TJBA - 0308178-90.2013.8.05.0001
2ª instância - Câmara / Desembargador(a) Gabinete Desa Lisbete Maria Teixeira Almeida Cezar Santos
Processos Relacionados - Outras Instâncias
Polo Ativo
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Polo Passivo
Partes
Assistente Desinteressado Amicus Curiae
Partes
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Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
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16/12/2024 00:00
Intimação
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA Desa.
Lisbete Maria Teixeira Almeida Cézar Santos DECISÃO 0308178-90.2013.8.05.0001 Apelação Cível Jurisdição: Tribunal De Justiça Apelante: Carlos Alfredo Pereira Piedade Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Apelante: Eduardo Cesar Sacramento De Souza Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Apelante: Jean Simoes Cedraz Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Advogado: Jeoas Nascimento Dos Santos (OAB:BA59013-A) Advogado: Angelica De Jesus Sales (OAB:BA71638-A) Apelante: Jose Raimundo Rodrigues Dos Santos Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Apelante: Joelismario Batista Dos Santos Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Apelante: Sergio Lima Da Cruz Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Apelante: Tayrone Carlos Da Silva Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Apelante: Flavio Santos Lima Advogado: Onilde Cavalcante De Andrade Carvalho (OAB:BA43447-A) Apelante: Marcondes De Souza Lobo Terceiro Interessado: Djalma Silva Junior Apelado: Carlos Alfredo Pereira Piedade Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Apelado: Eduardo Cesar Sacramento De Souza Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Apelado: Jean Simoes Cedraz Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Advogado: Jeoas Nascimento Dos Santos (OAB:BA59013-A) Advogado: Flavia Da Silva Nunes (OAB:BA28975-A) Apelado: José Raimundo Rodrigues Dos Santos Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Apelado: Joelismario Batista Dos Santos Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Apelado: Sérgio Lima Da Cruz Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Apelado: Tayrone Carlos Da Silva Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Apelado: Flavio Santos Lima Advogado: Meg Lima Da Cunha (OAB:BA34847-A) Advogado: Wagner Veloso Martins (OAB:BA37160-A) Apelado: Marcondes De Souza Lobo Apelante: Estado Da Bahia Apelado: Estado Da Bahia Decisão: PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA Segunda Câmara Cível Processo: APELAÇÃO CÍVEL n. 0308178-90.2013.8.05.0001 Órgão Julgador: Segunda Câmara Cível APELANTE: CARLOS ALFREDO PEREIRA PIEDADE e outros (9) Advogado(s): MEG LIMA DA CUNHA (OAB:BA34847-A), WAGNER VELOSO MARTINS (OAB:BA37160-A), ONILDE CAVALCANTE DE ANDRADE CARVALHO (OAB:BA43447-A), JEOAS NASCIMENTO DOS SANTOS (OAB:BA59013-A), ANGELICA DE JESUS SALES (OAB:BA71638-A) APELADO: Carlos Alfredo Pereira Piedade e outros (9) Advogado(s): MEG LIMA DA CUNHA (OAB:BA34847-A), WAGNER VELOSO MARTINS (OAB:BA37160-A), JEOAS NASCIMENTO DOS SANTOS (OAB:BA59013-A), FLAVIA DA SILVA NUNES (OAB:BA28975-A) DECISÃO Trata-se de AGRAVO INTERNO (ID 68538990) interposto pelo ESTADO DA BAHIA, contra decisão monocrática que, nos autos da Apelação Cível nº 0308178-90.2013.8.05.0001, condenou a parte autora/agravada em honorários sucumbenciais fixados em percentual sobre o valor da condenação.
Resume a parte agravante, em suma, que a demanda foi julgada improcedente, condenando a parte autora/agravada ao pagamento de honorários no percentual de 15% sobre o valor da condenação.
Defende a necessidade de aplicação do art. 85, § 8º, do CPC, visto que não há possibilidade de ser fixado sobre o valor da condenação final, já que não houve e nem pelo valor da causa, por este ser irrisório.
Alega que a decisão agravada deveria ter estabelecido um valor nominal, nos termos previstos no §2º do art. 85 do CPC.
