TJTO - 0000388-58.2024.8.27.2741
1ª instância - Juizo Unico - Wanderlandia
Polo Ativo
Polo Passivo
Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
-
01/08/2025 02:18
Disponibilizado no DJEN - no dia 01/08/2025 - Refer. aos Eventos: 62, 63
-
01/08/2025 00:00
Intimação
Procedimento Comum Cível Nº 0000388-58.2024.8.27.2741/TO AUTOR: TEREZINHA PEREIRA DA SILVAADVOGADO(A): LUKAS WANDERLEY PEREIRA (OAB TO010218)RÉU: PAULISTA - SERVICOS DE RECEBIMENTOS E PAGAMENTOS LTDAADVOGADO(A): JOANA GONCALVES VARGAS (OAB RS075798) SENTENÇA Trata-se de ação declaratória de inexistência de relação jurídica c/c repetição de indébito e indenização por danos morais, proposta por TEREZINHA PEREIRA DA SILVA, em face de PAULISTA – SERVIÇOS DE RECEBIMENTOS E PAGAMENTOS LTDA.
A parte autora alega, em síntese, que foram realizados descontos mensais indevidos, identificados sob a rubrica “SEGURO CH.
ESPEC.”, diretamente em seu benefício previdenciário, sem que jamais tenha autorizado ou celebrado qualquer contrato com a parte ré. Devidamente citada, a ré apresentou contestação, sustentando, preliminarmente, sua ilegitimidade passiva, sob o argumento de que atua exclusivamente como intermediadora de pagamentos (gateway), sem qualquer relação contratual direta com a autora. É o relatório.
Decido.
FUNDAMENTAÇÃO Presentes os pressupostos processuais e as condições da ação, passo à análise do mérito.
I – Da superação da suspensão pelo IRDR O tema dos empréstimos e descontos não autorizados foi objeto do IRDR instaurado pelo Tribunal de Justiça do Tocantins (IRDR – TJTO), que tratava, entre outros pontos, do ônus da prova e da caracterização do dano moral.
Contudo, conforme decisão recente proferida nos autos da Apelação Cível nº 0001526-43.2022.8.27.2737, relatada pelo Des.
Eurípedes Lamounier, foi determinada a cessação da suspensão dos processos que tratam da matéria, ante o transcurso do prazo de um ano sem julgamento do mérito do incidente, nos termos do art. 980, parágrafo único, do CPC.
Tese fixada no julgamento da Questão de Ordem (TJTO): “O transcurso do prazo de um ano previsto no art. 980 do CPC, sem julgamento do IRDR, impõe o levantamento da suspensão dos processos que versem sobre a matéria objeto do incidente, salvo decisão fundamentada em sentido contrário.” Dessa forma, nada obsta a apreciação da presente demanda, inclusive quanto à tutela de urgência e ao mérito principal.
II – Da notoriedade das fraudes em descontos indevidos A situação retratada nos autos não é um caso isolado.
Conforme noticiado por veículos de grande circulação nacional, como o G1 e a CNN Brasil, o país enfrenta uma das maiores fraudes previdenciárias da história recente, envolvendo descontos indevidos no benefício de milhares de aposentados e pensionistas.
A operação foi noticiada em reportagens que revelam que os descontos indevidos vêm ocorrendo desde antes de 2019, sem qualquer transparência, autorização ou acesso às informações por parte dos segurados.
Diante desse cenário de notoriedade pública, revela-se plausível e presumível a alegação da autora, de que jamais autorizou tais descontos, sendo vítima de prática abusiva e ilícita que exige imediata e firme resposta do Poder Judiciário.
III – Da inexistência de relação jurídica A requerida, embora intimada, não apresentou prova válida e robusta de contratação.
O suposto "termo de adesão eletrônico" não ostenta qualquer elemento que demonstre consentimento informado, inequívoco e consciente da autora, nos termos exigidos pelo art. 104 do Código Civil.
Nos termos do art. 373, II, do CPC, cabia à ré comprovar fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito da autora, ônus do qual não se desincumbiu.
A ausência de qualquer documento comprobatório autoriza o reconhecimento da inexistência de vínculo jurídico entre as partes.
IV – Da repetição do indébito Nos termos do art. 42, parágrafo único, do Código de Defesa do Consumidor, o consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do indébito por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo engano justificável, o que não restou configurado nos autos.
Art. 42. Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça.
