TJPI - 0802172-16.2021.8.18.0050
2ª instância - Câmara / Desembargador(a) 1ª Turma Recursal
Processos Relacionados - Outras Instâncias
Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
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21/07/2025 00:00
Publicado Intimação em 21/07/2025.
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21/07/2025 00:00
Publicado Intimação em 21/07/2025.
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19/07/2025 03:00
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 19/07/2025
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19/07/2025 03:00
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 19/07/2025
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18/07/2025 00:00
Intimação
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PIAUÍ EMENTA DIREITO PROCESSUAL CIVIL.
EMBARGOS DE DECLARAÇÃO.
INEXISTÊNCIA DE OMISSÃO, CONTRADIÇÃO, OBSCURIDADE OU ERRO MATERIAL.
PRETENSÃO DE REDISCUSSÃO DO MÉRITO.
EMBARGOS CONHECIDOS E REJEITADOS.
I.
CASO EM EXAME Embargos de Declaração opostos por Banco do Brasil S/A contra o acórdão proferido pela 1ª Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, que conheceu e deu parcial provimento ao Recurso Inominado interposto para reduzir o valor das astreintes, mantendo, no mais, a sentença que declarou a inexistência de débito e condenou o banco ao pagamento de indenização por danos morais, além de determinar a exclusão do nome da parte autora dos cadastros de restrição de crédito.
O embargante aponta omissões e contradições no acórdão, sustentando: (i) ilegitimidade passiva para figurar no polo da demanda; (ii) competência da Justiça Federal em razão da natureza da instituição financeira; e (iii) necessidade de manifestação expressa sobre o art. 338 do CPC, para fins de prequestionamento.
Regularmente intimada, a parte embargada apresentou contrarrazões, pleiteando o desprovimento do recurso.
II.
QUESTÃO EM DISCUSSÃO Há três questões em discussão: (i) reconhecer se o acórdão embargado incorreu em omissão ou contradição quanto à ilegitimidade passiva do Banco do Brasil S/A; (ii) definir se houve omissão ou contradição sobre a competência da Justiça Federal para o julgamento da demanda; e (iii) determinar se há necessidade de manifestação expressa acerca do art. 338 do CPC, para fins de prequestionamento.
III.
RAZÕES DE DECIDIR Os embargos de declaração destinam-se a sanar vícios de omissão, contradição, obscuridade ou erro material no julgado, não se prestando à rediscussão de matéria de mérito já devidamente apreciada, salvo hipótese excepcional de vício capaz de modificar o resultado do julgamento (CPC, art. 1.022).
O acórdão embargado apreciou, de forma fundamentada e coerente, a questão da ilegitimidade passiva do Banco do Brasil S/A, reconhecendo que a instituição financeira é parte legítima para responder por danos decorrentes da manutenção indevida de inscrição do nome do consumidor em cadastro de inadimplentes, nos termos do Código de Defesa do Consumidor e da jurisprudência consolidada sobre a responsabilidade objetiva dos fornecedores de serviços.
Quanto à competência da Justiça Federal, o acórdão embargado assentou que a controvérsia decorre de ato unilateral praticado pelo Banco do Brasil S/A — instituição financeira de economia mista — referente à manutenção de inscrição indevida em cadastro restritivo de crédito, atraindo a competência da Justiça Estadual, nos termos da jurisprudência consolidada.
Ressalta-se que o simples fato de o Banco do Brasil S/A ser sociedade de economia mista não desloca a competência para a Justiça Federal, quando a discussão não envolve interesse direto da União.
Em relação à alegação de omissão quanto ao art. 338 do CPC, não se verifica omissão, pois o tema foi implicitamente enfrentado ao se reconhecer a legitimidade passiva do Banco do Brasil S/A, considerando que a contestação apresentada não ilidiu os fundamentos da sentença de procedência.
Ademais, não há necessidade de manifestação expressa sobre todos os dispositivos legais indicados pelas partes quando a fundamentação adotada se mostra suficiente para decidir a controvérsia, ainda que de forma contrária ao interesse da parte embargante.
Os embargos de declaração não constituem instrumento adequado para rediscutir a matéria já decidida no acórdão embargado, tampouco servem como meio de interposição de recurso para modificar o resultado do julgamento.
Ausentes omissão, contradição, obscuridade ou erro material, impõe-se a rejeição dos embargos de declaração opostos.
IV.
DISPOSITIVO E TESE Embargos de declaração rejeitados.
Tese de julgamento: Os embargos de declaração não se prestam à rediscussão de matéria de mérito já analisada, salvo hipótese de omissão, contradição, obscuridade ou erro material.
Configura fundamentação suficiente a decisão que enfrenta, de forma clara e objetiva, as questões essenciais ao deslinde da controvérsia, ainda que não mencione expressamente todos os dispositivos legais invocados pela parte embargante.
A competência da Justiça Federal não se estabelece quando a demanda versa sobre ato unilateral praticado por instituição financeira de economia mista, referente à manutenção indevida de registro de inadimplência, sem interesse jurídico direto da União.
