TJMA - 0802375-21.2020.8.10.0022
1ª instância - Vara da Fazenda Publica de Acail Ndia
Movimentações
Todas as movimentações dos processos publicadas pelos tribunais
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01/02/2024 15:22
Arquivado Definitivamente
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01/02/2024 15:20
Transitado em Julgado em 30/01/2024
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30/01/2024 21:46
Decorrido prazo de EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S/A em 29/01/2024 23:59.
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30/01/2024 21:46
Decorrido prazo de MUNICIPIO DE ACAILANDIA em 29/01/2024 23:59.
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30/11/2023 03:20
Decorrido prazo de MARIA LIDIA DA CONCEICAO em 29/11/2023 23:59.
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07/11/2023 02:05
Publicado Intimação em 07/11/2023.
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07/11/2023 02:05
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 06/11/2023
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03/11/2023 13:51
Enviado ao Diário da Justiça Eletrônico
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03/11/2023 13:51
Expedição de Comunicação eletrônica.
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02/09/2023 02:05
Julgado improcedente o pedido
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30/08/2023 13:41
Conclusos para despacho
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18/07/2023 06:59
Decorrido prazo de MUNICIPIO DE ACAILANDIA em 17/07/2023 23:59.
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22/06/2023 15:41
Expedição de Comunicação eletrônica.
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18/04/2023 08:07
Juntada de petição
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03/03/2023 16:30
Juntada de petição
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16/02/2023 09:40
Proferido despacho de mero expediente
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04/11/2022 14:05
Conclusos para decisão
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30/07/2022 14:00
Decorrido prazo de MARIA LIDIA DA CONCEICAO em 25/07/2022 23:59.
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29/06/2022 23:52
Expedição de Comunicação eletrônica.
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30/03/2022 12:03
Proferido despacho de mero expediente
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14/03/2022 13:55
Conclusos para despacho
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17/02/2022 01:14
Decorrido prazo de MARIA LIDIA DA CONCEICAO em 11/02/2022 23:59.
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02/02/2022 06:54
Publicado Ato Ordinatório em 21/01/2022.
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02/02/2022 06:53
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 19/01/2022
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19/01/2022 11:52
Juntada de Certidão
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18/01/2022 16:13
Enviado ao Diário da Justiça Eletrônico
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18/01/2022 15:35
Juntada de Certidão
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23/06/2021 11:24
Decorrido prazo de MUNICIPIO DE ACAILANDIA em 16/06/2021 23:59:59.
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23/06/2021 05:47
Decorrido prazo de MUNICIPIO DE ACAILANDIA em 16/06/2021 23:59:59.
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15/06/2021 10:59
Juntada de contestação
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26/05/2021 20:24
Decorrido prazo de MUNICIPIO DE ACAILANDIA em 25/05/2021 23:59:59.
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21/05/2021 13:58
Decorrido prazo de EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S/A em 17/05/2021 23:59:59.
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28/04/2021 10:26
Decorrido prazo de MARIA LIDIA DA CONCEICAO em 27/04/2021 23:59:59.
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21/04/2021 20:06
Expedição de Comunicação eletrônica.
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12/04/2021 21:08
Cancelada a movimentação processual
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08/04/2021 09:55
Juntada de Certidão
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06/04/2021 02:38
Publicado Intimação em 05/04/2021.
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05/04/2021 08:21
Juntada de petição
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01/04/2021 01:37
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 01/04/2021
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01/04/2021 00:00
Intimação
ESTADO DO MARANHÃO PODER JUDICIÁRIO VARA DA FAZENDA PÚBLICA DA COMARCA DE AÇAILÂNDIA PROCESSO: 0802375-21.2020.8.10.0022 CLASSE JUDICIAL: PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL AUTOR: MARIA LIDIA DA CONCEICAO.
ADVOGADO DA AUTORA: EDSON MAGALHÃES MARTINES OAB/MA Nº 7.730.
REQUERIDOS: MUNICIPIO DE ACAILANDIA, EQUATORIAL MARANHÃO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S/A DECISÃO Cuida-se de "AÇÃO DE RESTITUIÇÃO DE TRIBUTO PAGO INDEVIDAMENTE CUMULADA COM OBRIGAÇÃO DE FAZER E PEDIDO DE LIMINAR" ajuizada em face do MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA e CEMAR.
Em síntese, alega-se que "na localidade onde reside a autora não possui serviço de iluminação pública prestado pelas requeridas" e que por essa razão teria direito à devolução dos valores pagos. Em sede de liminar, sustenta ser o caso de determinar-se ao Município e à concessionária de energia elétrica que "procedam com o fornecimento do serviço de iluminação pública nas proximidades da residência da requerente".
Determinada a comprovação da hipossuficiência para fins de gratuidade, a parte autora apresentou manifestação suficiente, razão pela qual defiro o benefício legal neste ato. É o relatório.
Passo a apreciar o pedido liminar, com esteio nos arts. 300 e seguintes do Código de Processo Civil.
O instrumento de antecipação dos efeitos da tutela, enquanto espécie das chamadas tutelas de urgência, prestigia a eficiência da prestação jurisdicional (art. 5º, LXXVIII, da CF/88 e art. 4º, do CPC/2015) e deve se dar em um juízo de cognição sumária, superficial, da matéria objeto dos autos, como forma de conferir à parte litigante um meio, ainda que provisório, de satisfação do seu interesse, evitando o verdadeiro esvaziamento da eficácia de eventual tutela definitiva em razão do decurso do tempo.
