TJBA - 8099018-97.2024.8.05.0001
1ª instância - 4Vara de Relacoes de Consumo - Salvador
Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
-
02/06/2025 15:58
Juntada de Certidão
-
11/04/2025 14:46
Juntada de Petição de petição
-
01/04/2025 17:09
Juntada de Petição de petição
-
01/04/2025 17:06
Juntada de Petição de réplica
-
28/03/2025 13:04
Ato ordinatório praticado
-
23/01/2025 10:32
Juntada de Petição de réplica
-
20/12/2024 00:00
Intimação
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA 4ª VARA DE RELAÇÕES DE CONSUMO DA COMARCA DE SALVADOR ATO ORDINATÓRIO 8099018-97.2024.8.05.0001 Procedimento Comum Cível Jurisdição: Salvador - Região Metropolitana Menor: M.
F.
P.
X.
Advogado: Edson Novais Gomes Pereira Da Silva (OAB:SP226818) Representante: Rosangela Pedreira Fernandez Advogado: Edson Novais Gomes Pereira Da Silva (OAB:SP226818) Reu: Banco Santander Advogado: Denio Moreira De Carvalho Junior (OAB:MG41796) Ato Ordinatório: PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA BAHIA Comarca de Salvador - BA. 5º Cartório Integrado de Relações de Consumo Rua do Tingui, s/n, Campo da Pólvora, 5º andar do Fórum Orlando Gomes, Nazaré - CEP 40040-380, Salvador - BA.
Processo: 8099018-97.2024.8.05.0001[Defeito, nulidade ou anulação, Empréstimo consignado, Repetição do Indébito]PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7) Órgão Julgador: 4ª VARA DE RELAÇÕES DE CONSUMO DA COMARCA DE SALVADOR PARTE AUTORA : M.
F.
P.
X. e outros Advogado(s): Advogado(s) do reclamante: EDSON NOVAIS GOMES PEREIRA DA SILVA PARTE RÉU: Banco Santander Advogado(s): Advogado(s) do reclamado: DENIO MOREIRA DE CARVALHO JUNIOR ATO ORDINATÓRIO – PROVIMENTO CGJ n.º 10/2008 Manifeste-se a parte autora sobre a contestação e documentos acostados, no prazo de 15 (quinze) dias.
Salvador, 17 de dezembro de 2024. -
17/12/2024 14:05
Expedição de carta via ar digital.
-
17/12/2024 14:05
Ato ordinatório praticado
-
07/12/2024 02:22
Decorrido prazo de Banco Santander em 05/12/2024 23:59.
-
10/11/2024 05:41
Decorrido prazo de Banco Santander em 31/10/2024 23:59.
-
10/11/2024 04:08
Decorrido prazo de Banco Santander em 31/10/2024 23:59.
-
03/10/2024 19:25
Juntada de Petição de contestação
-
30/09/2024 00:00
Intimação
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA 4ª VARA DE RELAÇÕES DE CONSUMO DA COMARCA DE SALVADOR DECISÃO 8099018-97.2024.8.05.0001 Procedimento Comum Cível Jurisdição: Salvador - Região Metropolitana Menor: M.
F.
P.
X.
Advogado: Edson Novais Gomes Pereira Da Silva (OAB:SP226818) Representante: Rosangela Pedreira Fernandez Advogado: Edson Novais Gomes Pereira Da Silva (OAB:SP226818) Reu: Banco Santander Decisão: PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA 4ª VARA DE RELAÇÕES DE CONSUMO DA COMARCA DE SALVADOR Processo: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL n. 8099018-97.2024.8.05.0001 Órgão Julgador: 4ª VARA DE RELAÇÕES DE CONSUMO DA COMARCA DE SALVADOR MENOR: M.
F.
P.
X. e outros Advogado(s): EDSON NOVAIS GOMES PEREIRA DA SILVA (OAB:SP226818) REU: Banco Santander Advogado(s): DECISÃO
Vistos.
Requer a parte autora a concessão da gratuidade da justiça alegando a incapacidade de arcar com os encargos processuais sem prejuízo do seu próprio sustento.
Por sua vez, pugna pela concessão da antecipação de tutela de urgência, uma vez que alega ter ao caso os elementos que evidenciam a probabilidade do direito e o perigo do dano, desde que seja possível a reversibilidade dos efeitos dessa decisão.