Acrescenta que “a condenação da parte autora/agravada em honorários sucumbenciais de valores razoáveis além de decorrer de imposição legal ainda tem o condão de coibir ajuizamento de lides temerárias, como foi o presente caso.” Defende a reforma da decisão agravada para que a parte autora seja condenada em honorários advocatícios sucumbenciais no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais).
Requer, por fim, o CONHECIMENTO e PROVIMENTO do presente Agravo Interno para reformar a decisão agravada e condenar a parte autora no pagamento dos honorários advocatícios de sucumbência a serem fixados por equidade.
Contrarrazões no ID 70077095, por meio da qual o Agravado requer o não conhecimento ou, caso não seja este o entendimento, o não provimento do presente recurso. É o que cabe relatar.
Pois bem.
Há que se exercer o juízo de retratação da Decisão Monocrática (ID 67922048) referente ao arbitramento dos honorários sucumbenciais.
Explico.
A Decisão de ID 67922048 deu provimento ao Apelo interposto pelo Estado da Bahia, reformando a sentença a quo, com a improcedência do pedido autoral, condenando os autores a arcarem com os honorários advocatícios no percentual de 15% (quinze por cento) sobre o valor da condenação, restando suspensa a cobrança em razão da concessão do benefício da gratuidade de justiça.
Nesse sentido, verifica-se que o cerne da questão orbita na possibilidade de reforma da decisão vergastada, que condenou a parte autora/agravada em honorários sucumbenciais fixados em percentual sobre o valor da condenação. À vista detida dos autos, infere-se que os argumentos esposados neste recurso se revelam capazes de motivar a reconsideração do decisum ou justificar sua reforma.
Pois bem.
O art. 85 do Código de Processo Civil expõe: Art. 85.
A sentença condenará o vencido a pagar honorários ao advogado do vencedor. § 2º Os honorários serão fixados entre o mínimo de dez e o máximo de vinte por cento sobre o valor da condenação, do proveito econômico obtido ou, não sendo possível mensurá-lo, sobre o valor atualizado da causa, atendidos: I - o grau de zelo do profissional; II - o lugar de prestação do serviço; III - a natureza e a importância da causa; IV - o trabalho realizado pelo advogado e o tempo exigido para o seu serviço. (grifo nosso) Ainda sobre o referido art. 85, têm-se nos seus parágrafos 8º e 8º-A : § 8º Nas causas em que for inestimável ou irrisório o proveito econômico ou, ainda, quando o valor da causa for muito baixo, o juiz fixará o valor dos honorários por apreciação equitativa, observando o disposto nos incisos do § 2º. § 8º-A.
Na hipótese do § 8º deste artigo, para fins de fixação equitativa de honorários sucumbenciais, o juiz deverá observar os valores recomendados pelo Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil a título de honorários advocatícios ou o limite mínimo de 10% (dez por cento) estabelecido no § 2º deste artigo, aplicando-se o que for maior.
Nesse cenário, a lei processual civil estabeleceu uma ordem gradativa de aplicação de critérios para o cálculo da verba honorária, de modo que deve ser adotado como parâmetro, em ordem sucessiva: a) o valor da condenação; b) caso inexista o pronunciamento condenatório, o proveito econômico obtido; ou c) não sendo este passível de mensuração, o valor atualizado da causa.
Desse modo, no caso em comento, como não houve condenação e levando em consideração o baixo valor atribuído à causa, deve a verba honorária ser arbitrada por apreciação equitativa, observados os critérios mencionados no artigo 85, § 2º, do Código de Processo Civil.
Eis a jurisprudência sobre a matéria: APELAÇÃO – RECURSO DO AUTOR – AÇÃO CONDENATÓRIA – RESTITUIÇÃO DO VALOR PAGO – PEDIDO DE MAJORAÇÃO DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS – VALOR FIXADO DEVE SER ELEVADO – JUÍZO DE EQUIDADE – PARÂMETROS NOVOS ESTABELECIDOS PELO LEGISLADOR – USO DA TABELA ELABORADA PELA SECCIONAL DE SÃO PAULO DA OAB – ART. 85, § 8º-A – RECURSO PROVIDO – REFORMA PARCIAL DA R.
