TJBA - 8040548-61.2021.8.05.0039
1ª instância - 1Vara dos Feitos Relativos As Relacoes de Consumo, Civeis, Comerciais e Registros Publicos - Camacari
Processos Relacionados - Outras Instâncias
Polo Passivo
Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
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28/05/2025 14:27
Remetidos os Autos (em grau de recurso) para o 2º Grau
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07/04/2025 00:53
Decorrido prazo de BANCO BMG SA em 22/11/2024 23:59.
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11/03/2025 09:25
Ato ordinatório praticado
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18/11/2024 10:23
Juntada de Petição de contra-razões
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23/10/2024 11:51
Ato ordinatório praticado
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15/10/2024 13:32
Juntada de Petição de apelação
-
11/10/2024 00:00
Intimação
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA 1ª VARA DOS FEITOS DE REL.
DE CONSUMO, CIVEIS, COMERCIAIS E REG.
PUBLICOS DA COMARCA DE CAMAÇARI SENTENÇA 8040548-61.2021.8.05.0039 Procedimento Comum Cível Jurisdição: Camaçari Autor: Manuela De Lima Dos Santos Advogado: Pedro Francisco Guimaraes Solino (OAB:BA44759) Advogado: Gabriel Carneiro Da Matta (OAB:BA66205) Reu: Banco Bmg Sa Advogado: Denner De Barros E Mascarenhas Barbosa (OAB:BA60908) Sentença: PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA 1ª VARA DOS FEITOS DE REL.
DE CONSUMO, CIVEIS, COMERCIAIS E REG.
PUBLICOS DA COMARCA DE CAMAÇARI Processo: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL n. 8040548-61.2021.8.05.0039 Órgão Julgador: 1ª VARA DOS FEITOS DE REL.
DE CONSUMO, CIVEIS, COMERCIAIS E REG.
PUBLICOS DA COMARCA DE CAMAÇARI AUTOR: MANUELA DE LIMA DOS SANTOS Advogado(s): PEDRO FRANCISCO GUIMARAES SOLINO (OAB:BA44759), GABRIEL CARNEIRO DA MATTA (OAB:BA66205) REU: BANCO BMG SA Advogado(s): DENNER DE BARROS E MASCARENHAS BARBOSA (OAB:BA60908) SENTENÇA Cuidam-se os autos de ação anulatória de contrato de cartão de crédito com reserva de margem consignável c/c restituição de valores e reparação por danos morais e tutela antecipada intentada por MANUELA DE LIMA DOS SANTOS em face de BANCO BMG SA.
Narra a parte autora que é beneficiária da previdência social e que contraiu um empréstimo na modalidade Consignação em Folha junto à instituição bancária, ora ré.
Afirma que o valor do contrato, datado do início de 2017 foi de aproximadamente R$1.259,00 (mil duzentos e cinquenta e nove reais), com parcelas a descontar mensalmente de seu benefício, direto na folha de pagamento.
Prossegue aduzindo que houve a liberação do crédito, mas sem a indicação de um número de parcelas fixas para o pagamento mensal, se tratando de uma modalidade de cartão de crédito.
Assevera que não se trata de um empréstimo consignado padrão, mas sim de um empréstimo consignado pela modalidade cartão de crédito, o que deu origem a constituição de uma reserva de margem consignável – RMC – e que desde então o banco requerido tem realizado a retenção de margem consignável do seu benefício.
Sustenta que não há previsão para o fim dos descontos.
Aduz que, nesse contexto, a dívida nunca será paga, pois os descontos mensais abatem apenas os juros e encargos da dívida, gerando, assim, descontos por prazo indeterminado.
Em manifestação (ID 182564848), a instituição bancária demandada apresenta nos autos o contrato celebrado (ID 182564854), no qual é possível verificar a presença clara e em destaque de todos os elementos sensíveis do contrato, tais como valor do empréstimo, modalidade de empréstimo (utilização de cartão de crédito consignado), taxa de juros mensal e anual, data de vencimento das faturas, autorização para consignação/desconto das parcelas a serem pagas, inclusive com destaque para a informação de que é característica do cartão de crédito consignado que o valor consignado para pagamento corresponde ao valor mínimo indicado na fatura, tudo com a assinatura da parte demandante.