No presente caso, restou incontroverso que foram realizados descontos mensais identificados como "Contribuição UNIBRASIL", sem que a parte requerida apresentasse qualquer contrato válido, expresso e inequívoco que comprove a autorização da autora.
Inexistente, portanto, qualquer engano justificável, tampouco fator externo que possa ser invocado como excludente de responsabilidade.
A jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça (STJ), firmou a interpretação de que: CONSUMIDOR E PROCESSUAL CIVIL.
SERVIÇOS BANCÁRIOS.
COBRANÇA INDEVIDA.
CULPA DA CONCESSIONÁRIA .
DEVOLUÇÃO EM DOBRO.
ART. 42, PARÁGRAFO ÚNICO, DO CDC.
PRESSUPOSTO .
MÁ-FÉ.
PRESCINDIBILIDADE.
DEFINIÇÃO DO TEMA PELA CORTE ESPECIAL DO STJ (EARESP 600.663/RS, DJE DE 30 .3.2021).
MODULAÇÃO DOS EFEITOS.
PREVISÃO DE QUE OS RETROMENCIONADOS EARESP SÓ PRODUZIRIAM EFEITOS AOS INDÉBITOS POSTERIORES À DATA DE PUBLICAÇÃO DE SEU ACÓRDÃO .
SOLUÇÃO EXCEPCIONAL NO CASO CONCRETO.
INDÉBITO E ACÓRDÃO EMBARGADO ANTERIORES À PUBLICAÇÃO DO ACÓRDÃO DOS EARESP 600.663/RS.
HISTÓRICO DA DEMANDA 1 .
Nos presentes Embargos, discute-se a prescindibilidade ou não de se aferir a má-fé como condição essencial para se exigir a restituição em dobro de quantia cobrada indevidamente, nos termos do art. 42, parágrafo único, do Código de Defesa do Consumidor.
DISCIPLINA DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR 2.
Consoante o art . 42, parágrafo único, do CDC, na relação de consumo, o pagamento de cobrança indevida, a restituição do indébito dar-se-á em dobro, salvo se o fornecedor provar, no caso concreto, o engano justificável.
A norma analisada não exige culpa, dolo ou má-fé do fornecedor quando este cobra - e recebe - valor indevido do consumidor.
Ao fornecedor, a imputação que se lhe faz a lei é objetiva, independentemente de culpa ou dolo.
DEFINIÇÃO PELA DA CORTE ESPECIAL DO STJ 3 .
A Corte Especial do STJ definiu a questão, em data posterior à prolação do acórdão embargado, no julgamento dos EAREsp 600.663/RS (Rel.
Ministra Maria Thereza de Assis Moura, Rel. para acórdão Ministro Herman Benjamin, Corte Especial, DJe de 30 .3.2021.).Assentou a tese: "A repetição em dobro, prevista no parágrafo único do art . 42 do CDC, é cabível quando a cobrança indevida consubstanciar conduta contrária à boa-fé objetiva, ou seja, deve ocorrer independentemente da natureza do elemento volitivo.modulação dos efeitos".
MODULAÇÃO DOS EFEITOS 4.
A regra geral é a devolução, na forma dobrada, dos valores debitados .
Contudo, no caso concreto, há um detalhe, em especial, que o exime da aplicação do entendimento prevalecente no STJ. É o fato de os anteditos EAREsp 600.663/RS terem trazido critério de modulação de efeitos na aplicação de sua tese.
Consoante os itens 24 a 27 da sua ementa, ficou estabelecido que, não obstante a regra geral, "o entendimento aqui fixado seja aplicado aos indébitos de natureza contratual não pública cobrados após a data da publicação deste acórdão" .5.
Ora, a data dos indébitos (a partir de 03.2014), ou mesmo a publicação do acórdão ora embargado (17.12 .2019), são anteriores ao julgamento e publicação do acórdão dos EAREsp 600.663/RS, da Corte Especial do STJ (DJe de 30.3.2021) .6.
Portanto, excepcionalmente, a solução do caso concreto contará com comando distinto do atual posicionamento vigente no STJ, por atender ao critério de modulação previsto nos EAREsp 600.663/RS.Logo, o embargado não deverá devolver, de forma dobrada, os valores debitados na conta da embargante .CONCLUSÃO 8.
Embargos de Divergência não providos. (STJ - EAREsp: 1501756 SC 2019/0134650-5, Relator.: Ministro HERMAN BENJAMIN, Data de Julgamento: 21/02/2024, CE - CORTE ESPECIAL, Data de Publicação: DJe 23/05/2024) Dessa forma, é prescindível a demonstração de dolo ou má-fé do fornecedor para que se reconheça o direito à devolução em dobro, bastando que a cobrança indevida viole os deveres de lealdade, transparência e boa-fé objetiva — como efetivamente ocorreu neste caso.