Vieram-me os autos conclusos para apreciação. É O QUE BASTA CIRCUNSTANCIAR.
DECIDO.
Inicialmente, defiro a gratuidade da justiça face à hipossuficiência financeira da parte autora, nos termos do art. 98 do CPC.
Pois bem.
Cumpre-nos evidenciar que a entrega de todo o tipo de tutela definitiva demora, necessariamente, porquanto, o processo exige tempo.
Assim sendo, em situação de urgência, o tempo necessário para a obtenção da tutela definitiva pode colocar em risco sua efetividade.
Nesse contexto, no intuito de abrandar os efeitos perniciosos do tempo do processo, o legislador institui uma importância técnica processual: a antecipação provisória dos efeitos finais da tutela definitiva, que permite o gozo antecipado e imediato dos efeitos próprios da tutela definitiva pretendida.
No entanto, necessária se apresenta, para a concessão da tutela de urgência antecipada, a presença da probabilidade do direito e do perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo, nos termos do art. 300, do CPC.
Art. 300.
A tutela de urgência será concedida quando houver elementos que evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo. § 1º Para a concessão da tutela de urgência, o juiz pode, conforme o caso, exigir caução real ou fidejussória idônea para ressarcir os danos que a outra parte possa vir a sofrer, podendo a caução ser dispensada se a parte economicamente hipossuficiente não puder oferecê-la. § 2º A tutela de urgência pode ser concedida liminarmente ou após justificação prévia. § 3º A tutela de urgência de natureza antecipada não será concedida quando houver perigo de irreversibilidade dos efeitos da decisão.
Tal instituto é caracterizado pela sumariedade da cognição, posto que se assenta em uma análise superficial do objeto litigioso, autorizando que o julgador decida a partir de um juízo de probabilidade, como também pela precariedade, uma vez que a qualquer momento pode ser revogada ou modificada e, ainda, por se mostrar inapta a tornar-se indiscutível pela coisa julgada.
Nesse aspecto, impende salientar que: [...] a sua concessão pressupõe, genericamente, a demonstração da probabilidade do direito (tradicionalmente conhecida como fumus boni iuris) e, junto a isso, a demonstração do perigo de dano ou de ilícito, ou ainda, do cumprimento da utilidade do resultado final que a demora do processo representa (tradicionalmente conhecido como periculum in mora) (art. 300, CPC). (Didier Jr., 2015, p. 594-595).
A partir da análise do caderno probatório carreado aos autos, observa-se que, em que pese tenha sido juntado os documentos necessários para a propositura da demanda, conforme prescreve o art. 320 do CPC, torna-se imprescindível, para a formação do convencimento do Juízo, a dilação probatória, a fim de que seja verificada a aposição, ou não, dos fatos contidos na exordial.
Sobre a matéria, ensina Fredie Didier Júnior: (...) Porém, em sendo a tutela em questão irreversível, com a impossibilidade da reposição do estado anterior, é imperioso que seja denegada, de forma a resguardar o direito fundamental da contraparte/requerida a uma decisão fundada em cognição exauriente, assegurando-se o devido processo legal em sua plenitude, e, portanto, conferindo-lhe maior segurança jurídica.
Diante desses direitos fundamentais em choque – efetividade versus segurança - deve-se invocar o princípio da proporcionalidade, para que sejam devidamente compatibilizados [...] Em tais situações, cabe ao juiz ponderar os valores em jogo - com base no princípio da proporcionalidade -, dando proteção àquele que, no caso concreto, tenha maior relevo. (Didier Jr., 2007. p. 544).
Colhe-se orientação jurisprudencial sobre o tema: Inexistindo prova inequívoca que impeça se convença o juiz da verossimilhança da alegação e havendo necessidade da produção de prova, descabe a outorga da tutela antecipada (2.º TACivSP, AgIn n. 466.123/0, Rel.
Juiz Adail Moreira).
A concessão de tutela antecipada requer prova inequívoca das alegações na inicial e da eventual ocorrência de dano irreparável ou de difícil reparação (2º TACivSP, AgIn n. 471.104, Rel.
Juiz Ricardo Tucunduva).