A responsabilidade do fornecedor de serviços por inscrição indevida em cadastro de inadimplentes é objetiva, nos termos do Código de Defesa do Consumidor.
Dispositivos relevantes citados: CPC, art. 1.022; CPC, art. 338; CDC, arts. 6º, VI, e 14.
Jurisprudência relevante citada: Não consta jurisprudência específica citada no voto.
RELATÓRIO RECURSO INOMINADO CÍVEL (460) -0802172-16.2021.8.18.0050 Origem: RECORRENTE: BANCO DO BRASIL SA, GIZA HELENA COELHO Advogado do(a) RECORRENTE: GIZA HELENA COELHO - PI166349-A RECORRIDO: HIANCA FONTINELES AGUIAR, ARTHUR VITOR CAMARGO REPRESENTANTE: BANCO DO BRASIL SA Advogado do(a) RECORRIDO: ARTHUR VITOR CAMARGO - GO42091-A RELATOR(A): 1ª Cadeira da 1ª Turma Recursal Trata-se de Embargos de Declaração opostos por Banco do Brasil S/A contra o acórdão proferido pela 1ª Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, que conheceu e deu parcial provimento ao Recurso Inominado interposto, apenas para reduzir o valor das astreintes, mantendo, no mais, a sentença de procedência que declarou a inexistência de débito e condenou o banco ao pagamento de indenização por danos morais, além de determinar a exclusão do nome da parte autora dos cadastros de restrição de crédito.
O embargante alega, em síntese, a existência de omissões e contradições no acórdão, aduzindo: (i) ilegitimidade passiva para figurar no polo da demanda; (ii) competência da Justiça Federal para processar e julgar a ação; e (iii) necessidade de manifestação expressa sobre o art. 338 do CPC, para fins de prequestionamento.
Regularmente intimada, a parte embargada apresentou contrarrazões pugnando pelo desprovimento do recurso. É a sinopse dos fatos.
VOTO Preenchidos os pressupostos de admissibilidade, conheço do recurso e passo à sua análise.
Nos termos do art. 1.022 do Código de Processo Civil, os embargos de declaração destinam-se a sanar omissão, obscuridade, contradição ou corrigir erro material.
Não se prestam à rediscussão de mérito, salvo excepcionalmente, quando configurado vício que possa alterar o resultado do julgamento.
No caso concreto, não se verifica qualquer das hipóteses que autorizam o acolhimento dos aclaratórios.
O acórdão embargado apreciou, de forma clara e fundamentada, todas as questões relevantes para o deslinde da controvérsia, inclusive quanto à legitimidade passiva do banco recorrente, reconhecendo a responsabilidade da instituição financeira pela manutenção indevida do registro de inadimplência, nos termos da legislação consumerista e da jurisprudência consolidada.
No tocante à alegação de competência da Justiça Federal, restou esclarecido que a demanda discute ato unilateral do Banco do Brasil S/A referente à manutenção de inscrição de dívida quitada em cadastro restritivo de crédito (SCR), sendo a instituição financeira a responsável por tal ato e, portanto, legítima para figurar no polo passivo da demanda.
A alegação de necessidade de manifestação expressa acerca do art. 338 do CPC, para fins de prequestionamento, não encontra respaldo na realidade processual, tendo em vista que o tema foi implicitamente analisado no acórdão embargado, ao reconhecer a legitimidade passiva do Banco do Brasil S/A.
Ademais, cumpre ressaltar que não há omissão quando o tribunal adota fundamentação suficiente para decidir a matéria, ainda que de forma diversa da pretendida pela parte.
Por fim, os embargos de declaração não se prestam à rediscussão de matéria já devidamente examinada, tampouco servem como meio de interposição de recurso contra o mérito da decisão.
Portanto, não se verifica omissão, contradição, obscuridade ou erro material no acórdão recorrido, sendo a insurgência do embargante inadequada ao objeto deste recurso.
Ante o exposto, conheço dos embargos de declaração aforados, mas para rejeitá-los, por inexistir omissão, contradição, obscuridade ou erro material, a exigir a invocada necessidade de modificação do pronunciamento judicial vergastado. É como voto. -
17/07/2025 07:42
Expedição de Outros documentos.
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17/07/2025 07:42
Expedição de Outros documentos.
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15/07/2025 21:50
Embargos de Declaração Não-acolhidos
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03/07/2025 10:25
Deliberado em Sessão - Julgado - Mérito
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03/07/2025 10:24
Juntada de Petição de certidão de julgamento colegiado
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16/06/2025 06:04
Publicado Certidão de Inclusão em Pauta em 16/06/2025.
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16/06/2025 06:04
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 16/06/2025
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13/06/2025 16:09
Expedição de Outros documentos.
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13/06/2025 16:09
Expedição de Outros documentos.
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13/06/2025 16:09
Expedição de Intimação de processo pautado.
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13/06/2025 16:09
Expedição de Certidão.