SENTENÇA 1 – O valor da causa muito baixo (mil reais, no caso) autoriza o juízo de equidade previsto no art. 85, § 8º, do Código de Processo Civil. 2 – Anteriormente deixado à mercê do subjetivismo exacerbado, o juízo de equidade passou a contar com parâmetros objetivos preconizados pela recente alteração legislativa, que remete à tabela de honorários confeccionada pelo Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil ( CPC, art. 85, § 8º-A).
Valor fixado à luz da estimativa feita na tabela.
RECURSO DO AUTOR PROVIDO. (TJ-SP - AC: 10189119520228260576 SP 1018911-95.2022.8.26.0576, Relator: Maria Lúcia Pizzotti, Data de Julgamento: 31/10/2022, 30ª Câmara de Direito Privado, Data de Publicação: 31/10/2022) APELAÇÃO.
PROCESSUAL CIVIL.
HONORÁRIOS DE SUCUMBÊNCIA.
BASE DE CÁLCULO.
VALOR DA CAUSA MUITO BAIXO.
HONORÁRIOS IRRISÓRIOS.
FIXAÇÃO POR APRECIAÇÃO EQUITATIVA.
POSSIBILIDADE.
LEI N. 14.365/2022.
VALOR MÍNIMO DA TABELA DA OAB.
RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. 1.
Trata-se, na origem, de ação de conhecimento extinta sem resolução do mérito, em razão da verificação de litispendência.
Na hipótese, a verba sucumbencial foi arbitrada em 10% (dez por cento) sobre o valor atualizado da causa.
Colhe-se da petição inicial que foi atribuído à causa o valor de R$1.000,00 (mil reais).
Assim, os honorários de sucumbência corresponderiam a apenas R$100,00 (cem reais), numerário que não remunera o trabalho despendido pelos causídicos das partes vencedoras nos autos. 2.
O art. 85, § 8º, do CPC, previu que, para as hipóteses em que o valor da causa seja muito baixo, o juiz deve fixar o valor devido por apreciação equitativa.
Em recente alteração legislativa, a Lei n. 14.365/2022 incluiu o § 8º - A ao art. 85 do CPC, segundo o qual, ?(...) para fins de fixação equitativa de honorários sucumbenciais, o juiz deverá observar os valores recomendados pelo Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil a título de honorários advocatícios ou o limite mínimo de 10% (dez por cento) estabelecido no § 2º deste artigo, aplicando-se o que for maior.?. 3.
A espécie comporta majoração dos honorários, que devem ser fixados por apreciação equitativa em valor que remunere de forma justa o trabalho realizado pelos representantes legais das partes vencedoras nos autos, observado o valor mínimo estipulado na tabela de honorários da OAB/DF. 4.
Recurso conhecido e provido. (TJ-DF 07088010320218070018 1439993, Relator: SANDRA REVES, Data de Julgamento: 20/07/2022, 2ª Turma Cível, Data de Publicação: 08/08/2022) HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS.
VALOR DA CAUSA IRRISÓRIO.
NECESSIDADE DE FIXAÇÃO POR EQUIDADE E DE OBSERVÂNCIA DOS VALORES DE REFERÊNCIA INDICADOS PELO CONSELHO SECCIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL (OAB/SC).
INTELIGÊNCIA DO ART. 85, §§ 8º E 8º-A DO CPC.SENTENÇA REFORMADA PARA FIXAR OS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS EM R$3.500,00 (TRÊS MIL E QUINHENTOS REAIS REAIS), A SEREM PAGOS NA PROPORÇÃO DE 70% PELA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA REQUERIDA E 30% PELA PARTE AUTORA.
SUSPENSA A EXIGIBILIDADE POR SER A PARTE AUTORA BENEFICIÁRIA DA JUSTIÇA GRATUITA (ART. 98, § 3º, DO CPC). (TJ-SC - APL: 00025858920078240081, Relator: Salim Schead dos Santos, Data de Julgamento: 22/11/2022, Segunda Câmara de Direito Comercial) Assim sendo, a fixação dos honorários advocatícios de forma equitativa é medida impositiva.
Nesses termos, entendo que o valor correspondente a R$ 2.000,00 (dois mil reais) é razoável e proporcional, na medida em que remunera adequadamente o labor do causídico e condiz com a situação fática dos autos.
Como se pode ver dos amplos argumentos acima expostos, a decisão que condenou a parte autora/agravada em honorários sucumbenciais fixados em percentual sobre o valor da condenação deve ser modificada para aplicar a apreciação equitativa, em observância ao exposto no § 8º-A do art. 85 do CPC.