Assim, impõe-se a condenação da ré à restituição em dobro dos valores indevidamente descontados, a serem apurados em liquidação de sentença, com correção monetária desde cada desconto e juros de mora de 1% ao mês a contar da data do evento danoso, conforme dispõe a Súmula 54 do STJ.
V – Do dano moral A conduta da parte ré, ao realizar descontos indevidos em benefício previdenciário de natureza alimentar, caracteriza grave violação aos direitos da personalidade da autora, pessoa idosa e hipossuficiente, que depende exclusivamente do benefício para sua subsistência.
A frustração decorrente da surpresa de ter valores retidos mensalmente sem justificativa ou autorização válida gera abalo psicológico, insegurança e sentimento de impotência, sobretudo diante da dificuldade de comunicação e defesa em face da entidade requerida, que se manteve inerte diante da ilicitude.
Nos termos do art. 186 do Código Civil, com aplicação conjunta do art. 927, aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, causar dano a outrem, é obrigado a repará-lo.
A conduta da requerida, além de violar o dever legal de não causar prejuízo (neminem laedere), também afronta o princípio da boa-fé objetiva, expressamente previsto no art. 422 do Código Civil, aplicável a todas as relações contratuais e pré-contratuais.
Embora o dano moral aqui seja considerado in re ipsa – isto é, independe de prova do abalo psíquico por decorrer da própria ilicitude –, é necessário que sua compensação seja proporcional e razoável, evitando o enriquecimento sem causa, mas garantindo o efeito pedagógico da sanção.
AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL.
DANOS MORAIS E HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS.
REVISÃO.
RAZOABILIDADE E PROPORCIONALIDADE . 1.
No caso vertente, entende-se ser razoável o quantum fixado, pela instância ordinária, a título de danos morais, correspondente a R$ 2.000,00 (dois mil reais). Dessa forma, impõe-se a manutenção do montante indenizatório, a fim de atender aos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, evitando o indesejado enriquecimento sem causa da autora da ação indenizatória, sem, contudo, ignorar o caráter preventivo e pedagógico inerente ao instituto da responsabilidade civil . 2.
O valor dos honorários advocatícios, fixado pelo Tribunal a quo, consubstanciou critério razoável, máxime porque adequado ao caso concreto e serviente para bem remunerar o causídico de modo proporcional ao trabalho realizado. 3.
Agravo interno não provido . (STJ - AgInt no AREsp: 868437 SP 2016/0042099-1, Relator.: Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, Data de Julgamento: 16/03/2017, T4 - QUARTA TURMA, Data de Publicação: DJe 28/03/2017) (Grifo nosso) Assim, considerando o montante total descontado, o contexto de vulnerabilidade da autora, a repercussão do dano e os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, entendo adequado fixar a indenização por danos morais no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais).
Este valor é suficiente para compensar o sofrimento causado, sem causar desequilíbrio econômico entre as partes, promovendo, ainda, o caráter pedagógico e preventivo da indenização civil.
DISPOSITIVO Diante do exposto, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTES os pedidos formulados por TEREZINHA PEREIRA DA SILVA, com fulcro no art. 487, I, do CPC, para: Declarar a inexistência de relação jurídica entre a autora e a ré, relativamente ao desconto denominado “SEGURO CH.
ESPEC.”;Condenar a parte ré à restituição em dobro dos valores descontados indevidamente do benefício previdenciário da autora, nos termos do art. 42, parágrafo único, do CDC, a serem apurados em fase de liquidação de sentença, com:Correção monetária pelo INPC desde cada desconto;Juros de mora de 1% ao mês a partir da data de cada desconto (Súmula 54/STJ);Condenar a parte ré ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais), corrigidos monetariamente a partir da data da presente sentença (Súmula 362/STJ) e com juros de 1% ao mês desde o primeiro desconto indevido;Condenar a parte ré ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios, os quais fixo em 10% (dez por cento) sobre o valor da condenação, conforme art. 85, §§2º e 3º do CPC.
Interposto eventual Recurso de Apelação, INTIME-SE a parte recorrida para a apresentação de contrarrazões e, em seguida, remetam-se os autos ao Egrégio Tribunal de Justiça com as cautelas de praxe e as homenagens deste juízo.
