Penal.</p> <p> </p> <p><strong>RELAT&Oacute;RIO</strong></p> <p>Consta nos autos que, em 22/10/2018, &agrave;s 18h51min, em um estabelecimento comercial denominado &ldquo;Padaria da Hecvania&rdquo;, localizado na cidade de Serranos/MG, o Soldado PM <span>Rodrigo Xavier de Oliveira</span>, de modo consciente e volunt&aacute;rio, teria praticado viol&ecirc;ncia no exerc&iacute;cio da fun&ccedil;&atilde;o.</p> <p>Segundo consta, o militar estava patrulhando as ruas da cidade quando avistou Bruno Faria de Azevedo caminhando e decidiu abord&aacute;-lo. Durante a dilig&ecirc;ncia, a v&iacute;tima informou que somente estava passeando, ocasi&atilde;o em que o Sd PM Rodrigo determinou que ele retornasse para a cidade onde mora.</p> <p>A v&iacute;tima pretendia obedecer &agrave; ordem, contudo parou na Padaria da Hecv&acirc;nia para comprar um refrigerante, momento em que foi surpreendida pelo Sd PM Rodrigo, que, sem nenhum motivo aparente, agrediu-a com tapas e chutes.</p> <p>O Sd PM <span>Rodrigo Xavier de Oliveira</span> foi denunciado como incurso no artigo 322 do C&oacute;digo Penal, na forma do artigo 9&ordm;, inciso II, al&iacute;nea &ldquo;c&rdquo;, do CPPM. A inicial acusat&oacute;ria foi baseada nos fatos apurados no Inqu&eacute;rito Policial Militar de Portaria n. 118.786/24 &ndash; IPM/57&ordm; BPM.</p> <p>A den&uacute;ncia foi recebida no dia 15/05/2025. Na ocasi&atilde;o, a ju&iacute;za de direito da 3&ordf; AJME reconheceu ser do Conselho Permanente de Justi&ccedil;a a compet&ecirc;ncia para processar e julgar o crime de viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria (art. 322 do C&oacute;digo Penal).</p> <p>Inconformado com o reconhecimento do CPJ para processar e julgar o feito, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico interp&ocirc;s o presente recurso em sentido estrito, com fundamento no artigo 516, al&iacute;nea &ldquo;e&rdquo;, do C&oacute;digo de Processo Penal Militar (CPPM).</p> <p>Em suas raz&otilde;es recursais, alega que a decis&atilde;o impugnada viola frontalmente o disposto no art. 125, &sect; 5&ordm;, da Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica, inclu&iacute;do pela Emenda Constitucional n. 45/2004, que atribui compet&ecirc;ncia ao Juiz de Direito do Ju&iacute;zo Militar para processar e julgar, singularmente, os crimes militares cometidos contra civis, bem como as a&ccedil;&otilde;es judiciais contra atos disciplinares militares, cabendo ao Conselho Permanente de Justi&ccedil;a o julgamento dos delitos militares remanescentes.</p> <p>Declara que a interpreta&ccedil;&atilde;o no sentido de que apenas os crimes militares contra a pessoa do civil ser&atilde;o julgados pelo ju&iacute;zo monocr&aacute;tico n&atilde;o encontra guarida no ordenamento vigente, uma vez que, havendo civil como v&iacute;tima, principal ou secund&aacute;ria, a compet&ecirc;ncia para julgamento n&atilde;o ser&aacute; do CPJ.</p> <p>Afirma que o fato de o crime de viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria, previsto no art. 322 do CP, &agrave; semelhan&ccedil;a do crime de viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria previsto no art. 333 do CPM, estarem inseridos dentro dos crimes praticados contra a administra&ccedil;&atilde;o em geral/administra&ccedil;&atilde;o militar n&atilde;o significa que n&atilde;o possam ter o civil como v&iacute;tima.</p> <p>Disse que a instru&ccedil;&atilde;o do processo pelo Conselho Permanente de Justi&ccedil;a usurpa a compet&ecirc;ncia absoluta do juiz de direito, bem como viola o princ&iacute;pio do juiz natural, segundo o qual &ldquo;ningu&eacute;m ser&aacute; processado nem sentenciado sen&atilde;o pela autoridade competente&rdquo; (art. 5&ordm;, inciso LIII, CR/88).</p> <p>Aduz que a compet&ecirc;ncia do Juiz de Direito &eacute; <em>ratione materiae</em>, de natureza absoluta, calcada em normas cogentes de ordem p&uacute;blica.</p> <p>Por fim, colaciona jurisprud&ecirc;ncias do Supremo Tribunal Federal (STF), destacando os Recursos Extraordin&aacute;rios n. 1.537.896/MG, RE n. 1.544.209 e RE n. 1.547.255, que entendem ser do juiz singular a compet&ecirc;ncia para processar e julgar o crime de viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria.</p> <p>Com essas considera&ccedil;&otilde;es, requer que se conhe&ccedil;a do presente recurso e seja ele provido para que seja decretada a incompet&ecirc;ncia do Conselho Permanente de Justi&ccedil;a e seja o feito processado e julgado pelo Juiz Singular (Evento 17).