Dos documentos que acompanham a defesa observa-se também que os valores decorrentes do contrato de empréstimo celebrado foram disponibilizados pela instituição financeira ré em conta de titularidade da parte autora, fato que afasta qualquer porventura alegação de fraude levantada seja em inicial, ou em réplica.
Réplica em ID 410427795.
DA TUTELA DE URGÊNCIA Da análise dos autos, se verifica que a parte autora requereu a tutela de urgência consistente na suspensão imediata das cobranças oriundas do contrato de empréstimo de cartão de crédito RMC.
O art. 300 estabelece que a tutela de urgência será concedida quando houver elementos que evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo.
Indica a parte autora que é beneficiária da previdência social e que, por conta de problemas financeiros, a autora teria contraído com o banco-réu um empréstimo na modalidade de consignação em folha de pagamento em 04 de fevereiro de 2017 no valor de R$ 1.259,00 (mil duzentos e cinquenta e nove reais).
Diz que foi ludibriada e que o banco-réu deixou de indicar partes essenciais/ reais do referido contrato, sustentando, portanto, que foi induzida a contrair uma dívida diversa da pretendida e ao endividamento eterno, pois acreditava estar contratando um empréstimo consignado comum.
Reputa que tal conduta é ilícita e abusiva e acaba gerando um enorme prejuízo ao consumidor, tendo em vista que o pagamento feito pelo consumidor não é suficiente para amortizar o débito, gerando uma dívida interminável.
No caso sob análise, a parte autora indica que seu o intuito era a realização de um contrato de empréstimo consignado com o banco-réu e não realizar a contratação de reserva de margem consignável (RMC) no cartão de crédito.
Feita tais considerações, é importante destacar o que segue.
De um lado, o ordenamento jurídico, determina o dever de informação como um dos pilares na celebração do contrato.
Entendemos que esse dever se traduz na obtenção de informações de maneira adequada, com relação ao serviço e/ou produto adquirido, bem como a sua quantidade ou qualidade.
Ou seja: o dever de informação deve descrever, de forma precisa, os detalhes do objeto contratual.
Em contrapartida ao dever de informação, cabe também que, de um modo geral, os contratantes leiam as disposições daquilo que contratam, até mesmo para ter ciência do que fora pactuado.
Destaco ainda que o contrato de reserva de margem consignável é permitido em nosso ordenamento jurídico.
Nesse sentido, já se posicionou o Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul: Ementa: APELAÇÃO CÍVEL.
NEGÓCIOS JURÍDICOS BANCÁRIOS.
DESCONTO EM BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO.
RESERVA DE MARGEM CONSIGNÁVEL (RMC).
DESCONTO EM BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO.
RESERVA DE MARGEM CONSIGNÁVEL (RMC).
A cláusula que autoriza o desconto no benefício previdenciário é lícita, pois é da própria essência do contrato celebrado entre as partes.
A retenção de margem consignável exige, além da efetiva contratação, autorização expressa do consumidor para seu desconto.
Incumbe à parte-autora comprovar o vício de consentimento alegado na petição inicial.
No caso concreto, comprovada a contratação e a autorização expressa do desconto para reserva de margem consignável, bem como a efetiva utilização do cartão de crédito para a aquisição de vários produtos em diversas empresas comerciais, possível a cobrança nos termos contratados, mormente porque não demonstrado pela parte-autora o alegado vício de consentimento.
APELAÇÃO DESPROVIDA. (Apelação / Remessa Necessária, Nº 50036517420208210007, Décima Nona Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Marco Antonio Angelo, Julgado em: 06-08-2021) Assim, dos elementos acostados aos autos até o presente momento, entendo que a parte autora não demonstrou que houve vício no consentimento no ato da assinatura do contrato.
Por conseguinte, entendo que não estão presentes os requisitos autorizadores para a concessão da tutela provisória de urgência, razão pela qual INDEFIRO O PEDIDO DE TUTELA DE URGÊNCIA FORMULADO NA INICIAL.