Caso contrário, sobrevindo o trânsito em julgado, o que deverá ser certificado nos autos, procedam-se as baixas necessárias e arquive-se o feito, observadas as formalidades legais.
Cumpra-se conforme Provimento nº 2/2023 CGJUS/TJTO.
Intimem-se.
Cumpra-se.
Wanderlândia-TO, data certificada pela assinatura eletrônica. -
31/07/2025 16:45
Expedida/certificada a intimação eletrônica
-
31/07/2025 16:45
Expedida/certificada a intimação eletrônica
-
29/07/2025 21:38
Julgamento - Com Resolução do Mérito - Procedência em Parte
-
24/07/2025 14:57
Conclusão para julgamento
-
24/07/2025 14:57
Cumprimento de Levantamento da Suspensão
-
24/07/2025 00:10
Decurso de Prazo - Refer. ao Evento: 53
-
23/07/2025 18:22
Protocolizada Petição - Refer. ao Evento: 54
-
22/07/2025 02:41
Publicado no DJEN - no dia 22/07/2025 - Refer. aos Eventos: 53, 54
-
21/07/2025 02:10
Disponibilizado no DJEN - no dia 21/07/2025 - Refer. aos Eventos: 53, 54
-
21/07/2025 00:00
Intimação
Procedimento Comum Cível Nº 0000388-58.2024.8.27.2741/TO AUTOR: TEREZINHA PEREIRA DA SILVAADVOGADO(A): LUKAS WANDERLEY PEREIRA (OAB TO010218)RÉU: PAULISTA - SERVICOS DE RECEBIMENTOS E PAGAMENTOS LTDAADVOGADO(A): JOANA GONCALVES VARGAS (OAB RS075798) DESPACHO/DECISÃO Considerando a determinação para proceder com o levantamento das suspensões relativas a matéria ensejadora da suspensão destes autos, conforme acordão proferido nos autos (processo 0001526-43.2022.8.27.2737/TJTO, evento 236, DOC1), determino o levantamento da suspensão destes autos e determino o retorno dos mesmos para julgamento.
Cumpra-se.
Wanderlândia, data certificada pela assinatura eletrônica. -
18/07/2025 14:28
Expedida/certificada a intimação eletrônica
-
18/07/2025 14:28
Expedida/certificada a intimação eletrônica
-
16/07/2025 21:52
Decisão - Outras Decisões
-
28/04/2025 16:45
Conclusão para decisão
-
25/04/2025 00:06
Decurso de Prazo - Refer. ao Evento: 46
-
22/04/2025 17:27
Expedida/certificada a comunicação eletrônica - Agravo de Instrumento - Refer. ao Evento: 47 Número: 00064180420258272700/TJTO
-
28/03/2025 23:59
Confirmada a intimação eletrônica - Refer. aos Eventos: 46 e 47
-
18/03/2025 14:36
Expedida/certificada a intimação eletrônica
-
18/03/2025 14:36
Expedida/certificada a intimação eletrônica
-
17/03/2025 18:25
Despacho - Mero expediente
-
12/12/2024 15:23
Protocolizada Petição
-
26/11/2024 17:39
Protocolizada Petição
-
12/11/2024 16:15
Conclusão para despacho
-
06/11/2024 00:20
Decurso de Prazo - Refer. ao Evento: 38
-
28/10/2024 23:59
Confirmada a intimação eletrônica - Refer. ao Evento: 38
-
22/10/2024 00:05
Decurso de Prazo - Refer. ao Evento: 34
-
18/10/2024 18:02
Expedida/certificada a intimação eletrônica
-
18/10/2024 12:56
Protocolizada Petição - Refer. ao Evento: 35
-
29/09/2024 23:59
Confirmada a intimação eletrônica - Refer. aos Eventos: 34 e 35
-
19/09/2024 17:28
Intimação Eletrônica - Expedida/Certificada - Despacho/Decisão
-
19/09/2024 17:28
Intimação Eletrônica - Expedida/Certificada - Despacho/Decisão
-
18/09/2024 10:11
Decisão - Suspensão ou Sobrestamento - Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas
-
13/09/2024 15:28
Conclusão para decisão
-
02/09/2024 12:43
Despacho - Conversão - Julgamento em Diligência
-
29/08/2024 16:24
Conclusão para julgamento