</p> <p>A ju&iacute;za de direito da 3&ordf; AJME manteve a decis&atilde;o impugnada por seus pr&oacute;prios fundamentos (Evento 22).</p> <p>O Soldado PM <span>Rodrigo Xavier de Oliveira</span> se absteve de apresentar contrarraz&otilde;es ao recurso em sentido estrito (Evento 36).</p> <p>Em parecer, a douta procuradora de justi&ccedil;a, Dra. Elba Rondino, alega que o artigo 125, &sect; 5&ordm;, da CF/88 atribui ao juiz de direito a compet&ecirc;ncia para julgar singularmente os processos relativos a crimes cometidos contra civil.</p> <p>Disse que a regra &eacute; clara e objetiva, o que significa dizer que a interpreta&ccedil;&atilde;o restritiva, de modo a limitar a aplica&ccedil;&atilde;o desse dispositivo aos casos em que o civil &eacute; v&iacute;tima direta e principal do crime, mostra-se incompat&iacute;vel com a l&oacute;gica do sistema jur&iacute;dico e com a pr&oacute;pria reda&ccedil;&atilde;o constitucional.</p> <p>Disse, ainda, que a presen&ccedil;a de uma v&iacute;tima civil, seja ela principal ou secund&aacute;ria, &eacute; suficiente para afastar a compet&ecirc;ncia do Conselho Permanente de Justi&ccedil;a e atribu&iacute;-la ao juiz singular.</p> <p>Ao final, requer que se conhe&ccedil;a do recurso em sentido estrito e tamb&eacute;m que seja dado provimento ao inconformismo.</p> <p>&Eacute; o relat&oacute;rio.</p> <p><strong>VOTOS</strong></p> <p><strong>DESEMBARGADOR R&Uacute;BIO PAULINO COELHO, RELATOR</strong></p> <p>Conhe&ccedil;o do recurso, uma vez que presentes os pressupostos objetivos e subjetivos de sua admissibilidade.</p> <p>No caso dos autos, o militar Soldado PM <span>Rodrigo Xavier de Oliveira</span> foi denunciado perante o ju&iacute;zo da 3&ordf; Auditoria da Justi&ccedil;a Militar Estadual (AJME), nos autos n. 2000429-29.2025.9.13.0003, pela pr&aacute;tica do crime de viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria previsto no artigo 322 do C&oacute;digo Penal (evento 1).</p> <p>No recebimento da den&uacute;ncia, em 15/05/2025, a ju&iacute;za de direito titular da 3&ordf; AJME reconheceu ser do Conselho Permanente de Justi&ccedil;a (CPJ) a compet&ecirc;ncia para processar e julgar o crime de viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria (art. 322 do CP).</p> <p>O Minist&eacute;rio P&uacute;blico interp&ocirc;s recurso em sentido estrito, arguindo a incompet&ecirc;ncia absoluta do Conselho Permanente de Justi&ccedil;a (CPJ) para processar e julgar o crime de viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria previsto no artigo 322 do C&oacute;digo Penal, sob pena de viola&ccedil;&atilde;o ao princ&iacute;pio do juiz natural.</p> <p>Pois bem. O art. 125, &sect; 5&ordm;, da Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica, estabelece, de forma clara e objetiva, dois tipos de compet&ecirc;ncia: a do juiz singular, para o julgamento de delitos militares cometidos contra civis e a&ccedil;&otilde;es relacionadas a atos disciplinares, e a residual do Conselho de Justi&ccedil;a, para os demais crimes militares, <em>in verbis</em>:</p> <p>Art. 125. Os Estados organizar&atilde;o sua Justi&ccedil;a, observados os princ&iacute;pios estabelecidos nesta Constitui&ccedil;&atilde;o.</p> <p><strong>&sect;5&ordm; Compete aos ju&iacute;zes de direito do ju&iacute;zo militar processar e julgar, singularmente, os crimes militares cometidos contra civis e as a&ccedil;&otilde;es judiciais contra atos disciplinares militares,</strong> cabendo ao Conselho de Justi&ccedil;a, sob a presid&ecirc;ncia do juiz de direito, processar e julgar os demais crimes militares.&rdquo;</p> <p>A Emenda Constitucional n. 45/2004, ao acrescentar o par&aacute;grafo 5&deg; ao art. 125 da Carta Magna, retirou dos Conselhos de Justi&ccedil;a, repassando para o Ju&iacute;zo singular a compet&ecirc;ncia para o julgamento dos crimes militares praticados contra civis. O objetivo era manter nos Conselhos de Justi&ccedil;a apenas os processos que envolvessem interesses superiores da Administra&ccedil;&atilde;o, ou seja, os crimes praticados por militares, contra outro militar e contra a Administra&ccedil;&atilde;o Militar.</p> <p>N&atilde;o restam d&uacute;vidas de que o crime de viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria (art. 322 do CP) tem como sujeito passivo o Estado, especificamente a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, uma vez que a conduta do militar viola a ordem e a disciplina ao agir de forma ilegal e abusiva. Contudo, tamb&eacute;m &eacute; sujeito passivo direto desse crime o civil que sofre a viol&ecirc;ncia por parte do funcion&aacute;rio p&uacute;blico.