DA DESNECESSIDADE DE DILAÇÃO PROBATÓRIA Necessário destacar que cinge-se a controvérsia em saber se esta modalidade de empréstimo, operada através de contrato de reserva de margem consignável, se reveste de legalidade ou não.
Diante dos fatos apresentados pelas partes em suas petições, é claramente percebido que não há controvérsia de fato e, ainda que haja pedido de produção de prova, esta não se adequa nem à pretensão e nem à defesa apresentadas, uma vez que a controvérsia consiste em saber se o contrato de Reserva de Margem Consignável, ou RMC, encontra ou não respaldo em nossa legislação.
Compulsando os autos, verifica-se que não há necessidade de realização de audiência de instrução ou realização de qualquer outra prova, nem mesmo perícia contábil, uma vez que a controvérsia resta apenas em saber se a modalidade contratada Reserva de Margem Consignável é ou não permitida em nosso ordenamento jurídico.
Outrossim, insta destacar a desnecessidade de realização de perícia grafotécnica, uma vez que a similitude entre a assinatura do contrato e da autora, pelos documentos juntados aos autos, é incontestável.
Nesses termos, procedo o julgamento antecipado da lide na forma do art. 355 do Código de Processo Civil. - DO JULGAMENTO DA LIDE Pretende o Autor o cancelamento do contrato firmado com a instituição bancária ré, bem como a restituição em dobro dos valores pagos e indenização por danos morais.
De logo, é de se observar que a reserva de margem consignável, por si só, não caracteriza ilícito da instituição financeira, posto que é modalidade contratual plenamente aceita no ordenamento jurídico pátrio.
Deste modo, observo que o instrumento contratual foi firmado por agentes capazes e possui objeto lícito, possível e determinado.
No mais, a taxa de juros indicada no contrato juntado pela instituição financeira na peça contestatória é compatível com a taxa média do Banco Central para o mês da celebração do contrato.
Para além disso, a ré, em defesa, comprova que os valores dos empréstimos foram transferidos à autora, fato que afasta qualquer alegação de fraude porventura levantada em inicial e/ou réplica.
Outrossim, do contrato colacionado aos fólios, constato que todas as cláusulas são expressas e compreensíveis, de sorte que resta afastada a alegada ausência de clareza e falha no dever de informação.
Não se verificando a ilegalidade apontada quando da contratação, não há que se falar, por decorrência lógica, em repetição do indébito e indenização por danos morais.
Para respaldar este entendimento, transcrevo o seguinte precedente recente do nosso Tribunal de Justiça do Estado da Bahia: ACÓRDÃO PROCESSO CIVIL.
APELAÇÃO.
AÇÃO ANULATÓRIA DE CONTRATO DE CARTÃO DE CRÉDITO COM RESERVA DE MARGEM CONSIGNÁVEL C/C RESTITUIÇÃO DE VALORES E REPARAÇÃO POR DANOS MORAIS E TUTELA ANTECIPADA.
SENTENÇA IMPROCEDENTE.
PRELIMINAR DE PRESCRIÇÃO REJEITADA.
CONTRATO DE CARTÃO DE CRÉDITO COM RESERVA DE MARGEM CONSIGNÁVEL (RMC).
DESCONTO EM BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO.
AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DE DOLO CONTRATUAL.
MULTA POR LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ AFASTADA.
RECURSO CONHECIDO E PROVIDO EM PARTE.
SENTENÇA REFORMADA PARCIALMENTE.
Trata-se de Apelação Cível interposta por JORGE VIRGINIO DE SOUSA em face da sentença proferida pela MM.
Juiz de Direito da 14ª Vara de Relações de Consumo da Comarca de Salvador – BA, nos autos da AÇÃO ANULATÓRIA DE CONTRATO DE CARTÃO DE CRÉDITO COM RESERVA DE MARGEM CONSIGNÁVEL C/C RESTITUIÇÃO DE VALORES E REPARAÇÃO POR DANOS MORAIS E TUTELA ANTECIPADA, tombada sob o n.º 8081479-60.2020.8.05.0001, que julgou improcedente o feito.
A preliminar de prescrição não encontra amparo legal.