Para os fins, portanto, do art. 300, do Código de Processo Civil, exige-se a observância de certos requisitos, sem os quais não se faz possível a antecipação dos efeitos da tutela jurisdicional, em caráter antecedente ou incidente, a saber: “Art. 300.
A tutela de urgência será concedida quando houver elementos que evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo. §1.º Para a concessão da tutela de urgência, o juiz pode, conforme o caso, exigir caução real ou fidejussória idônea para ressarcir os danos que a outra parte possa vir a sofrer, podendo a caução ser dispensada se a parte economicamente hipossuficiente não puder oferecê-la. §2.º A tutela de urgência pode ser concedida liminarmente ou após justificação prévia. §3.º A tutela de urgência de natureza antecipada não será concedida quando houver perigo de irreversibilidade dos efeitos da decisão.” Exige, assim, a lei processual, daquele que pretende ser beneficiado com a tutela de urgência, (i) a demonstração de elementos de informação que conduzam à verossimilhança de suas alegações (fumus boni iuris); (ii) o risco de dano irreparável ou de difícil reparação decorrente da demora na prestação jurisdicional (periculum in mora) e, por fim, (iii) a reversibilidade dos efeitos antecipados.
Segundo o doutrinador Fredie Didier Jr., o fumus boni iuris consiste na probabilidade do direito a ser provisoriamente satisfeito ou acautelado, devendo o magistrado avaliar se há elementos que evidenciem a plausibilidade em torno da narrativa fática trazida pelo autor, isto é, uma verdade provável sobre os fatos, independentemente da produção de prova.
Provável é a hipótese que encontra maior grau de confirmação e menor grau de refutação, sendo que tal diagnóstico dá-se a partir da confrontação das alegações e das provas com elementos disponíveis nos autos.
De outro lado, haverá perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo (urgência) quando a demora puder, possivelmente, vir a comprometer a realização imediata ou futura do direito.
A prova que se está a exigir não é, por óbvio, uma capaz de formar juízo de certeza.
Basta que o interessado junte aos autos elementos de informação consistentes, robustos, aptos a proporcionar ao julgador o quanto necessário à formação de um juízo de real probabilidade (e não possibilidade) a respeito do direito alegado.
Analisando esses elementos na presente demanda, verifico que a petição não atende ao requisito legal. É que a natureza jurídica da contribuição para custeio do serviço de iluminação pública não permite o acolhimento da pretensão da autora, conforme preceito constitucional.
O fato gerador da obrigação, a princípio, não demandaria serviço específico e divisível, consoante delineado pelo Código Tributário Municipal.
Desse modo, tenho por não configurado o fumus boni juris.
Ante o exposto, INDEFIRO A TUTELA DE URGÊNCIA, com fulcro no art. 300 do CPC.
Defiro o pedido de justiça gratuita.
Na forma do artigo 334 § 4º, II do CPC, deixo de designar a audiência de conciliação a que alude o caput do art. 334 do Código de Processual Civil, pois inadequada, em princípio, aos processos em que for parte a Fazenda Pública, à qual somente é permitida autocomposição quando houver norma legal autorizadora.
CITEM-SE os réus para, nos termos do art. 335 do CPC, oferecer contestação no prazo de 30 (trinta) dias – artigo 183 caput c/c artigo 335 caput, ambos do CPC, cujo termo inicial será a data prevista no art. 231, de acordo com o modo como for feita a citação (CPC, artigo 335, III).
Cumprida a diligência e apresentada resposta, abra-se vista dos autos ao advogado da parte autora para se manifestar, no prazo de 15 dias, nos moldes do art. 351 do NCPC, mediante ato ordinatório a ser cumprido pela Secretaria Judicial, independentemente de nova conclusão dos autos.
Decorrido o prazo, com ou sem manifestação, voltem os autos conclusos para verificação de hipótese de julgamento antecipado da lide ou deflagração da fase probatória.
Publique-se.
Intimem-se.
Cumpra-se Açailândia-MA, data do sistema. José Pereira Lima Filho Juiz de Direito Titular da Vara da Fazenda Pública -
31/03/2021 17:25
Enviado ao Diário da Justiça Eletrônico
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03/02/2021 14:31
Não Concedida a Antecipação de tutela
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20/01/2021 20:59
Conclusos para decisão
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20/01/2021 20:59
Juntada de termo
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20/01/2021 08:22
Juntada de petição
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07/12/2020 10:16
Enviado ao Diário da Justiça Eletrônico
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07/12/2020 10:16
Juntada de Certidão
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04/12/2020 04:24
Publicado Intimação em 04/12/2020.
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04/12/2020 04:24
Disponibilizado no DJ Eletrônico em 04/12/2020
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10/11/2020 16:29
Proferido despacho de mero expediente
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30/09/2020 13:39
Conclusos para despacho
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30/09/2020 13:31
Juntada de termo
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02/09/2020 22:46
Redistribuído por sorteio em razão de incompetência
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02/09/2020 10:57
Declarada incompetência
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22/07/2020 15:48
Conclusos para decisão
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22/07/2020 15:48
Distribuído por sorteio
Detalhes
Situação
Ativo
Ajuizamento
02/09/2020
Ultima Atualização
01/02/2024
Valor da Causa
R$ 0,00
Detalhes
Documentos
Sentença • Arquivo
Despacho • Arquivo
Despacho • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Ato Ordinatório • Arquivo
Decisão • Arquivo
Despacho • Arquivo
Decisão • Arquivo
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