</p> <p>Assim, n&atilde;o se pode reduzir a an&aacute;lise &agrave; figura exclusiva do Estado como sujeito passivo, pois, como visto, tamb&eacute;m &eacute; diretamente atingido o civil que sofre a viol&ecirc;ncia praticada pelo funcion&aacute;rio p&uacute;blico. O Estado, como ente jur&iacute;dico, tem o dever de proteger a integridade f&iacute;sica e moral dos indiv&iacute;duos, e, quando um civil se torna v&iacute;tima de viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria, a sua dignidade &eacute; diretamente ferida, o que justifica a aplica&ccedil;&atilde;o da primeira parte do &sect; 5&ordm; do artigo 125 da Constitui&ccedil;&atilde;o, que confere compet&ecirc;ncia ao juiz singular para o julgamento de delitos militares cometidos contra civis.</p> <p>A mat&eacute;ria j&aacute; se encontra pacificada na Suprema Corte, especialmente ap&oacute;s os recentes julgamentos dos Recursos Extraordin&aacute;rios n. 1.537.896/MG, RE n. 1.544.209 e RE n. 1.547.255, os quais estabeleceram, de forma categ&oacute;rica, que:</p> <p>Compete ao Juiz de Direito do Ju&iacute;zo Militar Estadual processar e julgar, singularmente, os crimes militares cometidos contra civis, ainda que tais crimes estejam tipificados como delitos contra a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, n&atilde;o se restringindo a crimes estritamente pessoais.</p> <p>Diante do exposto, <strong>dou provimento ao recurso em sentido estrito</strong>, para revogar a decis&atilde;o recorrida e firmar a compet&ecirc;ncia do juiz singular para apreciar e julgar o crime de viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria previsto no artigo 322 do C&oacute;digo Penal.</p> <p>&Eacute; como voto.</p> <p><strong>DESEMBARGADOR FERNANDO GALV&Atilde;O DA ROCHA</strong></p> <p>Srs. Desembargadores. Na oportunidade, acompanho as raz&otilde;es e o voto proferido pelo eminente relator, para, igualmente, dar provimento ao presente recurso.</p> <p>No entanto, como venho afirmando em outros votos, o entendimento do Supremo Tribunal federal pacificado n&atilde;o &eacute; correto. A viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria constitui uma ofensa direta &agrave; Administra&ccedil;&atilde;o Militar, estando prevista no T&iacute;tulo VII do C&oacute;digo Penal Militar, que trata dos crimes contra a Administra&ccedil;&atilde;o Militar. Mais especificamente, a viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria est&aacute; prevista no Cap&iacute;tulo VI, que trata dos crimes contra o dever funcional. Tal forma de viol&ecirc;ncia sequer produz les&atilde;o corporal, que &eacute; um crime contra a pessoa.</p> <p>Portanto, nos termos da Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica, n&atilde;o seria o caso de fixar a compet&ecirc;ncia do ju&iacute;zo singular em primeiro grau de jurisdi&ccedil;&atilde;o. </p> <p>Contudo, quedo-me ao argumento pr&aacute;tico que visa evitar a ocorr&ecirc;ncia da prescri&ccedil;&atilde;o e dou provimento ao presente recurso. </p> <p> </p> <p><strong>DESEMBARGADOR OSMAR DUARTE MARCELINO</strong></p> <p>Acompanho integralmente as raz&otilde;es e o voto e. desembargador relator, para, igualmente, dar provimento ao recurso em sentido estrito, para revogar a decis&atilde;o impugnada e firmar a compet&ecirc;ncia do juiz singular para apreciar e julgar o crime de viol&ecirc;ncia arbitr&aacute;ria previsto no artigo 322 do C&oacute;digo Penal.</p> <p> </p> <p><strong>Belo Horizonte, sess&atilde;o ordin&aacute;ria presencial de julgamento do Tribunal de Justi&ccedil;a Militar do Estado de Minas Gerais, aos 22 de julho de 2025.</strong></p> <p> </p> <p><strong>Desembargador R&uacute;bio Paulino Coelho</strong></p> <p><strong>Relator</strong></p></section> <section> <p>Belo Horizonte, 22 de julho de 2025.</p></section> <section> </section> <section> <p> </p> <hr> <p> </p></section> <footer> </footer></article></body></html>

04/08/2025, 00:00

Publicacao/Comunicacao Intimação 442 - Intima-se as partes para o processo distribuído no Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais.

23/06/2025, 00:00

Publicacao/Comunicacao Lista de distribuição 442 - Processo distribuído no Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais.

23/06/2025, 00:00

Publicacao/Comunicacao Intimação 442 - Intima-se as partes para o processo distribuído na Justiça Militar de Minas Gerais.

20/06/2025, 00:00
Documentos
DECISÃO
20/08/2025, 16:09
ACÓRDÃO
20/08/2025, 15:19
DECISÃO
17/06/2025, 14:18