O Superior Tribunal de Justiça já decidiu que a pretensão de reparação civil decorrente de vínculo contratual sujeita-se ao prazo decenal, previsto no art. 205 do Código Civil.
Portanto, rejeita-se a prefacial.
No mérito, não assiste razão ao apelante.
O Contrato de Cartão de Crédito com Reserva de Margem Consignável (RMC) é um negócio jurídico que permite ao consumidor contratar um serviço de cartão de crédito com possibilidade de saque de dinheiro em espécie, por meio da qual o contratante autoriza a instituição financeira a realizar descontos em sua folha de pagamento, no valor mínimo da fatura de cartão de crédito, ficando incumbido de realizar, por sua conta, a quitação do restante da fatura/mútuo, sob pena de incidência dos encargos moratórios contratados.
Com efeito, a cláusula que prevê a reserva de margem consignável para operações com cartão de crédito em benefícios previdenciários é lícita, com exigência expressa de autorização do consumidor aposentado, seja por escrito ou via eletrônica e está prevista na Resolução nº 1.305/2009 do Conselho Nacional de Previdência Social.
In casu, não se verifica nenhuma ilegalidade ou abusividade decorrente da contratação/adesão ao contrato carreado ao ID 11256923.
Nestas condições, conclui-se que a v. sentença não merece reparos, estando devidamente fundamentada na prova dos autos, bem como em consonância com a jurisprudência pátria.
De referência a multa aplicada no percentual de 1% por litigância de má-fé, deve ser excluída.
Não restou comprovada que o apelante incorreu em alguma hipótese estabelecida no artigo 80 do CPC.
O exercício do direito de defesa não constitui, por si só, em litigância de má-fé, demandando prova irrefutável, não podendo ficar somente no campo das alegações, devendo a parte interessada provar a deslealdade processual perpetrada e o efetivo dano ocasionado.
Por fim, majora-se a condenação dos honorários advocatícios de sucumbência para 12% (doze por cento) sobre o valor atualizado da causa, por entender que compensa adequadamente o grau de zelo profissional e o trabalho realizado pelo procurador do apelado, considerando a natureza da causa e o tempo despendido para o processo, a teor do art. 85, § 1º e § 11, do CPC.
ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos da Apelação Cível nº 8081479-60.2020.8.05.0001, da Comarca de Salvador (Ba), apelante JORGE VIRGINIO DE SOUSA e apelado BANCO BMG S/A.
ACORDAM os Desembargadores integrantes da Segunda Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, em CONHECER e DAR PARCIAL PROVIMENTO à Apelação, nos termos do voto da Relatora. (TJ-BA - APL: 80814796020208050001, Relator: MARIA DE FATIMA SILVA CARVALHO, SEGUNDA CÂMARA CÍVEL, Data de Publicação: 12/03/2021).
DO EXPOSTO, JULGO IMPROCEDENTE A AÇÃO e extingo o processo com resolução do mérito, com fundamento no art. 487, I, do CPC.
Condeno a parte autora em custas processuais e honorários de sucumbência de 20% (vinte por cento) sobre o valor da causa.
Caso tenha sido deferida a gratuidade da justiça, a exigibilidade ficará suspensa.
Publique-se.
Caso alguma das partes apresente embargos de declaração com efeito modificativo, determino ao Cartório que intime a parte contrária para resposta, no prazo de 5 (cinco) dias, observado o estatuído no Art. 1023, CPC.
Atente-se que com a resposta, deverão os autos retornar conclusos em seguida.
Caso alguma das partes apresente recurso de apelação, determino ao Cartório que intime a parte contrária para resposta. 15 dias.
Constando os autos já com a apelação e a resposta ao recurso e não havendo outras providências a serem adotadas por este Juízo, deixo determinada desde logo a remessa destes autos ao TJBA para apreciar o recurso de apelação.
Decorrido o prazo de publicação desta sentença sem a interposição de recurso, determino desde já ao Cartório que certifique o trânsito em julgado.
Transitado em julgado e não havendo novos requerimentos, ARQUIVEM-SE os autos.
Rememoro ao Cartório que, em havendo participação da Defensoria ou do Ministério Público nestes autos, as intimações de ambos ocorrerão sempre VIA PORTAL.