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13/06/2025 00:00
Intimação
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PIAUÍ TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PIAUÍ 1ª Turma Recursal PROCESSO: 0802172-16.2021.8.18.0050 CLASSE: RECURSO INOMINADO CÍVEL (460) RECORRENTE: BANCO DO BRASIL SA, NELSON WILIANS FRATONI RODRIGUES, GIZA HELENA COELHO REGISTRADO(A) CIVILMENTE COMO GIZA HELENA COELHO Advogados do(a) RECORRENTE: GIZA HELENA COELHO REGISTRADO(A) CIVILMENTE COMO GIZA HELENA COELHO RECORRIDO: HIANCA FONTINELES AGUIAR, ARTHUR VITOR CAMARGO REPRESENTANTE: BANCO DO BRASIL SA Advogado do(a) RECORRIDO: ARTHUR VITOR CAMARGO RELATOR(A): 1ª Cadeira da 1ª Turma Recursal DATA E HORÁRIO DE INÍCIO: 23/06/2025 - 10:00 CERTIDÃO DE INCLUSÃO EM PAUTA DE JULGAMENTO De ordem do Presidente do Órgão Colegiado, a Secretaria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí torna público a todos os interessados, que o processo em epígrafe foi incluído em pauta de julgamento para apreciação na Sessão de Julgamento da 1ª Turma Recursal nº 21/2025 - Plenário Virtual.
Para mais informações, entre em contato pelos telefones disponíveis na página da unidade no site do Tribunal: https://transparencia.tjpi.jus.br/units/110001959/public.
SECRETARIA JUDICIÁRIA, em Teresina, 12 de junho de 2025. -
12/06/2025 11:28
Expedição de Outros documentos.
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12/06/2025 10:41
Inclusão do processo para julgamento eletrônico de mérito
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10/06/2025 15:36
Pedido de inclusão em pauta virtual
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06/03/2025 09:37
Conclusos para julgamento
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06/03/2025 09:37
Expedição de Outros documentos.
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06/03/2025 09:37
Expedição de Certidão.
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29/11/2024 13:53
Juntada de petição
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25/11/2024 14:07
Juntada de petição
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18/11/2024 12:34
Expedição de Outros documentos.
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18/11/2024 12:34
Expedição de Outros documentos.
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16/11/2024 20:00
Conhecido o recurso de BANCO DO BRASIL SA - CNPJ: 00.***.***/0001-91 (RECORRENTE) e provido em parte
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05/11/2024 15:18
Deliberado em Sessão - Julgado - Mérito
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05/11/2024 14:46
Juntada de Petição de certidão de julgamento colegiado
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15/10/2024 03:01
Publicado Certidão de Inclusão em Pauta em 15/10/2024.
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15/10/2024 03:01
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 15/10/2024
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14/10/2024 16:25
Expedição de Outros documentos.
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14/10/2024 16:25
Expedição de Outros documentos.
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14/10/2024 16:25
Expedição de Intimação de processo pautado.
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14/10/2024 16:25
Expedição de Certidão.
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14/10/2024 00:00
Intimação
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PIAUÍ TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PIAUÍ 1ª Turma Recursal PROCESSO: 0802172-16.2021.8.18.0050 CLASSE: RECURSO INOMINADO CÍVEL (460) RECORRENTE: BANCO DO BRASIL SA, NELSON WILIANS FRATONI RODRIGUES, GIZA HELENA COELHO Advogados do(a) RECORRENTE: GIZA HELENA COELHO RECORRIDO: HIANCA FONTINELES AGUIAR, ARTHUR VITOR CAMARGO REPRESENTANTE: BANCO DO BRASIL SA Advogado do(a) RECORRIDO: ARTHUR VITOR CAMARGO RELATOR(A): 1ª Cadeira da 1ª Turma Recursal DATA E HORÁRIO DE INÍCIO: 29/10/2024 - 10:00 CERTIDÃO DE INCLUSÃO EM PAUTA DE JULGAMENTO De ordem do Presidente do Órgão Colegiado, a Secretaria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí torna público a todos os interessados, que o processo em epígrafe foi incluído em pauta de julgamento para apreciação na Sessão de Julgamento TR1 nº 40/2024 - Plenário Virtual.
Demais informações podem ser obtidas nos telefones ou balcão virtual desta unidade, ambos informados no site do Tribunal https://transparencia.tjpi.jus.br/telefones_uteis/.
SECRETARIA JUDICIÁRIA, em Teresina, 11 de outubro de 2024. -
11/10/2024 11:34
Expedição de Outros documentos.
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11/10/2024 11:32
Inclusão do processo para julgamento eletrônico de mérito
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07/10/2024 22:32
Pedido de inclusão em pauta virtual
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29/04/2024 10:25
Desentranhado o documento
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16/11/2022 21:13
Expedição de Outros documentos.
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26/07/2022 10:26
Recebidos os autos
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26/07/2022 10:26
Conclusos para Conferência Inicial
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26/07/2022 10:26
Distribuído por sorteio
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
26/07/2022
Ultima Atualização
18/07/2025
Valor da Causa
R$ 0,00
Detalhes
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