Cumpre registrar, ainda, que a parte autora é beneficiária da gratuidade da justiça, razão pela qual fica suspensa a exigibilidade da verba sucumbencial ora fixada, pelo prazo de 05 anos, nos termos do § 3º do artigo 98 do CPC.
Ante todo o exposto, EM JUÍZO DE RETRATAÇÃO, reformo a decisão, tão somente, para aplicar a condenação em honorários sucumbenciais na forma equitativa, totalizando o importe de R$ 2.000,00 (dois mil reais).
Contudo, tendo em vista que a parte agravada é beneficiária da gratuidade da justiça, fica suspensa a sua exigibilidade, nos termos § 3º do artigo 98 do CPC.
Por conseguinte, JULGO PREJUDICADO o Agravo Interno de ID 68538990.
Salvador/BA, 10 de dezembro de 2024.
Desa.
Lisbete Maria Teixeira Almeida Cézar Santos Relatora 3/M -
30/06/2022 15:05
Disponibilizado no DJ Eletrônico em #Não preenchido#
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30/06/2022 14:52
Processo Suspenso por Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas #{numero_tema_IRDR}
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29/06/2022 18:01
Remetidos os Autos (alteração de relatoria) para Desembargador - Lisbete Maria Teixeira Almeida Cezar Santos
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29/06/2022 16:28
Conclusos #Não preenchido#
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05/04/2022 16:42
Juntada de Petição de petição
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06/03/2022 12:04
Juntada de Petição de Petição (outras)
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03/03/2022 09:24
Publicado Ato Ordinatório de Virtualização de Autos Físicos em 03/03/2022.
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03/03/2022 09:24
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 03/03/2022
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01/03/2022 09:20
Expedição de Certidão.
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25/02/2022 16:24
Cominicação eletrônica
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25/02/2022 16:24
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 25/02/2022
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24/12/2021 04:57
Devolvidos os autos
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24/09/2021 10:18
Recebidos os autos
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24/09/2021 10:18
Juntada de Petição de Petição (outras)
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04/08/2021 00:00
Remessa ao Núcleo Unijud- Central Digitalização
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04/08/2021 00:00
Reativação
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21/04/2018 00:00
Decisão Cadastrada
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21/04/2018 00:00
Decisão Cadastrada
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28/03/2018 00:00
Expedição de Certidão
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28/03/2018 00:00
Recebido do Relator pela Secretaria de Câmara para Cumprir
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27/03/2018 00:00
Remetido - Origem: Relator Destino: Secretaria de Câmara (Cumprir)
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27/03/2018 00:00
Processo Suspenso por Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas
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27/02/2018 00:00
Recebido do SECOMGE
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16/02/2018 00:00
Remetido - Origem: SECOMGE Destino: Relator
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15/02/2018 00:00
Expedição de Termo
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15/02/2018 00:00
Redistribuição por Prevenção ao Órgão
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08/02/2018 00:00
Recebido da Secretaria de Câmara pelo SECOMGE
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08/02/2018 00:00
Remetido - Origem: Secretaria de Câmara Destino: SECOMGE
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08/02/2018 00:00
Expedição de Certidão
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08/02/2018 00:00
Publicação
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08/02/2018 00:00
Recebido do Relator pela Secretaria de Câmara para Cumprir
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07/02/2018 00:00
Publicação
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07/02/2018 00:00
Remetido - Origem: Relator Destino: Secretaria de Câmara (Cumprir)
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07/02/2018 00:00
Impedimento ou Suspeição
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06/02/2018 00:00
Recebido do SECOMGE
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06/02/2018 00:00
Remetido - Origem: SECOMGE Destino: Relator
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05/02/2018 00:00
Expedição de Termo
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05/02/2018 00:00
Distribuição por Sorteio
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02/02/2018 00:00
Expedição de Certidão
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
05/02/2018
Ultima Atualização
30/06/2022
Valor da Causa
R$ 0,00
Detalhes
Documentos
Decisão • Arquivo
Decisão • Arquivo
Decisão • Arquivo
Decisão • Arquivo
Despacho • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Sentença • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Despacho • Arquivo
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