CAMAÇARI/BA, 20 de setembro de 2024.
MARINA RODAMILANS DE PAIVA LOPES DA SILVA Juíza de Direito SM -
07/10/2024 17:50
Julgado improcedente o pedido
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14/05/2024 14:51
Conclusos para decisão
-
27/03/2024 09:56
Ato ordinatório praticado
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27/03/2024 09:55
Juntada de informação
-
25/03/2024 18:08
Juntada de Petição de petição
-
30/11/2023 12:08
Juntada de Outros documentos
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30/11/2023 12:01
Disponibilizado no DJ Eletrônico em #Não preenchido#
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30/11/2023 12:01
Expedição de Ofício.
-
18/09/2023 10:32
Juntada de Petição de réplica
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30/08/2023 19:38
Disponibilizado no DJ Eletrônico em #Não preenchido#
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30/08/2023 19:38
Proferido despacho de mero expediente
-
02/08/2022 15:31
Conclusos para despacho
-
02/08/2022 15:01
Juntada de Outros documentos
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15/07/2022 09:33
Disponibilizado no DJ Eletrônico em #Não preenchido#
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15/07/2022 09:33
Ato ordinatório praticado
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28/04/2022 19:25
Juntada de Petição de petição
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26/03/2022 10:28
Decorrido prazo de MANUELA DE LIMA DOS SANTOS em 24/03/2022 23:59.
-
09/03/2022 09:59
Conclusos para decisão
-
08/03/2022 16:32
Desentranhado o documento
-
08/03/2022 16:32
Cancelada a movimentação processual
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08/03/2022 16:31
Juntada de informação
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08/03/2022 16:01
Juntada de Petição de petição
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08/03/2022 13:36
Publicado Despacho em 25/02/2022.
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08/03/2022 13:36
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 08/03/2022
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24/02/2022 12:31
Disponibilizado no DJ Eletrônico em #Não preenchido#
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21/02/2022 15:49
Proferido despacho de mero expediente
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18/02/2022 15:55
Juntada de Petição de contestação
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03/02/2022 16:52
Juntada de Petição de petição
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26/01/2022 14:08
Conclusos para decisão
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25/01/2022 21:25
Juntada de decisão
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08/12/2021 04:08
Decorrido prazo de MANUELA DE LIMA DOS SANTOS em 07/12/2021 23:59.
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01/12/2021 05:47
Decorrido prazo de MANUELA DE LIMA DOS SANTOS em 26/11/2021 23:59.
-
23/11/2021 17:40
Juntada de Petição de petição
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22/11/2021 15:58
Juntada de Petição de petição
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16/11/2021 03:08
Publicado Decisão em 12/11/2021.
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16/11/2021 03:07
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 16/11/2021
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11/11/2021 12:55
Disponibilizado no DJ Eletrônico em #Não preenchido#
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10/11/2021 19:00
Disponibilizado no DJ Eletrônico em #Não preenchido#
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10/11/2021 19:00
Decisão Interlocutória de Mérito
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10/11/2021 13:55
Conclusos para despacho
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10/11/2021 07:47
Publicado Despacho em 03/11/2021.
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10/11/2021 07:47
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 10/11/2021
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03/11/2021 16:34
Juntada de Petição de petição
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29/10/2021 11:23
Disponibilizado no DJ Eletrônico em #Não preenchido#
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15/10/2021 15:41
Proferido despacho de mero expediente
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05/10/2021 10:44
Conclusos para despacho
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01/10/2021 13:19
Conclusos para decisão
-
01/10/2021 13:19
Distribuído por sorteio
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
01/10/2021
Ultima Atualização
11/03/2025
Valor da Causa
R$ 0,00
Detalhes
Documentos
Ato Ordinatório • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Sentença • Arquivo
Sentença • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Despacho • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Despacho • Arquivo
Despacho • Arquivo
Documento de Comprovação • Arquivo
Decisão • Arquivo
Decisão • Arquivo
Decisão • Arquivo
Decisão • Arquivo
Despacho • Arquivo
Despacho • Arquivo
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