Atenta a tais requisitos e, mediante juízo não exauriente, verifico que não estão presentes os elementos capazes de justificar a antecipação de tutela pretendida.
Por tais razões, indefiro, por ora, a tutela provisória vindicada, sem prejuízo de sua ulterior reapreciação após a realização da pertinente dilação probatória.
Acrescente-se, contudo, que o indeferimento da tutela rogada não corresponde a um antecipado posicionamento a respeito da demanda, uma vez que a efetiva apuração do contexto fático e a consequente aplicação das normas jurídicas pertinentes serão analisadas no momento processual oportuno, ou seja, após o regular trâmite do feito.
Configurada relação de consumo entre os litigantes e vislumbrando a hipossuficiência do consumidor e a verossimilhança de suas alegações, existentes os requisitos previstos na legislação específica, nos termos do artigo 6º, VIII, do CDC, determino a inversão do ônus probatório.
Diante das especificidades da causa e de modo a adequar o rito processual às necessidades do conflito, cabendo o juiz velar pela célere solução do litígio, especialmente considerando que é facultada a conciliação às partes em qualquer momento do processo, deixo para momento oportuno a análise da conveniência da audiência de conciliação, consoante os arts. 3º e 139, inc.
VI, do CPC e do Enunciado nº 35 da ENFAM.
Cite-se e intime-se a parte requerida, utilizando-se esta decisão como mandado de citação e intimação para, querendo, contestar a ação em prazo de 15 (quinze) dias, sob pena de revelia, acarretando, na espécie, a presunção de veracidade dos fatos alegados pela parte autora.
Cumpra-se.
Salvador, 11 de setembro de 2024.
Luciana Amorim Hora Juíza de Direito -
25/09/2024 13:24
Expedição de carta via ar digital.
-
11/09/2024 15:50
Não Concedida a Antecipação de tutela
-
11/09/2024 15:50
Concedida a gratuidade da justiça a M. F. P. X. - CPF: *20.***.*64-03 (MENOR).
-
09/09/2024 13:01
Conclusos para despacho
-
05/08/2024 23:07
Juntada de Petição de 4 VRC_Proc. n. 8099018_97.2024.8.05.0001_Manifestação inicial_intervenção do MP_menor_prazo
-
05/08/2024 14:07
Expedição de intimação.
-
02/08/2024 17:40
Proferido despacho de mero expediente
-
25/07/2024 11:26
Conclusos para despacho
-
25/07/2024 11:01
Autos incluídos no Juízo 100% Digital
-
25/07/2024 11:01
Distribuído por sorteio
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
25/07/2024
Ultima Atualização
20/12/2024
Valor da Causa
R$ 0,00
Detalhes
Documentos
Ato Ordinatório • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Decisão • Arquivo
Decisão • Arquivo
Decisão • Arquivo
Decisão • Arquivo
Despacho • Arquivo
Despacho • Arquivo
Informações relacionadas
Processo nº 8101628-09.2022.8.05.0001
Adilson Jose Santos Ribeiro
Municipio de Salvador
Advogado: Adilson Jose Santos Ribeiro
1ª instância - TJBA
Ajuizamento: 14/07/2022 15:18
Processo nº 0305881-51.2013.8.05.0150
Municipio de Lauro de Freitas
Heliane Miranda de Moraes
Advogado: Florivaldo Caje de Oliveira Filho
1ª instância - TJBA
Ajuizamento: 08/08/2013 10:34
Processo nº 8005049-67.2021.8.05.0022
Maria das Merces Gomes
Banco Mercantil do Brasil S/A
Advogado: Paulo Roberto Joaquim dos Reis
1ª instância - TJBA
Ajuizamento: 20/07/2021 11:47
Processo nº 0501022-54.2015.8.05.0112
Ernandes Santos Guimaraes
Ympactus Comercial S/A
Advogado: Abelardo Vaz de Queiroz Netto
1ª instância - TJBA
Ajuizamento: 16/12/2015 09:10
Processo nº 8018612-80.2023.8.05.0080
Ministerio Publico do Estado da Bahia
Adeildo Couto e Couto
Advogado: Everton Leandro Lopes Evangelista
1ª instância - TJBA
Ajuizamento: 08/08/2023 13:00