-
27/08/2024 00:03
Decurso de Prazo - Refer. ao Evento: 25
-
26/08/2024 21:47
Protocolizada Petição - Refer. ao Evento: 26
-
03/08/2024 23:59
Confirmada a intimação eletrônica - Refer. aos Eventos: 25 e 26
-
24/07/2024 13:23
Expedida/certificada a intimação eletrônica
-
24/07/2024 13:23
Expedida/certificada a intimação eletrônica
-
24/07/2024 13:22
Ato ordinatório praticado
-
23/07/2024 21:51
Protocolizada Petição - Refer. ao Evento: 21
-
06/07/2024 23:59
Confirmada a intimação eletrônica - Refer. ao Evento: 21
-
26/06/2024 11:22
Expedida/certificada a intimação eletrônica
-
26/06/2024 11:22
Ato ordinatório praticado
-
26/06/2024 03:27
Remessa Interna - Outros Motivos - TOWANCEJUSC -> CPENORTECI
-
26/06/2024 03:27
Audiência - de Conciliação - realizada - Acordo Inexitoso - Local CEJUSC - 1ª Escrivania Cível de Wanderlândia - 25/06/2024 13:30. Refer. Evento 7
-
21/06/2024 17:21
Protocolizada Petição
-
20/06/2024 12:01
Protocolizada Petição
-
20/06/2024 11:48
Protocolizada Petição
-
20/06/2024 09:04
Juntada - Certidão
-
16/05/2024 20:01
Juntada - Carta pelo Correio Comprovante de entrega - Refer. ao Evento: 9
-
14/05/2024 11:58
Protocolizada Petição - Refer. ao Evento: 8
-
10/05/2024 23:59
Confirmada a intimação eletrônica - Refer. ao Evento: 8
-
29/04/2024 12:55
Remessa Interna - Em Diligência - CPENORTECI -> TOWANCEJUSC
-
29/04/2024 12:55
Expedido Carta pelo Correio - 1 carta
-
29/04/2024 12:53
Intimação Eletrônica - Expedida/Certificada - Audiência
-
29/04/2024 12:53
Audiência - de Conciliação - designada - meio eletrônico - 25/06/2024 13:30
-
11/04/2024 18:27
Decisão - Concessão - Gratuidade da Justiça
-
02/04/2024 12:33
Conclusão para despacho
-
02/04/2024 12:33
Processo Corretamente Autuado
-
02/04/2024 11:18
Juntada - Guia Gerada - Taxas - TEREZINHA PEREIRA DA SILVA - Guia 5435299 - R$ 167,38
-
02/04/2024 11:18
Juntada - Guia Gerada - Custas Iniciais - TEREZINHA PEREIRA DA SILVA - Guia 5435298 - R$ 256,07
-
02/04/2024 11:18
Distribuído por sorteio
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
02/04/2024
Ultima Atualização
01/08/2025
Valor da Causa
R$ 0,00
Detalhes
Documentos
SENTENÇA • Arquivo
DECISÃO/DESPACHO • Arquivo
DECISÃO/DESPACHO • Arquivo
DECISÃO/DESPACHO • Arquivo
DECISÃO/DESPACHO • Arquivo
ATO ORDINATÓRIO • Arquivo
ATO ORDINATÓRIO • Arquivo
DECISÃO/DESPACHO • Arquivo
Informações relacionadas
Processo nº 0000365-47.2025.8.27.2719
Deusimar Lopes Guimaraes
Banco Votorantim S.A.
Advogado: Leticia Alves Godoy da Cruz
1ª instância - TJTO
Ajuizamento: 28/03/2025 15:06
Processo nº 0004384-42.2025.8.27.2737
Jose Bento Azevedo Cunha
Municipio de Monte do Carmo
Advogado: Valdeis Ribeiro da Silva
1ª instância - TJTO
Ajuizamento: 03/06/2025 16:42
Processo nº 0004732-60.2025.8.27.2737
Elieide Alves Matos Costa
Estado do Tocantins
Advogado: Sandoval Araujo Fontoura Junior
1ª instância - TJTO
Ajuizamento: 10/06/2025 11:12
Processo nº 0005656-71.2025.8.27.2737
Wilson de Aguiar Barros
Juizo da 2 Vara Criminal de Porto Nacion...
Advogado: Ariel Carvalho Godinho
1ª instância - TJTO
Ajuizamento: 08/07/2025 10:58
Processo nº 0001011-91.2025.8.27.2740
Sonia Ramalho dos Santos
Banco Bradesco S.A.
Advogado: Marco Antonio Pereira dos Santos
1ª instância - TJTO
Ajuizamento: 01/04/2025 16:45